BAIXAR ATLANTIDA O CONTINENTE PERDIDO

davidarseneaultproductions.info  /   BAIXAR ATLANTIDA O CONTINENTE PERDIDO
postado por Rosette

ATLANTIDA O CONTINENTE PERDIDO

| Escritório

    Download Quando os Dinossauros Dominavam a Terra – – Dublagem Download Atlântida, O Continente Perdido – – Dublagem. BAIXAR E ASSISTIR - ATLANTIS THE LOST CONTINENT – ATLÂNTIDA, O CONTINENTE PERDIDO – Postado Em: 25/setembro/ Visualizações: . BAIXAR E ASSISTIR - ATLANTIS, THE LOST CONTINENT – ATLÂNTIDA, O CONTINENTE PERDIDO – Postado Em: 20/outubro/ Visualizações:

    Nome: atlantida o continente perdido
    Formato:ZIP-Arquivar
    Sistemas operacionais: Android. Windows XP/7/10. iOS. MacOS.
    Licença:Grátis!
    Tamanho do arquivo:13.34 Megabytes


    O BAIXAR CONTINENTE PERDIDO ATLANTIDA

    PREFCIO A traduo de duas sries de tabuinhas antigas servem de apoio a todos os problemas cientficos tratados nesta obra: as tabuinhas Naacal que descobri na ndia abrangendo muitos anos, e uma importante coleo de pedras gravadas, mais de 2. O corpo formado por dois ovos csmicos. Os Quetzals, que foram o primeiro povo a ocupar uma parte da Amrica do Norte, deixaram apenas tradies, a menos que alguns dos vestgios mais antigos dos seres humanos no pertenam a essa raa, o que muito possvel. E todavia encontramos um imenso monumento de pedra, em forma de arco composto de dois enormes pilares pesando cada um pelo menos 70 toneladas, ligados por uma outra pedra pesando cerca de 25 toneladas. A presena de certos desenhos utilizados como smbolos revelam que o homem, em geral, se encontrava intelectualmente subdesenvolvido, e a simplicidade dos primeiros smbolos sagrados era indispensvel para que ele pudesse compreender as coisas mais simples. Encontramos numerosos vestgios da ave. O alto da colina era em forma de terrao, pavimentado de pedras quadradas, mais ou menos grandes. Acreditava-se que os polinsios brancos descendiam da raa branca original e parecer que os documentos e tradies descobertos nas vrias partes do mundo no Mxico, Amrica Central, ndia e Egito o confirmam. Dessa maneira, os sobreviventes da maior civilizao do mundo mergulharam na barbrie, que continuou at a poca atual. Os vales e as plancies eram frteis, a vegetao crescia e havia campos cultivados, j que as colinas eram sombreadas por uma bela vegetao tropical. Onde existem obstculos formam-se praias e os turbilhes de gua agitam a terra; as guas estendem-se sobre todo ser vivente e que se move, os fundamentos da terra cedem e Mu. Em Fidji, pode-se ver ainda o lugar onde foi construda uma imensa torre, porque os fidjianos eram curiosos e desejavam ver a lua de perto para saber se ela era habitada. Os Quetzals, que foram o primeiro povo a ocupar uma parte da Amrica do Norte, deixaram apenas tradies, a menos que alguns dos vestgios mais antigos dos seres humanos no pertenam a essa raa, o que muito possvel. Trar-lhe-ei as outras, amanh. Um dia, estando de bom humor, disse-me que existiam tabuinhas muito antigas nos arquivos secretos do templo. O emprego dessas aves-smbolo devia ter sido comum na Me-ptria porque encontramos vestgios no Hawai no Pacfico, nas tabuinhas de Niven no Mxico, no Egito com o deus Seb e em todo o Oriente.

    BAIXAR E ASSISTIR - ATLANTIS THE LOST CONTINENT – ATLÂNTIDA, O CONTINENTE PERDIDO – Postado Em: 25/setembro/ Visualizações: . BAIXAR E ASSISTIR - ATLANTIS, THE LOST CONTINENT – ATLÂNTIDA, O CONTINENTE PERDIDO – Postado Em: 20/outubro/ Visualizações: Baixar E Assistir Atlantis, The Lost Continent – Atlântida, O Continente Perdido – grátis. Baixar Atlântida o Continente Perdido Dubl .. Baixar Sete Noivas Para Sete Irmãos Dubl Baixar Sete Noivas Para Sete Irmãos. Re: Atlântida, o continente perdido de download. Requerimento de passaporte para 5 anos baixar. Windows 10 para o acronis disk director de

    Arquivos raros e exclusivos dificilmente encontrados. Arquivos raros e exclusivos dificilmente encontrados, em hospedagem paga. Assista ao título desejado diretamente em nosso site sem necessidade de baixar absolutamente nada. Servidores compatíveis com dispositivos móveis. Arquivos em hospedagem gratuita. Servidores com propagandas. Por tratarem-se de servidores gratuitos, os arquivos podem estar indisponíveis. Arquivos onde estejam disponíveis Torrents para download. Resultados sempre atualizados em tempo real.

    Clique no link mais abaixo, para mais informações. Receba nossas postagens diretamente em seu e-mail. Cadastre-se e receba todas nossas novidades e atualizações assim que forem postadas em sua caixa de e-mail ou leitor de Feed. Eles formaram ilhas e arquiplagos, mas foram retalhados pelas erupes vulcnicas. Aps haver recoberto a terra e tudo que ela continha, as guas se acalmaram, como se estivessem satisfeitas pela sua obra destruidora, e essas guas so hoje chamadas de oceano Pacfico.

    Nunca foi atribudo um nome to irnico! Sobre essas ilhas, perdidas no mar agitado, os sobreviventes da populao de Mu sc amontoavam, esperando angustiados o fim dos terrveis abalos. Eles haviam presenciado a destruio de seus templos, palcios, e navios.

    Quase toda a populao havia ficado submersa. Os poucos que escaparam da destruio da Me-ptria do Homem perceberam que nada possuam, seja ferramentas, vesturio, abrigo, terra, ou alimentos. O mar se agitava ao redor de seus refgios e sobre suas cabeas as nuvens de fumaa, de vapor e de cinza escondiam o sol, barrando toda a sua luz.

    Os gritos de desespero de seus compatriotas ainda ressoava em seus ouvidos. Era uma cena horrvel para aqueles que haviam escapado mas que estavam condenados a morrer de fome e de frio.

    Poucos conseguiram sobreviver assustadora prova e muitos deles morreram em condies penosas. As ilhas dos Mares do Sul tudo o que resta dessas terras que se salvaram, e alguns de seus habitantes podem se arrogar o ttulo de descendentes diretos do povo de Mu. Depois de alguns dias, a fumaa e os vapores sulfurosos se dissiparam finalmente. O sol atravessou a camada de nuvens. As novas ilhas que surgiram foram ocupadas pelos homens e mulheres aterrorizados, que haviam conseguido escapar.

    Deviam ser bastante dignos de lstima, esses sobreviventes da maior catstrofe do mundo! Nessas circunstncias, fcil imaginar o que aconteceu. Muitos haviam enlouquecido, outros rezavam para que a morte os libertasse de seus sofrimentos atrozes.

    Para subsistir, no havia seno um recurso: voltar vida selvagem e, durante algum tempo, nutrirem-se de carne humana. As peles dos animais e as folhas das rvores iriam ser, da por diante, o nico vesturio existente. As pedras, as lanas e as flechas seriam suas armas defensivas. Teriam que fabricar suas ferramentas com pedaos de pedra slex. Mas, o principal no era a alimentao?

