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GENEXUS REPORT VIEWER

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    Nome: genexus report viewer
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    Existe uma clusula opcional de nome Level que permite modificar o nvel por default de disparo de uma regra, alterando-o por um nvel posterior. O valor default depende da gerador selecionado. Belo Horizonte, O primeiro problema enfrentado no desenvolvimento de aplicaes a obteno do conhecimento da realidade. Do While A escolha de apresentar o ano com 2 dgitos ou 4, se configura com a propriedade Picture de cada atributo. Por exemplo, supondo que o nome do cliente no chave na tabela de CUSTOMER seus valores podem se repetir poderemos definir um ndice de usurio duplicate para o atributo CustomerName, sendo muito til para realizar consultas e relatrios que necessitem que sejam ordenados por nome. Sign Up.

    report viewer genexus Grátis baixar software em - UpdateStar. genexus report viewer standalone utility Grátis baixar software em - UpdateStar. GENEXUS REPORT VIEWER BAIXAR - É possível também setar valor nulo 0 para N. O valor default depende da gerador selecionado. Cada atributo possui. BAIXAR GENEXUS REPORT VIEWER - O valor default depende do gerador. Subfile Ordena o subfile pelo atributo especificado. Queria saber se tem alguma . BAIXAR GENEXUS REPORT VIEWER - A primeira parte dos parâmetros representa a data e a segunda parte a hora. Tabelas que podem ser alcançadas pela.

    Rogério Dec 2 Arquivos Statics Alguém sabe como usar repott arquivos statics para melhorar o desempenho e velocidade do site? N 2 Retorna o dia de uma data informada. Piscando — No display: Algo q tambien me gustaria saber es si contemplan la posibilidad que a nivel de tabla se pueda especificar el esquema de la base de datos en la que se quiere ubicar viewsr de esta manera yo pueda tener 2 tablas con el mismo nombre en diferente esquema. Vinicius Vieewr 55 6.

    Sizable Este é genesus valor default. O valor default é 9. Problemas ao fechar splash screen do RAD v7. Visual Basic e Visual Foxpro. Tem como melhorar a performance dessa query?

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    Retângulo Determina a cor usada para preenchimento do retângulo. O valor default é 7. Depois deve pressionar o boto Confirm. Transaes Master Pages As Master Pages fornecem uma forma de centralizar o layout e o comportamento comum em somente um objeto e reutiliz-lo em qualquer outro objeto sem ter que programar. Criar e manter cada pgina de uma aplicao Web assegurando a consistncia com o resto do site toma grande tempo de programao. PromptMasterPage: Para os prompts. As Master Pages fornecem uma forma de centralizar o layout e o comportamento comum em um objeto somente e reutiliz-lo em qualquer outro objeto sem ter que programar.

    Isto significa que a modificao de alguma parte do layout ou do comportamento comum to fcil como modificar em um nico objeto e pronto! Em uma mesma base de conhecimento podem ser definidas quantas Master Pages como se deseje. Quando estudarmos o objeto Web Panel compreenderemos que uma Master Page ser em particular uma Web Panel categorizado como Master Page com todo o Layout e comportamento comum a todas as pginas do site, dentro deste objeto se deixa um espao para carregar em cada oportunidade a pgina que corresponda o contedo varivel do site.

    Isso se faz no controle presente no form de nome Content Placeholder. As pginas web que implementam o contedo varivel, se associam a Master Page, de maneira que cada vez que sejam executadas, carreguem com esse contexto o da Master Page. Como ser visto quando executar, o programa de reorganizao agrega uma rotina para criar os registros de produtos na tabela PRODUCT com essa informao pr-existente.

    O que acontecer se existia o mesmo produto em vrias linhas de diferentes faturas? O conceito de integridade referencial um conceito que se refere s bases de dados relacionais. Se refere que deve fazer a consistncia entre os dados das diferentes tabelas de uma base de dados relacional. As tabelas de uma base de dados relacional esto relacionadas por atributos que tem em comum. Estas relaes implicam que os dados das tabelas no sejam independentes, ou seja, ao inserir, modificar ou eliminar registros de uma tabela tem que ser levado em considerao os dados das outras tabelas para que sempre se conserve a consistncia da informao na base de dados.

    A relao entre elas pode ser representada com o diagrama mostrado. No Diagrama de Bachman, a seta simplesmente representa a existncia de uma instancia da tabela mostrada, para cada instancia da outra para cada cliente existe um e somente um pas. A seta dupla representa a ocorrncia de vrias instncias da tabela apontada, para cada instancia de outra tabela para cada pas, existem muitos clientes. Na transao Customer: se inserir um novo registro, ou se modificar o CountryId de um registro.

