CARVAO ENXOFRE E SALITRE BAIXAR

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    O funcionamento baseava-se no princípio de projéctil cortar sucessivamente os fios de dois circuitos eléctricos, cada um deles montado num alvo e ligado a um pêndulo isócrono.

    O cronógrafo apresentado em 1 pelo major de artilharia Le Boulengé, de nacionalidade belga, e sucessivamente aperfeiçoado, estava adoptado em quase todas as nações europeias em finais do século XIX. Mas foi o seu aproveitamento com fins balísticos que levou seguramente ao incremento do fabrico. As primeiras menções de artífices polvoristas de que se tem conhecimento datam do reinado de D. Noutra carta, datada de 1 , o rei concede licença ao bombardeiro Balthazar de explorar salitre em todos os lugares do reino, o que leva a crer que também se dedicaria ao fabrico da pólvora.

    Conhece-se ainda uma carta dirigida por D. Afonso V, em 1 0 de Abril de 1 , aos procuradores dos mesteres da cidade de Lisboa, em que o rei proíbe que se recolha pólvora em casas e armazéns da cidade, lembrando que devia ser armazenada na Torre da Pólvora.

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    Na carta régia enviada a Fernando, refere-se, tal como se indicou no capítulo anterior, que era castelhano, bombardeiro e mestre do salitre. A maioria das referências documentais corresponde ao reinado de D. Manuel e de D. Além de mestre da pólvora, era principalmente mestre fundidor de artilharia. Outro importante mestre polvorista que exerceu a sua actividade la Í ndia, no reinado de D.

    Na época do governador Nuno da Cunha 1 - 1 os arsenais da Í ndia parece terem alcançado um elevado grau de aperfeiçoamento pois tudo o que respeitava a material de guerra lhe merecia um especial cuidado ap.

    El-rei D. Francisco da Gama, tendo sido concluída em 1 pelo Conde de Linhares. Situava-se em Panelim entre o hospital e a capela de S. Salvador, na Capitania da Baía de Todos os Santos.

    Em iníc ios do século XVII o licenciado António Ferreira de Betencor ofereceu-se a Filipe II para mandar vir para os Açores um salitreiro para descobrir e lavrar salitre, e um polvorista para fabricar pólvora, a troco de certa benesse.

    Sabe-se que Affonso Martins acompanhou D. No reinado de D. M i guel? Em 1 , D. António, que novamente se fez, também da mesma forma forrado, e todos estes correm risco com o fogo que continuamente se deita nas festas das igrejas circunvizinhas, que sobre estes telhados veem muitas vezes cair os foguetes". Nos primeiros anos do século XVIII construiu-se uma nova torre em Beirolas para depós-to da pólvora, ficando a da Lapa da Moura para salitre e enxofre op.

    Todos os navios de longo curso eram armados em guerra adquirindo pólvora para este armamento, de que também se serviam para o comércio. Cada canal tinha nas suas margens dois edifícios com moinhos, tendo existido um total de 1 0 moinhos. Uma das lagoas de Ruidera, a "laguna deI Rey " actuava como sistema regulador. As pias eram talhadas na pedra e os pilões idênticos aos de Villafel iche. Os sistemas de fabrico da pólvora instalados no Ultramar Espanhol apoiaram-se em modelos desenvolvidos no Continente Europeu, em particular no de Villafeliche.

    Oitenta mestiços faziam mover os granisadores. O grande químico francês Loui s Proust, director do Real Laboratório de Química de Segóvia, ao analisar, em 1 , amostras de pólvora de Lima verificou ser esta de qualidade superior à produzida em Villafeliche que na época era afamada.

    Nos finais do século XV, reinado de D. Segundo consta, poderia "arbitrar à fazenda servir-se desta propriedade pelo prazo de quatro moios de trigo por anno". O governo contratava-lhes o fornecimento de pólvora mediante preço estipulado por quintal ; em contrapartida, fornecia o salitre. Segundo consta de diversos documentos, em 1 só existiam três polvoristas em todo o Reino. Aí residia com a sua família. Que lhe seria entregue o sitio do moinho que estava arruinado em Barcarena, na fabrica da pólvora de sua A lteza a qual fabrica, elle polvorista reedificaria à sua custa.

    Constava ainda do contrato que o fabricante se comprometia a produzir pólvora de igual peso às arrobas de salitre fornecido, recebendo réi s por cada quintal de pólvora produzida, vigorando esse contrato pelo período de doze anos de Julho de 1 a Julho de 1 e estendendo-se aos seus herdeiros.