    No h dvida que muitos morreram de frio, fome e de medo, e ao morrerem seus corpos serviram de alimento aos sobreviventes. Assim teve incio o canibalismo e a vida selvagem. Dessa maneira, os sobreviventes da maior civilizao do mundo mergulharam na barbrie, que continuou at a poca atual. Podemos imaginar o desgosto e a repugnncia desses seres evoludos e cultos, obrigados a ingerir tais alimentos, e podemos admitir que muitos preferiam morrer de fome.

    Entretanto, aos poucos, medida que as geraes se sucediam, os pobres habitantes das ilhas foram degenerando cada vez. A lembrana de sua grandeza passada foi completamente apagada de suas mentes, assim como as guas traidoras do Pacfico haviam apagado Mu, mas, embora tudo fosse esquecido pelos indgenas dessas ilhas, ficaram vestgios para manter a lembrana.

    Eu havia dito que um espesso vu havia cado sobre a humanidade, com a destruio de Mu; mas isso deve ser entendido apenas no sentido analgico. Os imprios coloniais conservaram ainda durante algum tempo a civilizao da Me-ptria, mas sem a sua ajuda no tardaram em declinar e desaparecer. Foi dessas runas que surgiram as novas civilizaes, entre as quais a nossa.

    Sobre as partes que no ficaram submersas, acham-se vestgios de templos, tradies, esttuas e smbolos sagrados, nos quais as inscries informam que so lembranas da raa desaparecida de Mu. A autenticidade desses vestgios pode ser confirmada de todos os. Essas provas indiscutveis me permitiram localizar uma civilizao pr-histrica. Algumas so bastante concretas, sob a forma de monumentos de pedra, templos, esttuas, pedras talhadas que no chegaram a ser transportadas e pedreiras de onde vinham as pedras.

    Descobriu-se nessas pedreiras esttuas inacabadas e como todas as descobertas foram feitas nas ilhas do Pacfico, isso demonstra, sem sombra de dvida, que elas faziam outrora parte do continente submerso. As informaes e os textos baseados sobre a antiguidade do Manuscrito Troano estabeleceram que o pas de Mu j existia no incio dos tempos histricos, ou seja, h cerca de Tomando como ponto de partida as ilhas nas quais foram descobertos os vestgios, desenhei um mapa indicando a posio de Mu no oceano Pacfico.

    Nada resta que possibilite o traado de uma costa oeste e norte. De acordo com certos documentos, parece que esse continente era formado de trs pores territoriais, separadas por canais, mas nada existe que permita determinar a sua localizao, a no ser, talvez, um hierglifo egpcio representando trs pases, situados de leste para oeste.

    Por vrios motivos, como se interessavam muito pela colonizao, acho que o continente se estendia muito mais para o norte do que est em meu desenho. Coloquei a ilha de Pscoa no extremo sudoeste, Tonga-tabu no extremo noroeste e Hawai ao norte, no podendo traar um extremo nordeste. Desenhei muitos esturios e golfos, porque os documentos informam que o pas era plano, sem montanhas, com imensas plancies, fazendo supor a existncia de um litoral semelhante ao por mim traado.

    Em todos os lugares onde encontramos pequenas ilhas, com provas irrefutveis de terem pertencido a um continente, podemos ficar ainda mais certos que essas ilhas so restos de.

    Trata-se, como j disse, de pequenas ilhas povoadas por indgenas. Elas se encontram a milhares de milhas umas das outras, e provam assim, mais do que qualquer outro documento, que antes dos tempos prhistricos ali existia um continente e que o mesmo era povoado por seres civilizados. Os antigos documentos e os vestgios das ilhas dos Mares do Sul nos ensinam que o homem foi criado civilizado, mas sem cultura.

    Foi criado com um conhecimento de sua alma e acreditava numa Divindade, que era por ele adorada. A presena de certos desenhos utilizados como smbolos revelam que o homem, em geral, se encontrava intelectualmente subdesenvolvido, e a simplicidade dos primeiros smbolos sagrados era indispensvel para que ele pudesse compreender as coisas mais simples. Entretanto, quando entramos em contato com esse homem, muitos milhares de anos aps o seu aparecimento sobre a terra, descobrimos que ele j se achava altamente civilizado e esclarecido, e isso se passou h mais de Certos arquelogos abordaram em suas obras o tema de Mu e do Pas do Oeste Chamado ainda Lemria , mas, como no se deram ao trabalho de comparar os documentos que possuam, apenas estabeleceram hipteses.

    J tempo de os leitores interessados pela primeira apario do homem sobre a Terra, ficarem conhecendo certos fatos positivos sobre os quais baseei minhas pesquisas. Schliemann, baseado em dois documentos apenas, o de Lhassa e o Manuscrito Troano, afirma que a Atlntida era o pas de Mu.

    Esses documentos no indicam que a Atlntida e Mu. Entretanto, verdade que a Atlntida, como o pas de Mu, foi destruda por erupes vulcnicas e submersa no oceano. Isso foi provado cientificamente. Le Plongeon aventou a hiptese de que a Amrica Central era o pas do Oeste e que, portanto, no podia deixar de ser o pas de Mu, esquecendo que Mu havia sido submersa, ao passo que a Amrica Central persiste at nossos dias.

    A origem desses erros provm do fato de que certos documentos estudados na Europa foram escritos na Amrica, e os leitores, sem refletir, pensaram que os mesmos se referiam Europa e no Amrica; isso concorda com a referncia Atlntida feita por um filsofo grego: "A terra que fica depois do mar o continente saturniano".

    Este era um dos nomes antigos dados Atlntida. A diferena entre os documentos simples: as terras do Oeste eram a Amrica, e as de alm-mar, eram a Europa. Isso me parece bem claro para satisfazer aos mais incrdulos! O Manuscrito Troano situa a submerso do continente de Mu como tendo ocorrido h Entretanto, estes nmeros no podem ser seno.

    Souchis, sumo-sacerdote do templo de Sas, disse a Slon que a Atlntida submergira h Isso exclui a possibilidade de que a Atlntida fosse esse continente do Oeste. Todos os que at hoje mencionaram o pas de Mu desprezaram os documentos mais importantes relativos a esse continente perdido, ou seja, os vestgios das ilhas do Pacfico e as inscries sobre os muros do Templo dos Mistrios Sagrados em Uxmal, no Iucat, aos quais podemos acrescentar as tradies assombrosas encontradas entre os indgenas do Pacfico.

    Dos vestgios descobertos nesses arquiplagos, confirmados pelos escritos e pelas lendas, torna-se evidente que os. Quando os observamos hoje, torna-se claro que num longnquo passado pr-histrico, uma grande calamidade se abateu sobre os seus ancestrais. No seu teimoso desejo de confirmar a tese da descendncia do homem vindo do macaco, os cientistas tentaram provar que o homem no surgiu na terra antes do incio do Pleistoceno, mas uma alfinetada pode desfazer essa bolha de sabo cientfica.

    Foram descobertos vestgios humanos nos leitos de areia da Europa, formados pelos sedimentos das guas do ltimo grande cataclismo magntico, a era glacial prhistrica, acontecimento que assinala o fim do Pleistoceno. Os homens das cavernas do Nebraska foram igualmente eliminados por essa mesma catstrofe. Os cientistas tentaram sempre tornar aceitvel a teoria segundo a qual as raas brancas so originrias da sia, mas no possuem a menor prova, nem um nico documento ou vestgio.

    Suas afirmaes no passam de hipteses. Vou demonstrar nesta obra qual a sua origem, e a seguirei at a Europa. Uma de minhas descobertas mais surpreendentes a de que os indgenas polinsios so de raa branca. Alm disso, so muito belos, um elo que os aproxima de todas as raas brancas da Terra. Como j demonstrei, os documentos nos informam que o homem indiscutivelmente fez a sua primeira apario sobre a terra no continente de Mu, e as ilhas polinsias so os restos.