    Na terminologia GeneXus, dizemos que existe uma relao de subordinao entre ambas as tabelas. Devido a esta relao entre as tabelas, a informao contida nelas no independente, e necessrio realizar controles para que os dados sejam consistentes. GeneXus gera os programas associados as transaes, incluindo no cdigo gerado estes controles de Integridade Referencial.

    Por esta razo, se o usurio final insere ou modifica um cliente atravs da transao "Customer", validado automaticamente que o valor ingressado no cdigo de pas CountryId, exista como chave primria de um registro na tabela COUNTRY.

    Em caso de falhar este controle de integridade referencial, uma mensagem mostrada ao usurio indicando que no se encontrou esse pas.

    Os ndices so vias de acesso eficientes as tabelas. GeneXus cria automaticamente alguns deles, e outros devero ser criados pelo programador quando este assim o determine, baseando-se em critrios de otimizao. Existem quatro tipos de ndices em GeneXus: Primrios Estrangeiros De usurio Temporrios De todos eles, os nicos que no so criados automaticamente por GeneXus so os de usurio.

    Enquanto aos tipos de ndices que so criados por GeneXus, a diferena que existe entre eles o momento em que so criados e o tempo durante o qual se mantm.

    Por que criar ndices primrios e estrangeiros para as tabelas no incio de forma automtica, sendo que depois devem ser mantidos? Por existir esta relao, o GeneXus inclui nos programas associados s transaes "Country" e "Customer", os controles de integridade referencial pertinentes. Estes controles so: Se o usurio final insere ou modifica um cliente atravs da transao "Customer", ser validado automaticamente assim que o valor ingressado na chave estrangeira CountryId exista como chave primria de um registro na tabela COUNTRY.

    Caso o controle de integridade referencial falhe indicado ao usurio que no foi encontrado este pas. Para controlar isto, deve-se buscar na tabela COUNTRY a existncia de um registro que tenha esse valor de CountryId como chave primria; devemos consultar a tabela COUNTRY, buscando pela chave primria, sendo que, a busca pode ser otimizada se existir um ndice pela chave primria em dita tabela.

    Se o usurio final tentar eliminar um pas atravs da transao "Country" validado automaticamente que no existam clientes no pas atribudo com chave estrangeira; em caso de encontrar um registro na tabela CUSTOMER, cujo valor de chave estrangeira CountryId seja o que se deseja eliminar, ser indicado ao usurio que no possvel eliminar o pas j que do contrrio ficariam dados inconsistentes na base de dados.

    Esta busca ser otimizada se existir um ndice por CountryId na mesma. Controle de unicidade de chave primria Outro controle que o GeneXus tambm inclui nos programas associados s transaes a unicidade da Chave Primria; isto , em nenhuma tabela podero existir dois registros com o mesmo valor na Chave Primria. Para controlar isto, quando o usurio final tentar inserir um registro, validado automaticamente que o valor ingressado para a Chave Primria, no exista como Chave Primria de outro registro na tabela.

    Para fazer esta busca com eficincia, devemos utilizar o ndice primrio da tabela. Concluindo, o GeneXus ao criar cada tabela da base de dados, cria tambm seu ndice primrio, e um ndice estrangeiro por cada Chave Estrangeira que a tabela contenha.

    A criao destes ndices permite realizar os controles de integridade referencial e de unicidade de chave primria acessando as tabelas de forma eficiente. Integridade Referencial ndices de Usurio O analista os cria sobre uma tabela. Deve ser categorizado conforme for aceito valores repetidos duplicate ou no unique.

    No so definidos automaticamente. Dividem-se em duplicate e unique: Um ndice de usurio duplicate definido para atributos de uma tabela que possam ter vrios registros com o mesmo valor nos mesmo isto , se define para atributos que no so uma chave candidata. Este tipo de ndices se define fundamentalmente para acessar os dados ordenados por determinados atributos de forma eficiente.

    Por exemplo, supondo que o nome do cliente no chave na tabela de CUSTOMER seus valores podem se repetir poderemos definir um ndice de usurio duplicate para o atributo CustomerName, sendo muito til para realizar consultas e relatrios que necessitem que sejam ordenados por nome.

    Um ndice de usurio unique utilizado para especificar que um conjunto de atributos chave candidata em uma tabela diferente da chave primria. Esta a forma de representar chaves candidatas no modelo de dados. Com isso conseguimos que o GeneXus incorpore automaticamente o controle de unicidade correspondente nas transaes associadas. A forma de definir chaves candidatas no modelo de dados atravs de ndices unique. GeneXus passar a incorporar controles nas transaes, utilizando o ndice, para no permitir a insero de registros duplicados.