    As Indústrias Militares e As Armas de Fogo Portáteis no Exército Português

    Joío V. Recompensado pelo êxito da sua empresa, Cremer vê-se agraciado com o título de "Intendente das Pólvoras do Reino". Por decreto de 30 de Junho do mesmo ano, passa a Junta dos Três Estados a superintender no "negócio da pólvora" por se considerar que seria mais seguro para o reino que o seu fabrico se efectuasse por conta da Fazenda sob alçada do Ministério da Marinha.

    Era, pois, restaurada, pelo Marquês de Pombal, a Tenência criada por D. Segue-se novo período de abandono, em parte devido à desordem administrativa gerada desde 1 , mas iniciada anteriormente. A média anual do fabrico em 1 75 3 e 1 é de arrobas, muito inferior à atingida no tempo de Cremer. José, no Terreiro do Paço.

    Pretendendo fazer face à indisciplina e irregulariedades verificadas no serviço, é colocado como Director o Sargento Mor de Engenheiros Luís António de Almeida Pimentel a 28 de Março de 1 sucedido pelo Major José Joaquim Talaia a 1 de Janeiro de 1 A este'" respe-to,. Este documento encontra-se depositado no Arquivo Histórico Militar, existindo fotocópia autenticada no Arquivo Histórico Municipal de Oeiras.

    Nesta época, o fabrico da pólvora desenvolve-se a nível técnico, aumentando muito os conhecimentos no que desempenha papel relevante o tratado de Artilharia de Johann Muller. Tenente Coronel fizeram com que o mesmo alterasse o doseamento e todos os melhoramentos que Napion introduzira no fabrico ".

    De tais experiências, concluiu-se que ". Em 1 é de novo administrada pelo Arsenal do Exército. Do que se passou durante estes anos pouco se sabe.

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    Ao comandante foi conferido o grau de oficial da Torre e Espada. O Arsenal deu origem a diversos estabelecimentos. Seria consagrado por mausoléu, que nunca chegou a ser edifi- cado. O fabrico da pólvora negra, a que se deveu quase exclusivamente a sua importância, envolvia perigos reais, expressivamente documentados pelas numerosos acidentes mortais ali ocorridos.

    Desde 1 possuía moinhos de pólvora em Barcarena, especialmente na Fazenda de Gaspar Freire de Andrade. É-lhe concedido o Título de Intendente da Pólvora do Reino.

    Mudou o sistema de fabrico da pólvora. Introduziu melhorias técnicas. Napion ôra para o Brasil, acompanhando o Príncipe Regente. Provocou a morte de nove pessoas. Ardem 1 kg de pólvora. O seu comandante é agraciado com o grau de oficial da Torre e Espada. Desactiva a linha de fabrico de pólvora negra. Consequentemente, seria insignificante a parte destinada ao comércio, dada a referida escassez do produto. Nesse período essa parte era ínfima, tanto que- ainda se importava grande quantidade de pólvora, especialmente da Holanda, que se destinava sobretudo ao consumo interno.

    Realizava-se assim desde 1 em casas contruídas para esse efeito: ". Que em quanto à póLvora fabricada no " Reino, podesse ser transportada de uns para outros portos sem pagar direito a Lgum de entrada ou saída, podendo-se com eLa negociar e traficar no interior das mesmas conquistas. Nesta época atinge-se um período de prosperidade a nível do comércio da pólvora.

    Em 1 é criado no Arsenal do Exército um cofre, denominado Cofre Grande da Pólvora, com um tesoureiro próprio. Durante 30 anos a venda da pólvora constituíra uma fonte de riqueza para o Estado, apesar do elevado preço de venda e das dificuldades que se opunham à liberdade do seu comércio. Todavia, a prosperidade alcançada é de novo cerceada devido novo estado de guerra com os Franceses. Nesta época ganha incremento o contrabando de pólvora, apesar das medidas que o contrariavam.

    Em 1 8 1 7 como se se verificasse uma quebra na venda da pólvora, a Portaria de 30 de Abril diminuía o preço daquele produto. Este facto deve-se a diversos factores de peso, destacando-se a forte concorrência do comércio estrangeiro e do próprio acolhimento das populações autóctones. Criando medidas mais tolerantes procurava o governo desencorajar o contrabando. Ponte da Ferraria, Planta de 1 8 1 7. VIII, nota IX, nota Nela é mais evidente o cuidado posto na sua Fot.