    Os documentos provam tambm que o Mxico e a Amrica Central foram colonizadas por povos provenientes de Mu. As tradies confirmam o fato de que os primeiros colonos de Mu eram brancos louros, e que os mesmos foram expulsos do pas por uma outra raa branca mais morena, e que os brancos louros seguiram a bordo de seus navios na direo do sol levante para leste e se estabeleceram no norte da Europa, a atual Escandinvia.

    Ficou tambm claramente estabelecido por esses mesmos documentos que o sul da Europa, a sia Menor e a frica do Norte foram colonizados pela raa branca morena, passando por Mayax, a Amrica Central e Atlntida. Se deixarmos os polinsios brancos para visitar uma das raas morenas, mais para o oeste, na Micronsia, descobrimos que essa raa tambm formosa.

    Os homens so parecidos com as mais perfeitas esttuas gregas; os indgenas das ilhas Fidji, de. Possuo em meus arquivos um retrato de uma pessoa dessa raa morena, a indgena Arawali, da ilha Arorai, no arquiplago das Gilbert, que se acha a 4.

    Este retrato mostra uma moa de traos perfeitos, de expresso meiga e sorridente. Era a filha do rei de Arorai. Dizia-se que ela era "muito meiga e muito amvel, porm de gnio vivo e ciumento, permanecendo digna de seu triste ambiente". A cabea e a face de Arawali pertencem a uma representante.

    Smbolo das Ilhas Marquesas da mais alta civilizao, embora os seus trajes sejam de uma selvagem. Pobre Arawali! Ela fazia parte de uma tribo de canibais, mas, curioso, nunca havia provado o "grande porco", eufemismo pelo qual os indgenas designavam a carne.

    Segurava um leque, cuja decorao no outra seno o selo real de Mu, o imprio do Sol. De todos os documentos antigos descobertos nenhum menciona a existncia de selvagens em qualquer ponto da terra, antes da destruio de Mu. Ento por que homens to notveis como os ancestrais dos indgenas dos Mares do Sul se tornaram canibais degenerados? Nossa histria da grande calamidade que atingiu a primeira raa humana, responde a essa pergunta.

    Smbolo de Paumotu Aves-smbolos do Criador. As aves simbolizando os atributos criadores da Divindade parecem ter sido o smbolo mais importante das Foras Criadoras entre os povos existentes no nordeste da Me-Ptria.

    O smbolo da ave se encontra ao sul exatamente na posio do atual Hawai e mais alm ainda. Aves sagradas Era, sem a menor dvida, um smbolo sagrado de todos os povos de Mu. Encontramos numerosos vestgios da ave. Ainda considerado importante entre os ndios da Amrica do Norte que o chamam de a Ave-trovo. A lenda ndia diz que "o relmpago o piscar de olhos da Ave-trovo, e o trovo o bater de suas asas, e a chuva provm de um lago situado no dorso da Ave-trovo".

    A destruio de Mu Descrio alegrica dos indgenas da Amrica do Norte. Este tema provm dos ndios Nootka, que habitam a costa ocidental da ilha de Vancouver, na Columbia Britnica, Canad. Embora existam centenas de escritos descrevendo a destruio de Mu, e inmeros smbolos nos antigos escritos maias, tais como o Manuscrito Troano, o Codex Borgien, o.

    Codex Cortesianus, no encontrei em todo o mundo mais que duas imagens representando essa destruio. Uma egpcia, e esta tabuinha da Amrica do Norte. Entretanto, existe uma diferena marcante entre as duas. A egpcia descreve Mu afundando num abismo de fogo, e a ndia representa as guas invadindo o continente para o submergir; so as duas fases de sua destruio, embora as duas imagens sejam corretas.

    Esses dois povos esto atualmente opostos um ao outro como antpodas; contudo, naquela poca, os dois conheciam as causas reais da destruio de Mu. Os numerosos smbolos que constituem a imagem ndia so os de Mu, ao passo que os outros so menos conhecidos.

    A maior diferena entre essa imagem dos escritos originais de Mu est no smbolo utilizado pelos ndios para representar as guas. Entre os Nagas, os Uighurs, os Carianos, os Maias americanos, etc.

    Mas esses antigos ndios foram mais longe do que seus vizinhos do Sul; dividiram as guas, utilizando o maior dos peixes para simbolizar os oceanos e o perfil ondulado da serpente para representar as guas secundrias; chamam o seu smbolo do oceano de: a baleia assassina. Encontramos esse smbolo em numerosas tribos de ndios do nordeste, para no dizer em todas; sua origem , portanto, comum.

    Ela foi provavelmente chamada de "assassina" porque o oceano havia inundado e morto os milhes de habitantes de Mu. A imagem admite trs temas: uma serpente, uma ave e um peixe. No alto: a Serpente. Essa serpente est coroada de penas; , portanto, uma serpente ornada. Entre todos os povos antigos, a serpente ornada foi o smbolo da Divindade Criadora.

    No meio, vemos uma ave estilizada, a que os ndios chamam de Ave-trovo. Descobri que em Mu as aves eram utilizadas no norte, para simbolizar as Quatro Foras Sagradas as quatro grandes foras primrias e criadoras executoras dos sete grandes mandamentos do Criador.

    O emprego dessas aves-smbolo devia ter sido comum na Me-ptria porque encontramos vestgios no Hawai no Pacfico, nas tabuinhas de Niven no Mxico, no Egito com o deus Seb e em todo o Oriente. Alm das aves, as cruzes simbolizavam tambm as Quatro Foras Sagradas. A julgar pelo que eu descobri, a cruz era empregada universalmente. Embaixo: a Baleia. Os ndios da Amrica do Norte so os nicos povos que eu conheo, que empregam um peixe para simbolizar as guas, e portanto, o que poderia ser mais lgico?

    Ficamos admirados por este smbolo no ser utilizado por todos os povos. A Ave-trovo simbolizando as Grandes Foras representada em p sobre a baleia, que representa o oceano, com as garras enterradas no dorso do peixe, mostrando que ela domina as guas, e as foras. A baleia as guas do oceano est morta, porque sua nuca foi quebrada pelas foras; portanto, ela no pode mais matar. A tragdia se consuma. Isto indicado pelas Foras Magnticas caindo das asas da Ave-trovo e formando um abismo.

    N 1 O olho da baleia est constitudo por dois quadrados imbricados, e de um terceiro quadrado plano simbolizando a pupila. Os dois quadrados representam a me e a terra, ou seja, a Me-ptria.

    O quadrado plano, a pupila, simboliza a obscuridade, nenhum sol brilha em cima. Isso tudo, acrescentado nuca quebrada e ao abismo embaixo, significa que a Me-ptria foi tragada num abismo de trevas. Podemos ver a verso exata desse olho na tabuinha mexicana de Niven n 1. Depois disso, a leitura se torna fcil. Falta apenas decifrar os smbolos utilizados correntemente na Me-ptria e suas colnias. N 2 Vemos a gua entrar pela boca da baleia, que transporta qualquer coisa.

    N 3 Depois da boca, acha-se a garganta, com uma passagem conduzindo ao centro. A se encontra o smbolo n 4, a letra hiertica U do alfabeto da Me-ptria. O significado oculto dessa letra o abismo. Vemos assim que a Me-ptria foi arrastada para um abismo lquido, ou seja, tragada, submersa.