    Ao tentar ingressar um novo cliente com nome Ann Jones a transao dar um erro de registro duplicado. Dizemos que cada um desses conjuntos uma chave da tabela. Depois, o analista escolhe uma das chaves como a chave primria. GeneXus identifica a chave primria da tabela de acordo com os atributos que foram qualificados pelo analista com o smbolo da chave.

    Vamos supor que na realidade alm de poder identificar um cliente por seu cdigo ou possa ser identificado por sua carteira de identidade.

    Ao indicar que CustomerId o identificador da transao, o GeneXus cria automaticamente um ndice primrio para dito atributo e controla a unicidade dos valores ingressados para o mesmo. O que acontecer com a carteira de identidade do cliente? Ao ser este atributo chave, queremos que o GeneXus garanta da mesma forma, no permitindo que seja inserido um registro, j existindo outro com o mesmo valor da carteira de identidade CustomerSSN.

    Para poder fazer este controle de forma eficiente, o GeneXus deveria ter um ndice para cada atributo chave. A forma de definir em GeneXus que um atributo ou um conjunto de atributos Chave alternativa ou candidata e que para tanto deve-se checar sua unicidade, definindo um ndice de usurio composto por esse atributo ou conjunto de atributos, e o qualificando como unique ao invs de duplicate, que o valor por default de um ndice de usurio.

    A partir da, GeneXus inclui na lgica da transao esse controle de unicidade utilizando esse ndice definido pelo usurio. Em resumo, as transaes GeneXus realizam automaticamente os seguintes controles:. Integridade referencial. Unicidade de chave tanto primria como candidatas Integridade Referencial ndices Temporrios So criados automaticamente, sob certas condies, quando so necessrios, e so eliminados quando termina a execuo do objeto que os criou. Se deseja acessar os dados ordenados por determinados atributos, mas no se deseja criar um ndice permanente para ele: GeneXus cria um ndice temporrio.

    Em algumas plataformas, as consultas para as quais se quer obter o resultado ordenado por determinados atributos, e no existe o ndice de usurio, so resolvidos pelo DBMS correspondente sem a criao de ndices temporrios.

    O usurio pode resolver deixar de utilizar um ndice temporrio, criando um ndice de usurio. Para cada atributo no inferido, e que no seja o identificador na estrutura de uma transao, possvel definir para a tabela associada se vai ser nulo ou no. Permitir o valor null para um atributo dado, significa que pode em certas circunstncias, ser ignorado visto que valor no especificado. Por outro lado, o atributo no permitindo valor null, um valor vlido deve sempre ser atribudo a ele. A propriedade Nulls apresentada como coluna no editor de estrutura de transaes , permite configurar para cada atributo se admite ou no valor null na tabela associada.

    Os atributos que podem ser configurados desta forma, so aqueles armazenados nas tabelas associadas na transao isto , no inferidos sempre e quando no forem atributos primrios nestas tabelas j que por definio as chaves primrias no suportam valor null.

    O atributo na tabela associada, no permitir valor null - Yes: o atributo na tabela associada, admitir valor null. Os valores possveis de serem configurados para essa propriedade Nulls so: No: significa que o atributo no permite o valor null na tabela associada valor por default Yes: significa que o atributo permite o valor null na tabela associada.

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    Ou seja que modificar o valor da propriedade Nulls para um atributo vai implicar em executar uma reorganizao para redefinir a nvel da base de dados o suporte de nulabilidade do atributo em sua tabela. Integridade Referencial Gerncia de nulos Repercusso em controles de integridade referencial. Repercusso em controles de integridade referencial A definio de nulls para atributos que formam uma chave estrangeira diz ao GeneXus quo forte a referncia a outra tabela.

    Se nenhuns dos atributos que compem uma chave estrangeira permitem valores nulos caso 1 , trata-se de uma referncia forte tambm conhecida como not null reference , j que estabelecido que a FK dever sempre apontar a um registro existente da tabela referenciada. Outro caso, se uma chave estrangeira que tenha pelo menos um atributo que suporte nulos caso 2 , se estabelece uma referncia fraca tambm conhecida como null reference , j que se algum dos atributos que formam parte da chave estrangeira so nulls, ento a referncia no ser checada.

    Quando uma chave estrangeira composta e os nulos so permitidos para alguns de seus atributos, podem aparecer novas referencias no checadas caso possua referncias fortes se os atributos restantes compem tambm uma chave estrangeira. Integridade Referencial Gerncia de nulos Diferena entre valor empty e null para atributos: empty: um valor 0 para Numeric, para Character, etc.

    Significa que o valor deve ser considerado como: no especificado no disponvel no atribudo desconhecido. Mtodos para trabalhar com nulos e vazios IsEmpty, IsNull: devolvem true quando o atributo contem respectivamente. SetEmpty, SetNull: configuram no atributo o valor empty ou null, respectivamente. IsNull ;. Os critrios de normalizao do desenho da base de dados servem para minimizar a possibilidade de inconsistncia dos dados.