    Ano 1940\Edição A00096 - Pag: 23

    No referido cunhal e no que lhe fica oposto, na fachada meri- dional, observam-se duas fases construtivas bem diferenciadas. Tais aspectos configuram duas Fot. Cunhal sudeste da fachada principal constituído por blocos de cantaria evidenciando. A mais recellte. PER F. COIII realce dos circlli ls -, ii! O enxofre era moido n 'uma galga movida a bois, sendo depois passado por peneiro a que dava movimento de vae-vem. Os três ingredientes para o fabrico da pólvora tinham origens distintas.

    O produto era depois expedido para B arcarena.

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    Segundo os referidos autores p. Tal sítio correspondia ao extinto convento dos frades cartuxos, ainda hoje existente.

    Em B arcarena "era costume aproveitar as agoas de inveno para fazer o encasque. A época mais vantajosa para granisar a pólvora era aos quinze dias depois da encascada, segundo experiências efectuadas em Barcarena em 1 O abandono d a harpa ocorreu antes 1 Tal aparelho constava de um caixilho octogonal Fig. Cada unidade, ou granisador propriamente dito, era constituído por três peneiras sobrepostas.

    XXX, nota 1 0 1. A prensagem era executada por seis homens. Em Barcarena, no tempo de Napion, produzia-se pólvora de, pelo menos dois calibres, e dentro destes, de diversas qualidades. O posterior declínio da qualidade da pólvora é bem demostrado pelos resultados dos ensaios de 22 e 24 de Novembro de 1 em que o alcance foi apenas de 1 1 9 braças.

    O melhor resultado com a pólvora grossa foi obtido com a do ano de 1 8 1 6: atingiu-se a distância de 97,7 braças, apenas ligeiramente superior à correspondente à homóloga, da experiência de 1 idem, p. A qualidade do produto continou a descer; novas experiências efectuadas no Campo Grande, em 1 1 de Junho e em 5 de Julho de 1 , vieram demonstrar acentuada quebra idem, p.

    Segundo o esboço de planta datado de 1 6 de Novembro de 1 , da autoria de Joaquim Nunes da Matta cujo original se guarda no Fig. Fragmento da planta de zona sul, margem direita. Em ambas as plantas observa-se, junto do edifício anterior, um edifício de planta hexagonal e cobertura em seis gomos, servindo como "acumulador da prensa". A importância da electricidade é reforçada pelo edifício da central hidroeléctrica inaugurada em 1 e respectivos engenhos de galgas movidos a electricidade.

    Nos anos 40, o desenvolvimento do fabrico de novos explosivos, Fot. Em consequência, construíram-se novas instalações e ampliaram-se outras. A ribeira de Barcarena era também utilizada para receber as Fot. As clarabóias e minas enconrram-se represenradas a escala dez vezes maior. Na parte cartografada, até Tercena, perfaz o comprimento Fot. Um pouco a montante da referida galeria, existe uma outra, Fot. Tal facto expl ica-se pelas condições hidrogeológicas regionais.

    Cerca de 20 m a montante da entrada na caldeira dos engenhos de baixo, o aqueduto tem "um registo que se abre e a faz correr encana- da " junto ao muro do pomar até atravessar a ribeira por um passadiço Fig. No açude inserem-se actualmente duas descargas, uma sensivel- mente a meio do seu desenvolvimento e a outra adjacente à tomada de Fot.

    Trata-se de alterações ao açude original. O aqueduto de c i ma desenvolve-se ao longo de m, coberto pelo terreno ou sob construções recentes e apresenta soleira de alvenaria rebocada e abóbada de t ij oleira, n u n s trechos, e lajes de pedra colocadas em V i n vertido, noutros.

    O aqueduto de baixo desenvolve-se ao longo de m, coberto pelo terreno ou sob construções e pav i mentos. No trecho d e j u sante apresenta a solei ra d e 1 , 50 m d e largura, pés dire i tos de 1 , 1 0 m altura, construídos de alvenaria rebocada e abóbada de t ij oleira de 0,45 m de altura sobre as n ascenças. CCXLII , a leste com uma fachada sem aberturas e a oeste com um muro com remate de cantaria, 1 ,75 m acima do fundo da caldeira. A lçada principal. Ver Fig.