    N 5 No fundo do abismo, encontram-se quatro barras, que representam o smbolo numrico das Quatro Foras Sagradas. N 6 Sobre o dorso da baleia vemos quatro discos, mais uma vez o nmero quatro. N 7 Acima dela h cinco barras o nmero cinco simbolizando Deus, o Criador e suas Quatro foras.

    Esta imagem informa que a Me-ptria foi destruda indiretamente por intermdio das Quatro Grandes Foras, fato esse mencionado em todos os escritos que descrevem a destruio de Mu.

    Explicao: O Criador desejou a destruio da Me-ptria do Homem. As Quatro Grandes Foras, executoras dos mandamentos do Criador, mergulharam o continente nas guas que o cobriram. Temos ainda uma descrio totalmente americana dessa destruio, que vem acrescentar-se s pedras esculpidas de Nevada. Em verdade, o oeste americano apresenta muitos restos de um passado muito antigo, anterior a todo o resto do mundo. Os ndios Algonquinos possuem uma tradio sobre o Dilvio e a submerso de Mu, chamada Pan.

    Trata-se, realmente, de duas tradies. No mesmo dia, abriram-se as portas da terra e do cu. E a terra se fendeu! Um poderoso continente foi cortado de suas amarras e as chamas surgiram da terra entre nuvens negras, num rudo de trovo. E a terra oscila e joga como um barco.

    Os turbilhes se formam de todos os lados e sua presso faz. Entre os documentos escritos, alguns nos falam do aparecimento do homem sobre a terra, como as tabuinhas Naacals. Outros nos do a posio geogrfica do continente perdido. Os manuscritos americanos, que so numerosos, nos informam que o pas de Mu ficava localizado a oeste da Amrica. Os documentos asiticos so unnimes em afirmar que Mu, a Me-ptria, se achava a leste da sia, na direo do "sol levante".

    Portanto, a Me-ptria do homem, achando-se situada entre a Amrica e a sia, ficava no meio do oceano Pacfico, e sobre as ilhas encontramos vestgios de pedra de suas cidades e de seus templos, bem como de uma raa branca. Comearei pelos escritos americanos, o Manuscrito Troano em primeiro lugar; um livro maia, muito antigo, escrito no Iucat. Calcula-se que ele tenha uma idade varivel entre 1. Acho que dever ter de 1.

    CONTINENTE O PERDIDO ATLANTIDA BAIXAR

    Formulo essa hiptese baseado no estilo de sua escrita. Alguns trechos desse manuscrito Troano apresentados na pgina seguinte, provam a exatido de minha teoria relativa existncia de Mu.

    Trecho 1 "No ano 6 de Kan, no 11 Muluc do ms de Zac, tiveram lugar terrveis tremores de terra que se prolongaram at o 13 Chuen sem interrupo. O pas das colinas de terra o pas de Mu foi sacrificado. Tndo-se soerguido duas vezes, desapareceu durante a noite, aps ter estado permanentemente flagelado pelos fogos dos abismos. Como estavam sob presso, a terra se levantou e ficou inundada em diver-? Por fim a superfcie se fendeu e as dez tribos foram dispersas e di-zimidas.

    O pas soobrou com os seus 64 milhes de habitantes, h 8. Trecho 2 "O lugar de origem dos mistrios sagrados. Mu: as terras do Oeste. Esse pas de Kui. A Me-ptria dos. Mostrarei muitos outros documentos confirmando que o continente de Mu se encontrava a oeste da Amrica. O Ka egpcio com seus vrios significados provm do Kui maia.

    Nos tempos primitivos, "deus" no significava a Divindade. Tratava-se da alma de um morto. Assim nesse manuscrito, a Me-ptria dos deuses significa a Me-ptria do Homem. Sir Gardner Wilkinson, o grande egiptlogo, nos informa em sua obra Manners and Customs, volume II, pgina "O pas de Kui era, na linguagem maia, a terra natal da deusa Maya, a me dos deuses, e do homem.

    O Codex Cortesianus outro antigo livro maia que escapou da destruio pelo fantico abade espanhol Landa.

    Esta obra se encontra atualmente no museu nacional de Madri. As letras, as figuras e os smbolos indicam que ele contemporneo do Manuscrito Troano. A linguagem do Codex Cortesianus, entretanto, muito mais simblica que. Vejamos alguns trechos, sobre esse mesmo tema: "Com o seu brao poderoso, o Homem produz um tremor de terra ao pr do sol e durante a noite. Mu, o pas das "Mu, a vida dos mares, submergiu durante a noite. Explodiu, sacudiu violentamente de alto a baixo pelos tremores de terra.

    Dando-lhe um pontap, aquele que tudo agita como uma massa de vermes, a sacrificou naquela mesma noite. O Codex Cortesianus d ao continente apenas seu nome hiertico, ao passo que o Manuscrito Troano apresenta o nome hiertico e geogrfico. Esse documento foi descoberto por Schliemann no velho templo budista de Lhassa, no Tibete. Schliemann o decifrou e o traduziu. Ao que tudo indica, ele no provm da mesma fonte que os dois documentos precedentes.

    Eis um trecho interessante: "Quando a estrela de Bal caiu sobre o lugar que atualmente no passa de cu e mar, as sete cidades com suas portas de ouro e seus templos transparentes tremeram e foram sacudidas como folhas numa tempestade; e um dilvio de fogo e fumaa se elevou do palcio.

    Os gritos da multido se elevaram aos cus. O povo buscava um refgio em seus templos e fortalezas, e o sbio Mu o Ra Mu hiertico vestiu-se e lhes disse: "No havia previsto isso?

    E se elas se esquecerem que so superiores no por causa de seus trajes, mas por causa do que fazem, a mesma sorte lhes ser reservada. Bal uma palavra maia que significa "Senhor dos campos"; "Templos transparentes" , sem a menor dvida, um erro de traduo. Esses templos no eram feitos de vidro, nem qualquer outra substncia transparente. Eram abertos, sem teto, de modo que os raios de Ra, o sol, pudessem cair sobre a cabea dos fiis, como nos templos parses atuais.

    Le Plongeon descobriu em Iucat documentos declarando que "a cabea hiertica do Pas de Mu profetisa sua destruio e certas pessoas, ouvindo essa profecia, seguiram para as colnias e conseguiram assim se salvar". Le Plongeon morreu muitos anos antes de Schliemann publicar o Documento de Lhassa. Sobre seus muros podemos ler uma importante inscrio: "Esse edifcio um monumento comemorativo dedicado memria de Mu as Terras do Oeste O.

    Esse templo est colocado com a frente para o oeste, onde se encontrava outrora a Me-ptria. Essa inscrio vem confirmar o segundo trecho do Manuscrito Troano e confirma outros documentos declarando que a Me-ptria se encontrava a oeste da Amrica.

    Alm disso e o que mais importante ela nos informa que os ensinos religiosos desse templo provinham de l. Dessa maneira, seja o que for que encontrarmos, sabemos que provm de Mu, as Terras do Oeste. Sabendo disso, podemos localizar a fonte da religio egpcia.

    Essa pirmide est situada a uma centena de quilmetros ao sudoeste do Mxico sendo vrios milhares de anos anterior s pirmides egpcias. Uma de suas faces traz inscries em forma de quadro divididas em duas sees. A mais alta a cornija descreve a destruio de Mu, as Terras do Oeste, a origem das foras que causaram essa destruio. Uma grande parte dessa cornija foi destruda e o que sobrou est to danificado que se torna ilegvel; no tentarei, portanto, fazer a traduo exata, mas apenas dar o significado geral.