    Uma base de dados desenhada desta maneira tem uma srie de vantagens importantes tanto assim que atualmente a normalizao de dados um padro de desenho , mas que deve ser considerado tambm alguns inconvenientes. O inconveniente mais notrio que os dados se encontram dispersos em muitas tabelas, e muitas vezes quando se quer realizar consultas mais ou menos complexas base de dados, devemos consultar uma quantidade importante de tabelas. Assim, por exemplo, se o seguinte Diagrama representa nosso modelo de dados:.

    Para simplificar esta tarefa GeneXus utiliza o conceito de tabela estendida. Chamamos tabela base a qualquer tabela da base de dados na qual estamos posicionados em determinado momento; e dada certa tabela base, sua tabela estendida alcanar todos os atributos da prpria tabela base, mas todos os atributos das tabelas que tenham informao relacionada unicamente com a tabela base relao N-1 desde a tabela base, direta e indiretamente.

    Utilizando o diagrama fcil determinar qual a tabela estendida correspondente a uma tabela base qualquer: Partindo da tabela base, devem-se seguir as relaes N-1 devem-se seguir as setas que tem ponta dupla partindo da tabela base e ponta simples no outro extremo. Todas as tabelas as quais se pode chegar seguindo as setas que representam relaes N-1 da tabela base, formaram parte de sua tabela estendida. O seguinte quadro mostra a tabela estendida correspondente a cada uma das tabelas de nosso modelo de dados:.

    Regras So utilizadas para definir o comportamento das transaes. No objeto transao as regras cumprem um rol muito importante, j que permitem programar seu comportamento por exemplo: atribuir valores por default, definir controles sobre os dados, etc.

    So escritas de forma declarativa, ou seja, a ordem em que se escreve no significa a ordem de execuo. Podem envolver os atributos definidos na estrutura da transao, assim como as variveis definidas dentro do objeto, constantes e funes. Somente so vlidas dentro da transao na qual esto definidas, ou seja, so locais.

    Para um atributo poder ser referenciado em regra, o mesmo deve estar includo na estrutura da transao seja que pertena a alguma das tabelas base associadas da transao ou as suas tabelas estendidas. Algumas regras vlidas para transao so: Default OBJETIVO: Permite atribuir um valor por default para um atributo ou varivel; o valor por default inicialiaza o atributo ou a varivel quando est sendo realizada uma insero atravs da transao modo Insert , mas o usurio final pode alterar esse valor se no for o desejado.

    Anloga a anterior, a diferena que ao invs de utilizar a varivel do sistema today, se utiliza a funo Today que devolve a data correspondente ao dia. Nota: O tipo de dados da expresso deve coincidir com o tipo de dados do atributo ou varivel. Como se pode ver, a condio opcional; se ela no for definida, a atribuio realizada sempre.

    A atribuio a um atributo, implica sua atualizao no registro que corresponda. A atribuio a um atributo, implica em sua atualizao no registro que corresponda. As regras de atribuio podem ser definidas aos atributos de alguma das tabelas bases associadas a transao, incluso de suas estendidas. Isto significa que os atributos inferidos podem ser atualizados em uma transao sendo necessrio os declarar na estrutura. Serve para definir os controles que os dados devem cumprir.

    Quando a transao executado como business component estudaremos este tema mais adiante , ao disparar o error, gera um entrada no SDT messages, com identificador msgId. No permite continuar at que o usurio ingresse um nome no campo CustomerName ou abandone a transao nesse caso no realizada nenhuma atualizao na base de dados.

    Com esta regra, se o usurio tentar realizar uma eliminao, a condio dar True e se dispara a regra, evitando a eliminao. Observar que a sintaxe exatamente a mesma. Mostra a mensagem do primeiro parmetro, se a condio satisfeita, analogamente a regra Error; mas a diferena desta ltima, permite continuar com a execuo se a condio segue sendo satisfeita. Do mesmo modo, se a transao business component1, se disparar a regra gera entrada no SDT messages.

    As mensagens de advertncia so mostradas no Error Viewer. A diferena que ocorre com a regra Error, que aqui permitido continuar a execuo, pois no se trata de um erro e sim de uma advertncia.

    Se quisermos que um atributo destas caractersticas no seja aceito, ento contamos com a regra Noaccept. SINTAXE: subtract att1, att2 [if cond]; ONDE: att1, att2: so atributos pertencentes a alguma das tabelas base associadas transao, ou a suas tabelas estendidas e devem estar declarados na estrutura. Em modo: - Insert: subtrai o valor do atributo att2, o valor do atributo att1 - Delete: soma a valor de att2, o valor do atributo att1 - Update: subtrai o valor do atributo att2, a diferena entre o valor novo e o velho do att1 EXEMPLO: Na transao Invoice, cada vez que se ingressa uma linha com um produto que se est comprando, se deve diminuir o stock do mesmo, segundo a quantidade levada.