    A parte inferior, e principal, da inscrio, est em muito bom estado de conservao, apesar de numerosos trechos estarem apagados pela ao do tempo. Faltam, portanto, muitos detalhes, mas o sentido claro. Parte superior. A Cornija. Um retngulo, a letra hiertica M, smbolo alfabtico de Mu, a Me-ptria. De um lado, distinguimos duas excrescncias, as duas ilhas que, juntamente com Mu, formavam as Terras do Oeste!

    Foras vulcnicas se enfurecem no interior de Mu, e a destroem. Cabea ou ponta de flecha, de lana ou de dardo, smbolo que indica que suas foras so ativas. Um trao divide a ponta da flecha, smbolo que indica que no se trata de uma das foras primrias, mas uma fora subordinada que sai da Primria. Este um smbolo complexo divisvel da seguinte forma: a Retngulo smbolo de Mu. Uma figura humana, indicando que os seres humanos foram tragados com a terra.

    Ela enrolada em forma da letra hiertica U, smbolo de um abismo, um abismo de gua. Eles simbolizam dessa maneira o sono, o repouso.

    Os olhos esto em repouso, havendo encontrado o seu prprio nvel.

    ATLANTIDA O CONTINENTE PERDIDO BAIXAR

    O nmero trs, smbolo numrico de Mu. Um dos smbolos das Terras do Oeste. Estando acima dos sinais 2 e 3 significa que Mu, as Terras do Oeste, foi submersa. A cauda da serpente, isto , as guas, est circulando uma figura humana, significando com isso que os habitantes foram tragados junto com a terra.

    Acrescentando ao precedente outras inscries da pirmide, vou apresentar a sua traduo: Essa pirmide foi erigida para ser um monumento dedicado a Mu, a Me-ptria do Homem, as Terras do Oeste, a fim de conservar para a humanidade do futuro a recordao de sua existncia e de sua destruio. Os pilares que a sustem foram atingidos por foras poderosas, se desfizeram e Mu com todos os seus habitantes foi tragada pelo abismo das guas.

    No Timeu de Plato l-se que essa pirmide mexicana uma reproduo exata da Colina Sagrada da Atlntida onde se erguia o templo de Posidon. Plato viveu no quarto sculo antes de Cristo, e ainda nos querem dizer que Cristvo Colombo descobriu a Amrica!

    Na cidade de Chichen Itza, existe uma pedra que forma o lintel da porta da cmara interna de um edifcio chamado Akad-Dzib. Ela representa as Terras do Oeste destrudas por tremores de terra e submergidas. Tradies maias. Os maias do Iucat consideram o Oeste como uma "regio de trevas,o lugar onde as almas dos mortos retornam ao seio de seusantepassados", segundo o Codex Cortesianus.

    Indiana Jones and The Fate of Atlantis

    Valmiki, em "Ramayana", Vol. I, pgina , escreve: "Os iniciados maias, os Naacals, saindo da sua terra natal a leste para propagar a religio e as cincias, seguiram primeiro para a Birmnia e ensinaram os Nagas. Da Birmnia, foram para a ndia, no Deccan, de onde levaram sua religio e seus conhecimentos para a Babilnia e depois ao Egito".

    Em Angkor Thom, no Camboja, pode-se ver os animais estilizados que os arquelogos batizaram de "lees". Esto todos colocados com a face voltada para o leste, na direo de onde se encontrava a Me-ptria. Vou a seguir estudar as ilhas do Pacfico e os restos de pedras que foram descobertas, bem como as lendas fabulosas dos selvagens dessas regies.

    Ao sair da Amrica pelo Pacfico ns seguiremos na direo oeste; ficaremos ento ao oeste do Iucat, o que peo ao leitor que nunca se esquea, porque isso lhe possibilitar a compreenso dos documentos que apresentaremos mais tarde. Em todos os arquiplagos da Polinsia e da Indonsia, iremos descobrir provas, formando um elo entre a civilizao da Amrica, dos tempos pr-histricos, com as civilizaes do sul da sia e do Leste e, ocasionalmente, com outras civilizaes mundo afora.

    A viagem ser longa, mas frtil em surpresas e revelaes. Entretanto, esses canibais, como j demonstrei, so descendentes de um povo altamente civilizado. Os ancestrais dos polinsios atuais, que se tornaram selvagens, viviam outrora no prprio ncleo da civilizao mundial. Nesse emaranhado de ilhas e de ilhotas podemos descobrir os restos de uma grande civilizao.

    Existem gigantescos templos de pedra, muros ciclpicos de pedra, canais, estradas pavimentadas, um sem-nmero de blocos de pedra, esttuas, obras que exigiram recursos de um pas inteiro e artfices hbeis. Esses vestgios no so encontrados em um grande continente, mas ao contrrio sobre minsculas ilhas habitadas por selvagens.

    PERDIDO O BAIXAR ATLANTIDA CONTINENTE

    Essas grandes runas no podem ser, tanto aos olhos do profano como do sbio, seno obras de uma grande civilizao desaparecida que existiu h milhares de anos, e da qual ns nada sabemos. Estes restos so numerosos, esparsos, e difcil saber por onde comear sua descrio. Seriam necessrios muitos livros para mencionar todos.

    No posso dar seno um breve resumo. Acho que o melhor seria comear pelas misteriosas esttuas da Ilha de Pscoa, que so mais bem conhecidas do que os outros vestgios. Esta ilha est situada na extremidade sudeste da Polinsia, a 2. Sua superfcie de apenas 1 1 8 km2. Nela encontramos cerca de pedras esculpidas, esttuas colossais, e outros exemplos de arte de uma grande raa pr-histrica.

    Tabuinha da Ilha de Pscoa W. Thomson, que , ao que parece, a maior autoridade a respeito das esttuas da ilha de Pscoa, nos diz: "A maior das esttuas encontra-se em uma das pedreiras; est inacabada e mede mais de 21 metros de altura. Descobrimos a menor delas em uma gruta, com quase um metro de altura. A maioria delas mede de 5 a 7 metros. Supomos que essas esttuas representam as personagens aos quais eram dedicadas".

    Esses imensos blocos de pedra so encimados por globos vermelhos, quase todos esculpidos na rocha vermelha dos vulces extintos- Um desses globos tem quatro metros de dimetro. Ele se encontra na pedreira dos montes Terrai. Alm das esttuas, encontramos na ilha de Pscoa vrias plataformas imensas de pedra esculpida. Tm dez metros de altura e comprimento de sessenta a cem metros.

    Essas massas de pedra esculpida aguardavam serem expedidas para outras regies do continente, para a construo de templos e palcios. Os vestgios de um grande templo de pedra so encontrados perto dos vulces extintos de Ran Roraka e de Rana Rao. As runas de pedra formam um quadriltero de cerca de 30 metros de comprimento por sete metros de largura. As paredes que no caram tm um metro e trinta de altura e espessura de um metro e cinqenta.

    Certas pedras dessa. Thomson: "Existem cerca de 7 tabuinhas, tudo o que resta de grande nmero delas, trazendo a histria escrita da ilha de Pscoa. Eis a traduo feita por Thomson de duas delas: Tabuinha n 1. Essas pedras estavam to bem unidas e colocadas que no se via os seus limites. Os cafeeiros erro de traduo orlavam as estradas e as sombreavam, formando um tnel com seus ramos entrelaados.

    Tabuinha no 2 , chamada "O Grande Rei", conta a seguinte histria: "Essa pequena ilha fez parte outrora de um imenso continente, atravessado por numerosas estradas,. As estradas estavam to bem feitas que formavam uma teia de aranha, e ningum conseguia descobrir o seu comeo nem o seu fim. Thomson escreve: "Na extremidade sul da ilha existem 80 a casas de pedra, bem situadas ao longo de uma salincia dc rocha ou de terra, que constitui por sua vez o apoio das construes.

    As paredes dessas curiosas casas tm um metro e cinqenta de espessura e um metro e trinta de altura. As portas so minsculas, com quarenta centmetros de largura por quarenta e dois de altura. As paredes so formadas por camadas de pedras irregulares, que so freqentemente pintadas de vermelho, branco e negro, representando aves e rostos humanos".

    Esse arquiplago acha-se situado a 40 graus ao sul do Hawai, a meio caminho entre Taiti e as ilhas Fidji, mais ao sul. Lembro-me de duas ilhas desse grupo: Rarotonga. Sobre essa ilha, encontramos um pequeno trecho de estrada que se menciona na tabuinha da ilha de Pscoa e nas lendas.

    Nela encontramos vestgios idnticos. Como no existem pedreiras e nenhuma prova que. No existe a menor poro de pedra sobre esta ilha, apenas corais. E todavia encontramos um imenso monumento de pedra, em forma de arco composto de dois enormes pilares pesando cada um pelo menos 70 toneladas, ligados por uma outra pedra pesando cerca de 25 toneladas.

    Como no existe pedra nesta ilha e achando-se as pedras mais prximas a milhas de distncia, pode-se perguntar quais seriam os navios dos homens pr-histricos, para que pudessem transportar pesos to considerveis, como eles as colocariam sobre os barcos e qual o material que possuam para as erguer onde se encontram atualmente. Encontramos em vrias ilhas que formam esses dois arquiplagos, pirmides de pedra, altas e esguias.

    Os indgenas utilizam os smbolos sagrados da Me-ptria como adornos, sem saber interpretar os desenhos, nem o que eles significam. J mencionei o leque da princesa Arawali, da ilha Arorai, que traz o braso real de Mu. Em todo o oceano Pacfico, no encontramos runas to surpreendentes como as das ilhas Carolinas. O que mais perturba, que elas se acham situadas "na direo do sol nascente para quem vem da Birmnia ", no lugar onde, segundo as tabuinhas Naacal e Valmiki, se encontrava outrora a Me-ptria, de onde saram os primeiros colonos da ndia e da Birmnia.

    Trata-se de runas de um grande templo, uma construo de cem metros de extenso por vinte de largura, na qual as paredes se encontravam, ainda em , a dez metros de altura, com espessura de um metro e cinqenta de base. Vemos sobre as paredes vestgios de escultura representando numerosos smbolos sagrados da Me-ptria.

    O templo possui cavernas, criptas, passagens e plataformas, est cercado de canais e de obras defensivas em terra. A construo de basalto. Sob o pavimento do grande quadriltero, nas duas extremidades opostas, existem duas passagens, ou portas, com cerca de dez metros de largura, furadas na parte externa e levando em direo ao canal.

    No interior do grande retngulo, h uma sala central em formato de pirmide, sem dvida, o local do santo dos santos.

    Indiana Jones and The Fate of Atlantis

    De acordo com os indgenas, esse templo foi ocupado h muitas geraes pessadas pela equipagem de um navio pirata espanhol naufragado. Encontramos ainda vestgios desses foras-da-lei numa das cavernas que servia sem dvida de entreposto. E impossvel convencer os indgenas a se aproximar das runas, porque dizem que as mesmas so assombradas por fantasmas e espritos maus, que chamam de mauli.

    Panape contm tambm outras runas, algumas prximas do mar, outras nos altos das colinas, ou nas clareiras no centro da ilha, mas todas apresentam uma viso do mar. Em uma das clareiras existe um monte de pedras cobrindo a rea de um ou. Parece existir sua volta restos de um fosso ou de um canal.

    Nos quatro pontos cardiais, as runas so mais altas, mostrando pela sua posio que a construo era quadrangular. A meu ver, as runas de Panape so as de uma das capitais da Me-ptria, uma das sete cidades sagradas. Fica a milhas a leste de Panape. Sobre essa pequena ilha encontra-se uma pirmide semelhante quelas de Guam e de Tinian.

    A oeste da ilha, v-se um grande quadriltero de pedra, contendo vrios montculos. Parece que se escavarmos a terra e o guano que o recobre, descobriremos um edifcio. Fica no extremo sudeste do arquiplago de Marshall. Nesse lugar e nas ilhas que o circundam podemos ver runas semelhantes s de Panape, porm de menor importncia. Ao sul desse porto partem vrios canais orlados de pedras.

    Eles se entrecruzam formando ngulos retos. Entre esses cruzamentos existem ilhas artificiais, que continham as edificaes de outrora. A existe uma torre com cerca de doze metros de altura. As lendas indgenas dessa ilha nos informam que "o povo que aqui vivia outrora era muito poderoso. Possuam grandes navios para viagens longas, para o leste ou oeste, e eram necessrias muitas luas para chegar ao destino". Isto no concorda de maneira estranha com Valmiki que diz: "Os Maias eram poderosos navegadores, cujos barcos percorriam os oceanos em todas as direes, tanto no sul como no norte"?

    Pode-se ver uma colina cnica rodeada por um muro de espessura considervel, com 6 ou 7 metros de altura.

    A ilha toda apresenta uma srie de portes e enclaves ciclpicos. Alguns so paralelogramas de 70 por 30 metros. O maior deles apresenta a metros de comprimento por 50 de largura. Os muros so em geral de quatro metros de espessura e circundam as cavernas, as grutas artificiais e as passagens secretas. Os indgenas dessa parte das Carolinas so extremamente hostis ao homem branco e, em , ainda eram canibais.

    Mais tarde se tornaram civilizados. Sobre a ilha Tapiteau desse grupo encontramos as mesmas pirmides de pedra altas e esguias do arquiplago das Gilbert e Marshall. Nessas ilhas, entre as quais Guam, os vestgios apresentam um aspecto diferente. So altas colunas de pedra macia, truncadas, tendo em cima uma pedra esfrica.

    Muitas vezes, essas pedras esto expostas, na base da coluna, como se houvessem sido lanadas por terra por um abalo ssmico. Na ilha de Tinian, elas esto dispostas em colunatas. A uns cinqenta quilmetros de Hilo existe uma grande runa sobre uma colina, chamada Kukii. No existe o menor vestgio de pedras nesta elevao, alm daquelas que para ali foram trazidas. O alto da colina foi aplainado, e a edificao foi orientada conforme os quatro pontos cardiais; o solo era pavimentado. Dois blocos de pedra colocados, a cinco ou seis metros um do.

    O alto da colina era em forma de terrao, pavimentado de pedras quadradas, mais ou menos grandes. Cada pedra era polida dos quatro lados, de maneira a que pudessem ficar bem juntas. Existem ainda vrios metros de pavimentao no terrao inferior. Na direo oeste, uma escada conduz ao pico, com cerca de cem metros de altura. Encontramos uma outra runa em Kona.

    Existem vrias runas notveis nesse arquiplago.

    O CONTINENTE PERDIDO BAIXAR ATLANTIDA

    Ao que parece, ningum teve a idia de as estudar. Acredito mesmo que ningum at hoje havia notado a sua presena. Descrevi uma longa srie de vestgios gigantescos, e, no entanto, no recordei nem a metade do que se pode achar nas ilhas do Pacfico.

    Perante essas provas palpveis, o esprito lgico no pode chegar seno concluso de que num dado. E que tal continente possua uma alta civilizao. OS Maoris, indgena da Nova Zelndia, possuem muitas lendas e tradies de um passado remoto. Encontramos tambm entre eles muitos smbolos sagrados antigos. O mais surpreendente o Tat, ou Totem, que eles erigem na entrada de suas cidades.