    Nestes ltimos dois casos incorreto disparar a regra. De fato, quando eliminada uma linha existente, a operao contrria deve ser realizada, ou seja, devolver ao estoque o que havia sido quitado quando se inseriu a linha.

    Para evitar fazer tudo GeneXus fornece a regra subtract que se encarrega de fazer a atribuio correta de acordo ao modo. Ento podemos substituir as 3 atribuies anteriores, por: subtract InvoiceLineQuantity, ProductStock ; Esta regra tem a inteligncia para, dependendo do modo, subtrair ou somar, Add OBJETIVO: Soma o valor de um atributo ao valor de outro atributo, se a condio especificada for satisfeita.

    SINTAXE: add att1, att2 [if cond]; ONDE: att1, att2 : so os atributos pertencentes a alguma das tabelas base associadas a transao, ou a suas estendidas e devem estar declarados na estrutura.

    Modo: - Insert: soma ao valor do atributo att2, o valor do atributo att1 - Delete: subtrai ao valor de att2, o valor do atributo att1 - Update: soma ao valor do atributo att2, a diferena entre o valor novo e o velho de att1 EXEMPLO: Definimos na transao "Customer", um atributo de nome CustomerTotalPurchases, para registrar o valor total de compras efetuadas pelo mesmo. O comportamento desejado que cada vez que for criado uma fatura para um cliente, seja somado o total da fatura InvoiceTotal ao total de compras efetuadas pelo cliente CustomerTotalPurchases.

    Como vimos na regra subtract, no devemos esquecer que na transao Invoice podemos tambm eliminar e modificar Invoice, e no somente cri-las; para tanto importante ter em conta o modo de trabalho na transao Insert, Update, Delete. CustomerTotalPurchases E na transao Invoice inferimos o atributo CustomerTotalPurchases estendida -, podemos definir a regra: add InvoiceTotal, CustomerTotalPurchases ; E conseguimos o comportamento desejado, que : se insere uma fatura Insert : soma ao valor do atributo CustomerTotalPurchases, o valor do atributo InvoiceTotal se elimina uma fatura Delete : subtrai ao valor do atributo CustomerTotalPurchases, o valor do atributo InvoiceTotal se modifica uma fatura Update : soma ao valor do atributo CustomerTotalPurchases, a diferena entre o valor novo e o velho de InvoiceTotal que pertence a tabela.

    Toma-se o valor de att2 att2 contm o ltimo nmero utilizado na auto-numerao , incrementa-se o valor do parmetro step, e o valor resultante atribudo tanto ao atributo att1 do novo registro, como ao atributo att2 para conservar o ltimo nmero atribudo.

    Quando um registro inserido por meio de uma transao na qual foi definida a regra: Serial att1, att2, step , se acesse ao att2 haver um s valor deste atributo relacionado, pois pertence a uma tabela diretamente superordinada , soma-se o valor step, e se atribui o valor obtido tanto a att1 do registro que vai inserir, como a att2 pertencente a uma tabela diretamente superordinada com respeito tabela que contem a att1.

    Desenha a transao "Invoice" contendo um Nmero de linha de Invoice atributo InvoiceLineId como identificador nico do segundo nvel. Cada linha tem um nmero de linha que identificada de forma nica, possvel ingressar o mesmo produto em distintas linhas. Pode ser til atribuir por meio do sistema, nmeros correlativos ao campo InvoiceLineId, definindo a regra: Serial InvoiceLineId, InvoiceLastLineId, 1 ; O primeiro parmetro da regra serial define qual o atributo a ser numerado automaticamente, no segundo parmetro deve ser indicado um atributo cuja funo guardar o ltimo valor atribudo at o momento, e por ltimo o terceiro parmetro para indicar o incremento neste caso se incrementa de um em um.

    O segundo parmetro no exemplo InvoiceLastLineId deve pertencer a uma tabela diretamente superordinada tabela que contm o atributo que se deseja numerar automaticamente InvoiceLineId. A regra serial o requer assim.

    Isto , cada fatura ter no cabealho, um atributo que armazena o ltimo nmero de linha atribudo at o momento InvoiceLastLineId. A regra serial est implementada de forma que necessita deste atributo para fixar o ltimo nmero utilizado, som-lo ou incremento, e atribuir o prximo nmero da nova linha.

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    Considerao: A regra serial til na hora de auto-numerar serializar linhas, no em cabealhos por exemplo, nmeros de faturas, nmeros de clientes, etc.