    Ao empregar a palavra Tat, refiro-me ao vocbulo egpcio. Esses pilares eram utilizados. A Austrlia parece ser especialmente pobre em documentos antigos, lendas e tradies, e nela nada existe de extraordinrio, se estiverem certas minhas concluses geolgicas sobre esse continente.

    Tm-se, no obstante, descoberto figuras geomtricas gravadas toscamente sobre certos bumerangues das tribos do norte. O aborgine do norte da Austrlia com certeza o tipo humano mais inferior de toda a terra, inferior aos animais selvagens. Porm encontramos uma pintura rupestre australiana que, sem a menor dvida, anterior ao estado selvagem atual.

    Existem trs sinais notveis nesta pintura: em primeiro lugar, Ra, o sol, depois o nmero 3, smbolo de Mu, mostrado duas vezes, e finalmente um machado. Quando os ingleses se estabeleceram na Austrlia, o machado era completamente desconhecido pelos indgenas. Entretanto, nunca ouvi falar de lendas ou de tradies descobertas entre os aborgines da Austrlia. Os monumentos de pedra gigantescos das ilhas do Pacfico foram sempre um enigma para os etnlogos. Entretanto, estiveram sempre convencidos que uma grande civilizao deveria ter existido nessas regies.

    Acreditava-se que os polinsios brancos descendiam da raa branca original e parecer que os documentos e tradies descobertos nas vrias partes do mundo no Mxico, Amrica Central, ndia e Egito o confirmam.

    Na Amrica Central e no Mxico, a tradio reza que os primeiros habitantes desses pases foram de raa branca. Os maias, ou mayax, que construram os enormes edifcios cujas runas acham-se atualmente espalhadas por todo o pas, eram de raa branca. As inscries nos templos do Iucat revelam que eles vieram de terras que se estendiam a oeste da Amrica, ou seja, a Polinsia.

    A tradio guatemalteca faz igualmente meno de uma raa branca partindo da Amrica, em direo leste. Os documentos hindus nos falam que a parte central da ndia, o planalto do Deccan, foi em primeiro lugar colonizado por uma raa branca chamada maia, que tinha vindo da Birmnia, e que sua ptria se achava a uma lua de distncia em direo ao sol nascente, a leste da Birmnia, ou seja, a Polinsia.

    Fica assim provado que aqueles que chegaram na Amrica vieram do oeste, e os que vieram para a ndia chegaram do leste. Entre esses povos, encontrei uma tradio da Criao, concordando em seus mnimos detalhes com aquela dos povos antigos do mundo inteiro: Ellis, Polynesian Researches, Vol.

    I, pgina , nos diz: "Nas ilhas Sandwich diz-se que no incio a terra continha apenas gua, mas uma grande ave desceu do cu e botou um ovo no mar; o ovo, ao ser fecundado, deu nascimento ao Hawai". Esta era a cosmogonia dos antigos. Todos dizem que a gua recobria a superfcie da terra, e que a vida comeou por um ovo csmico colocado no mar.

    Os indgenas de Samoa possuem uma tradio segundo a qual "no incio a terra inteira estava coberta de gua". O Dilvio. O'Brien escreve em seu livro Mystic Isles of the South Pacific: "Na maior parte das ilhas polinsias existem lendas de um dilvio universal do qual poucos escaparam".

    Ado e Eva. Os polinsios fazem uma idia muito precisa da origem do universo e da do homem. Taaroa criou Araea do barro vermelho e soprou em suas narinas. Fez a mulher de um osso do homem e a chamou de Eva. Caim e Abel. Uma tradio de Tonga afirma que o filho do primeiro homem matou seu irmo.

    Uma tradio dos Estados Maoris declara a mesma coisa. Torre de Babel. Em Fidji, pode-se ver ainda o lugar onde foi construda uma imensa torre, porque os fidjianos eram curiosos e desejavam ver a lua de perto para saber se ela era habitada. Cosmogonia polinsia. Taiti: Taaroa, cujo nome se pronuncia diferentemente conforme os arquiplagos, foi o pai da cosmogonia taitiana. Sua mulher era Hina, a terra, e seu filho Oro, o senhor do mundo.

    Isso se refere cosmogonia mais antiga, ou seja, Trindade. Na poca da primeira civilizao da terra, eram conhecidas muitas cincias de difcil compreenso, que hoje esto no esquecimento, perdidas entre as duas civilizaes. Os adeptos da cultura antiga podiam andar sobre o fogo sem se queimar, como descreve a Bblia e o Popol Vuh. Podemos ver isso no Hawai e nas ilhas Fidji. H alguns anos, anunciou-se que em Samoa os cegos podiam ver atravs da pele.

    Os cientistas zombaram disso, e o pblico em geral considerou tal coisa uma fbula, uma inveno de algum jornalista. O seguinte trecho de uma reportagem do New York World, de seu correspondente em Paris, que descreve o mesmo fenmeno, serviu de desmentido aos risos dos cientistas que no queriam crer no mesmo fenmeno apresentado pelos indgenas de Samoa. Eis tal artigo: "No temos olhos apenas atrs da cabea como tambm sobre todo o corpo, e eles podem ser utilizados se soubermos utiliz-los.

    Eles afirmam, juntamente com o Sr. Romains, que sob a pele se encontram "pequenos olhos" rgos microscpicos ligados ao sistema nervoso e que no passam de olhos atrofiados. Jules Romains, segundo se diz, conseguiu treinar diversas pessoas para se utilizarem desses olhos.

    Eles podem distinguir as cores e ler com os olhos vendados. Alguns conseguem ver com o rosto e a ponta dos dedos, outros com o. Um deles conseguiu "ver" um chapu numa distncia de quatro metros. As faculdades desses pacientes, ao que parece, se intensificam depois de cada experincia.

    Todas essas lendas e tradies so assombrosas, e difceis de se acreditar, porque entre os selvagens que, h apenas dois ou trs sculos atrs, estavam isolados do resto do mundo, devemos reconhecer que existem lendas e tradies sobre a Criao e as primeiras aparies do homem que concordam perfeitamente com a Bblia.

    Podemos encontrar algumas aluses Me-ptria do Homem nos escritos dos filsofos da Grcia antiga. No ano de a. O alfabeto grego moderno composto de vocbulos maias, que formam uma descrio da destruio de Mu. A traduo a seguinte: "As guas se abatem sobre as plancies e as cobrem.

    Onde existem obstculos formam-se praias e os turbilhes de gua agitam a terra; as guas estendem-se sobre todo ser vivente e que se move, os fundamentos da terra cedem e Mu. Ficam fora d'gua apenas os picos das montanhas, os turbilhes sopram e o vento resfria a terra. No lugar dos vales existem grandes abismos glaciais. Nos pontos circulares formam-se lamaais.

    De uma abertura, saem vapores e lavas vulcnicas". Origem da cruz grega. Da forma como foi sempre conhecida, a cruz grega um mistrio que deixou mais de um cientista perplexo, porque ela encontrada junto a um grande nmero de inscries indecifrveis pelos arquelogos.

    Winter, em sua obra Guatemala, escreve pgina "O misterioso smbolo da cruz grega, que encontrado tambm nas pedras de Quiriga e de Copan, tem sido motivo de muitas con-jeturas entre os eruditos".

    Aparentemente, ningum conseguiu resolver este problema simples. A cruz grega fig. O hierglifo uma frase completa, no idioma de Mu, que se l U-luumil pronuncia-se Ou-lououm-il , o que significa "a terra de, o pas de", e por extenso, "o imprio de" ou "o reino de". Apesar de que em todas as inscries onde ele visto, representa uma dessas frases, conforme venha antes ou depois.