    Para utiliz-la precisa definir um atributo em uma tabela diretamente superordinada; isto resulta que se desejarmos auto-numerar linhas devemos incluir este atributo no nvel da estrutura imediatamente superior ao do atributo a serializar. Contamos com uma soluo muito mais simples para autonumerar cabealhos: quando uma tabela tem uma chave simples formada por somente um atributo e o tipo de dados numrico, pode numerar-se automaticamente utilizando a funcionalidade que fornecem os administradores de base de dados para isto.

    A forma de indic-lo em GeneXus configurando a propriedade Autonumber do atributo chave:.

    Validação de CPF e Validação de CNPJ

    Se na propriedade Autonumber de um atributo numrico chave, selecionar o valor True, significa que ser realizada a numerao automtica do mesmo. Sero agregadas as seguintes propriedades no dilogo: Start: Mediante esta propriedade se configura a partir de qual nmero comea a numerao automtica. Step: Mediante esta propriedade possvel configurar o incremento do campo entre dois registros.

    For replication: Esta propriedade somente vlida para o motor de base de dados SQL Server; o valor Yes indica a este que no deve aplicar a propriedade em caso de que a tabela seja receptora de replicao mas que deve manter os nmeros vindos da replicao. Para maiores detalhes desta propriedade, recomendamos acessar ao Help de GeneXus. Mas se queremos que estes atributos inferidos sejam aceitos, para que o usurio possa modificar a partir do form seu valor, ento temos a regra Update.

    Em qual nvel de uma transao so executadas as regras definidas na mesma? Na maioria das vezes no necessrio agregar explicitamente na definio das regras o nvel da transao no qual se deseja que sejam disparadas, j que os atributos envolvidos nas regras guiam GeneXus ao nvel correspondente para execut-las. Por exemplo, se uma regra referencia unicamente a atributos do primeiro nvel da transao na qual se encontra definida seja na prpria regra ou na condio de disparo , GeneXus entende que a mesma estar associada ao primeiro nvel da transao.

    Analogamente, se uma regra referencia somente atributos do segundo nvel da transao na qual est definida seja na prpria regra ou na condio de disparo , GeneXus entende que a mesma estar associada ao segundo nvel da transao.

    No caso que uma regra referencie atributos de vrios nveis, GeneXus entende que a regra est associada ao ltimo dos nveis dos atributos envolvidos, j que ser no ltimo nvel que ter os valores de todos os atributos implicados. Quando nos referimos que uma regra est associada a determinado nvel, significa que a mesma se executa para cada instancia com a qual se trabalhe atravs desse nvel se cumprir com a condio de disparo da regra. Isto significa que ao executar todo cabealho de fatura inserido atravs do primeiro nvel da transao Invoice a regra Default tem a particularidade de se disparar unicamente quando o modo de execuo Insert.

    No caso do segundo exemplo visto, a regra subtract InvoiceLineQuantity, ProductStock uma regra associada ao segundo nvel da transao Invoice. Isto significa que executando toda linha da fatura que se insira, atualize ou elimine atravs do segundo nvel da transao Invoice.

    De modo que esta regra se executa para toda linha da fatura que se insira, atualize ou elimine atravs do segundo nvel da transao Invoice. Concluindo, para cada fatura com a qual se trabalhe atravs da transao Invoice: - para o cabealho: so executadas as regras associadas ao primeiro nvel - para cada uma das linhas: so executadas as regras associadas ao segundo nvel importante saber que como norma geral GeneXus sempre determina que uma regra seja disparada no primeiro momento possvel, isto , naquele momento que tenha todos os dados necessrios.

    E somente em alguns casos que assim o requeiram, a mesma regra voltar a ser disparada mais adiante. Qual nvel de disparo por default associado uma regra que no referencia atributos? Quando no tem atributos envolvidos numa regra, o nvel associado por default a regra ser o primeiro. Por exemplo, a seguinte regra definida na transao Invoice: Error Faturas no podem ser eliminadas if Delete; no tem atributos envolvidos, portanto, o nvel associado por default a regra ser o primeiro.

    Quando tem que especificar explicitamente o nvel de disparo de uma regra?

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    Existe uma clusula opcional de nome Level que permite modificar o nvel por default de disparo de uma regra, alterando-o por um nvel posterior.

    Isto , se por exemplo uma regra se executa por default para o primeiro nvel de uma transao e se deseja que se execute para o segundo, se dever agregar a regra ou componente Level seguido de um atributo ou conjunto de atributos do segundo nvel. Isto far que a regra se execute para cada uma das instancias correspondentes as linhas, e no para a instancia correspondente ao cabealho como era o comportamento por default.

    Agregar a clusula Level a uma regra somente faz sentido se a continuao da mesma so mencionados atributos que so de algum nvel posterior aos nveis dos atributos implicados na definio da regra em si. Isto , no possvel que possuindo atributos envolvidos de um segundo nvel em uma regra, a mesma se execute no primeiro nvel, j que no primeiro nvel no tem informao do ou dos nveis inferiores alm de que tem N instancias para os nveis inferiores.

    De modo que a regra seguir estando associada ao segundo nvel da transao Invoice, no contribuindo com informao til da clusula Level neste exemplo. Concluindo, a clusula Level somente faz sentido que seja agregada para modificar o nvel por default de disparo de uma regra, a um nvel posterior.

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    Como condicionar regras para que se executem em determinados modos? GeneXus fornece as seguintes funes booleanas para poder inclu-las na condio de disparo das regras com o objetivo de limit-las que se executem pontualmente em alguns dos modos possveis:.

    Exemplos de uso todas as regras correspondem a transao Invoice 1 Noaccept InvoiceDate if Update; Se est modificando uma fatura modo Update , no se permite que sua data seja modificada.

    Se a regra foi definida sem condio de disparo que temos explicitado, o atributo InvoiceDate fica desabilitado em todos os modos de execuo. Como no tem atributos envolvidos na regra, por default o nvel associado a regra ser o primeiro. Observar que se tem explcito na regra a clusula Level seguida de um atributo do segundo nvel da transao Invoice, para indicar que se deseja que a mesma esteja associada ao segundo nvel da transao.

    Contamos com 2 formas de definir frmulas: - Globais: A nvel da Base de Conhecimento - Locais: Entre certo cdigo Veremos este conceito mais adiante com mais conhecimento GeneXus. Significando que: - No so criados como atributos fsicos - Para cada objeto que referencie um atributo frmula global, GeneXus incluir em seu programa gerado o cdigo necessrio para realizar o clculo e mostr-lo em tempo de execuo. Como explicamos neste slide, os atributos definidos como frmula global, no so criados como campos fsico em tabelas, dizemos que so atributos virtuais.

    Todavia, dizemos que tem uma tabela associada ou tabela base, para conhecer o contexto na qual foi definida, e contar com esse contexto do momento de disparar o clculo correspondente onde for referenciado.

    Na definio de um atributo como frmula horizontal, possvel envolver atributos pertencentes a tabela associada ao atributo que a frmula est sendo definida e a sua tabela estendida.

    O tipo de clculo desta frmula definida horizontal, j que consiste em uma expresso aritmtica; portanto os atributos que podem ser referenciado na definio desta frmula so os pertencentes a tabela CUSTOMER tanto os armazenados como frmulas e sua tabela estendida. Neste exemplo o atributo InvoiceDetailAmount foi definido como frmula global tambm.

    Isto , utilizando o editor de frmulas, foi associado um clculo a este atributo e o mesmo passar a ser um atributo virtual. Como podemos observar a frmula definida cai na classificao de horizontal, j que consiste em 2 expresses aritmticas condicionais. No exemplo os atributos InvoiceDetail e InvoiceAmount foram definidos como frmulas globais, j que utilizando o editor de frmulas foi definido uma frmula para cada um destes atributos os passando a ser atributos virtuais.

    Visto que as frmulas definidas so Count e Sum respectivamente, em ambos casos se trata de frmulas Aggregate. A tabela associada a ambos atributos frmula INVOICE, j que caso estes atributos estivesses armazenados, seriam criados em dita tabela fsica. As frmulas Aggregate no possuem somente uma tabela base associada como todas as frmulas , mas tambm envolvem uma tabela a ser navegada. A tabela a ser navegada numa frmula Aggregate, a tabela que ser navegada para realizar o clculo.

    GeneXus inferi qual a tabela a ser navegada por uma frmula Aggregate, pelos atributos envolvidos na definio da frmula. Quando definirmos uma frmula Aggregate, j temos conhecimento de qual tabela pretendemos navegar para efetuar o clculo.

    De envolver numa frmula Aggregate atributos que no pertenam a este contexto mencionado, um error ser mostrado na listagem de navegao correspondente. Por ltimo, havendo atributos em comum com o mesmo nome nas tabelas envolvidas na definio de uma frmula, GeneXus aplicar essa relao isto , um filtro automtico por igualdade pelos atributos com o mesmo nome. Sintaxe completa de Sum, Count, Average: Sum Count Average Expresso, [Condio Explcita, Valor por Default] [if Condio Disparo]; Nos 2 exemplos de frmulas Sum e Count que vimos, somente definimos o parmetro obrigatrio, a expresso a ser somada o contada que num caso consistiu num atributo armazenado e no outro caso num atributo frmula.

    De forma opcional possvel definir um valor por default a ser retornado quando no so encontrados registros para contar, somar, ou mdia. Da mesma forma que todas as frmulas, estas tambm permitem incluir condio de disparo.