    A cruz grega confirma a minha traduo do alfabeto grego, e ambos confirmam a existncia de Mu, o imprio do Sol, que foi a Me-ptria dos gregos. Cara-Maia e significado Al, penoso; pa, quebrar; ha, gua Be, andar; ta, onde, lugar, plano, solo Kam, receber; ma, me, terra Tel, profundo, fundo; ta, onde, etc.

    Ep, obstruo; zil, margens; onom, turbilho Ze, agitar; ta, onde, terra, etc. Et, com; ha, gua Thetheha, estender; ha, gua Io, tudo que vive e se move; ta, onde, terra, etc.

    Ka, sedimento, obstruo; pa, quebrar, obstruir Lam, submergir; be, ir, andar; ta, onde, terra, etc. Mu, Mu Nu, ponta, cume, pico Xi, subir, aparecer em cima Om, turbilho; ik, vento; le, lugar; on, circular Pi, colocar pouco a pouco La, at que; ho, vir Zi, frio; ik, vento; ma, terra, me, etc.

    Ta, onde; u, fundo, vale, abismo, etc. U , abismo, etc; pa, cisterna; zi, frio, vapor; le, lugar; on, circular. Pe, vir, etc. Esses novatos emigrantes de Mu chamavam-se Maias. Todos aqueles que saram da Me-ptria, para onde quer que fosse, eram assim denominados. Essa colonizao deve ter comeado pelo menos Uma dessas colnias teria tido uma populao de "mais de 35 milhes de almas".

    Pude determinar os caminhos seguidos pelos colonizadores da Me-ptria de Mu, de acordo com os vestgios mais antigos deixados pelo homem, dos quais, na maioria dos casos, a sua histria incompleta aparece sob a forma de escritos simblicos, ideogramas ou desenhos. Tudo indica que essa imigrao teve duas direes principais, incluindo muitas direes secundrias e retornos, uma na direo do Leste e outra para o Oeste.

    No me foi possvel descobrir nenhum vestgio, nenhuma pista indicando ter sido a primeira realizada, nem a data aproximada da primeira expedio colonial de Mu. Entretanto, sabemos onde elas se situavam. Os colonos vindos de Mu para Leste se estabeleceram no que hoje a costa oeste da Amrica do Norte e da Amrica Central, e os que seguiram para o Oeste se instalaram no leste e sudoeste asiticos.

    As colnias possuam um smbolo, um sol elevando-se no horizonte, sem raios. Quando uma colnia havia evoludo em grau suficiente para se autogovernar, sob a soberania de Mu, tornava-se um imprio colonial e era nomeado um chefe ou governador; o smbolo mudava, e o imprio passava a ser representado por um sol com raios, subindo no horizonte. O chefe ostentava o. Muitos estudiosos da Antiguidade notaram que os reis e imperadores dos tempos antigos adotavam o ttulo de "Filho do Sol", mas foram sempre incapazes de explicar o motivo.

    Para encontrar a explicao, devemos retroceder ao primeiro imprio da terra, o Imprio do Sol, a Me-ptria do homem, para o qual foi criado este emblema.

    Emblema ou braso real de Mu O emblema real de Mu, Imprio do Sol, no era um simples desenho concebido ao acaso porque cada trao do mesmo possua um significado exato, como indicam a sua decifrao e traduo: A. A forma de escudo representa a letra estilizada M, uma das letras do alfabeto hiertico de Mu.

    Era uma letra simblica e, de fato, era o prprio nome, pois essa letra era pronunciada Mu ou Mou. Esse hierglifo a pequena figura central do escudo e l-se U-luumil Ou-lou-oum-il o que significa "Imprio de". O crculo em torno desse hierglifo uma imagem do sol, de tal forma que em conjunto lido "O Imprio do Sol". A forma do escudo sendo um prefixo, fica "Mu, o imprio do Sol". O sol com oito raios, simbolizando os pontos cardiais, significa assim que a Terra toda dominada por Mu.

    O trao que envolve os raios um smbolo do universo e este se referindo ao homem, isto , Terra. Os raios de influncia de Mu, portanto, atingem toda a humanidade. Dessa forma, o braso real de Mu nos revela que toda a humanidade da Terra estava sob seu domnio.

    Mu era dona de todo o globo, e isso confirmado pelo Codex Cortesianus, no qual Mu chamada de Chefe. As tradies informam-nos que quando Mu se tornou um imprio, o chefe hiertico foi escolhido para se tornar rei, ou imperador.

    O chefe hiertico representava a Divindade, no ensino religioso. O sol, chamado Ra, era o smbolo coletivo, e o mais elevado da Divindade e, portanto, o smbolo do "Rei dos Reis". Escolhido para ser rei, o chefe hiertico tomava o ttulo de Ra, smbolo tanto do sol como do monarca. Assim foi dado um novo nome Terra, que chamada de Imprio do Sol. No se sabe em que data foi fundado o imprio do Sol. Foram localizados reinos e imprios sob a sua jurisdio alm de 35 mil anos atrs, apesar de a fundao do imprio do Sol remontar a muito mais do que isso.

    Ele pode ter existido j h mil anos ou h dezenas de milhares de anos. No existe. Ao que parece, medida que as vrias colnias da Me-ptria cresciam e se tornavam bastante poderosas para se governar a si prprias, eram transformadas em imprios ou reinados, mas sempre sob o domnio da Me-ptria, no passando a Terra toda de uma s famlia com um nico chefe.

    Quando isso acontecia, o primeiro rei pertencia famlia real de Mu, ou podia ser, em alguns casos, eleito. No obstante, o novo rei recebia o ttulo de Filho do Sol, o que no significava que ele fosse filho do astro celeste mas sim da dinastia do Sol, do Imprio do Sol, ou filho de Mu. O emblema do novo rei continua sendo o sol, mas a fim de mostrar que ele era sujeito Me-ptria, do qual ele era apenas uma parte, o escudo trazia apenas um sol levante surgindo no horizonte com seus raios.

    Valmiki, o antigo historiador hindu, diz ao falar dos trabalhos dos maias na ndia: "Antes que o Sol surja no horizonte", querendo dizer com isso que a colnia hindu havia-se transformado num imprio. Quando a colnia maia do Deccan, na ndia, foi transformada em imprio, o primeiro rei se chamou Ra Ma.

    Seu emblema era o sol levante surgindo no horizonte. Ele tinha o ttulo de Filho do Sol. Diz-se que os marajs de Udipoor so os descendentes diretos de Ra Ma. Nesse caso, os seus antepassados eram reis h mais de 30 mil anos. No h dvida que se trata da mais antiga dinastia real do mundo. O sol levante atualmente o emblema de vrias naes, entre as quais o Japo, a Prsia e certas repblicas da Amrica Central.

    Para diferenciar o sol poente do sol levante, os antigos tinham o costume de representar o segundo com raios e o primeiro na forma de um simples disco.

    Aps o desaparecimento trgico de Mu, toda vez que se representava Mu com o sol, era invariavelmente na forma de um sol poente.

    Traduo: Fig. Traduo livre: "Mu, o Imprio do Sol, caiu em um abismo; est numa regio de trevas, onde nunca brilha o sol. As outras terras do Oeste foram submersas juntamente com ele.

    Sua coroa no reina mais sobre a Terra". O formato do hierglifo , em si, um abismo estilizado. Letra hiertica significando "Mu, as Terras do Oeste".

    Mais misterioso que Atlântida: conheça Lemúria, o continente perdido - Mega Curioso

    O smbolo numrico da Me-ptria trs representando Mu. Letra hiertica M do alfabeto da Me-ptria. Figura geomtrica com trs pontas, o smbolo empregado para representar Mu, indicando sua posio geogrfica.