    Por ltimo, vale mencionar uma exceo e em particular nas frmulas Count, o primeiro parmetro deve corresponder a um atributo e no a uma expresso. Modificamos o desenho das transaes para que ao invs de representar que cada produto possui um preo nico, representamos que cada produto tem uma lista de preos de acordo com uma data de alterao dos mesmos. Ao efetuar esta mudana, o atributo ProductPriceListPrice no poder estar presente no segundo nvel da transao Invoice.

    Por que? Porque o novo desenho estar representando que um produto no vai ter um preo nico, mas sim muitos: um para cada data da alterao do preo do mesmo. Portanto um produto numa linha de uma fatura, teremos que buscar o preo vigente do mesmo, considerando a data da fatura. Lembre que os atributos que podem ser inferidos em determinado nvel de uma transao, so os que pertencem a tabela estendida da tabela base associada ao nvel em questo.

    Como resultado um modelo de dados no normalizado, e mostrar o error ao querer reorganizar a base de dados. E como fazemos para mostrar em cada linha da factura, o preo vigente do produto da mesma? De todos os preos correspondentes ao produto de una linha, qual queremos recuperar? Evidentemente, de todos os preos que tenham data menor ou igual a data da fatura, queremos aquele que tenha data maior.

    Procedemos ento a criar no nvel Detail da transao Invoice, um novo atributo de nome InvoiceDetailProductPrice, ao qual o definiremos como frmula global e portanto ser um atributo virtual. A dito atributo vamos associar a frmula Max:.

    GeneXus infere a tabela a ser navegada pelo ltimo parmetro da frmula o atributo de retorno. Envolvendo atributos que no pertenam neste contexto mencionado, um error mostrado na listagem de navega correspondente. A frmula Min totalmente anloga a Max, com uma nica diferena de que ao encontrar um conjunto de registros que cumpram com as condies, ser selecionado aquele registro que tenha valor mnimo para o atributo indicado no primeiro parmetro e retorne o valor de retorno indicado no ltimo parmetro.

    A frmula Find por sua vez, tambm permite buscar um registro que cumpra com certas condies, contudo se ter mais de 1 registro que cumpra com elas, a frmula devolver o atributo de retorno correspondente ao primeiro registro encontrado sem maximizar nem minimizar um valor no conjunto de registros que cumpram com as condies. A sintaxe Find : Find Expresso de retorno, [Condio explcita], [Valor por default [if Condio de disparo] Observar que a expresso de retorno neste caso se escreve no primeiro parmetro da frmula.

    Os objetos GeneXus podem comunicar-se entre eles ou com outros programas externos. Um objeto GeneXus pode chamar ou ser chamado por qualquer outro objeto, trocando informaes atravs de parmetros.

    Veremos em seguida como chamar desde um objeto a outro, e como especificar os parmetros no objeto chamador e no chamado para a troca da informao. O esquema apresentado acima ilustra as possveis interaes entre objetos GeneXus para uma aplicao Web. Comunicao entre objetos 2 possibilidades: 1 PgmName. UDP User Defined Procedure Permite chamar a um objeto GeneXus ou programa externo tanto passando parmetros ou no, e com a particularidade de que o programa chamado retornar necessariamente ao menos um valor ao programa que chamou.

    Em ambientes Web, um objeto com interface uma vez chamado no devolve o controle ao chamador, porque a UDP utiliza unicamente para chamar Procedimentos e Data Providers devido que estes cumprem com a condio de executar e devolver o controle ao chamador.

    Uma chamada seja com CALL ou UDP pode ser utilizado em distintas partes do objeto chamador, dependendo se o mesmo uma transao, wep panel, procedimento, etc. A UDP pode utilizar-se tambm na definio de um atributo formula. Quer dizer que se define que certo atributo uma formula e que a definio da mesma consiste no chamada a um procedimento utilizando UDP. Esta declarao se realiza mediante a regra: PARM.

    Dependendo de qual objeto for o chamador, estas chamadas podero escrever-se em uma seo ou outra do mesmo, mas independentemente disso, aqui mostraremos que CALL permite chamar um objeto com estilo de chamada a um programa, enquanto que UDP uma chamada a um objeto com estilo de chamada em uma funo. No procedimento chamado se declarou o parmetro que recebe em sua seo de regras, mediante a regra parm.

    Podemos ver ento que quando se utiliza CALL para chamar um objeto enviando-lhe Nparmetros, se devem declarar os N parmetros posicionais e do mesmo tipo de dados que os enviados no objeto solicitado mediante a regra parm. Declarar o que na regra parm: varivel ou atributo? Atributo: Automaticamente o mesmo atuar como filtro por igualdade no objeto, no sendo possvel modificar o valor recebido.

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