LIVRO JACK FARRELL E A ORDEM DO TEMPLO BAIXAR

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postado por Rosette

LIVRO JACK FARRELL E A ORDEM DO TEMPLO BAIXAR

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    Contents
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  2. livro exu e a ordem do universo
  3. Pin on Logos e vetores
  4. Baixar Livro Maha Yoga: A Yoga de Sri Ramana Maharshi PDF EPUB

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Os painéis estavam cobertos por lâminas de alumínio fixas às molduras com fita adesiva. Ele a olhou de cima a baixo. Cara, a noite ia terminar mal para ele. Com o início do novo ano, também vem a espera para novos filmes! Ele a olhou por um momento. Talvez tenha sido no passado. E direto com as palavras: — Oh, caramba, pelo amor de Deus. Lindo livro. Uma era com pedras preciosas. Ao fundo, Butch saiu do Escalade e ajeitou o cinto da calça como se estivesse se preparando para interromper uma briga. Somos feitos de amor, de conhecimen Os devoradores de pecado como ele tinham duas escolhas: fingir ser normal ou ser enviado para à colônia ao norte do estado, deportados da sociedade como o lixo tóxico que eram. O suco atingiu o fino pó branco e se movimentou em círculos, e para garantir que o gosto do remédio ficaria devidamente oculto, colocou dois cubinhos de gelo na caneca. Um encontro. O primeiro quarto que encontrou estava marcado por dois aromas diferentes e encontrou duas jarras junto às camas desprovidas de lençóis e cobertores. Eles tinham de saber. Cheiram a talco de bebê.

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Sweet - Lit 4. Coisas Minhas - Comentar nos blogs indicados;. Um monstro de verdade surge no escuro da noite? Para ler a resenha do primeiro livro da série clique aqui! Pseudônimo : Jenny Carroll. Autora: Meg Cabot. Eu gostei, vale a pena, foi o primeiro livro que eu li que me fez perguntar "e agora como ela vai sair dessa? Marcadores: Meg Cabot. Por que provocava esses efeitos nos garotos? Um dos mais belos romances espíritas publicados até hoje. Tudo começa com um duplo assassinato, o pai matando a facadas o filho e a própria esposa.

Um livro fascinante! Mas, um dia, percebe seu erro Patrícia nos encanta com seu modo singelo de nos falar sobre o outro lado da vida. Depois de nos deslumbrar com Violetas na janela, Patrícia nos leva a conhecer um pouco mais o mundo dos espíritos , as colônias , os postos de socorro, o Umbral e muito mais informações.

Patrícia, neste livro, nos leva a conhecer uma colônia muito especial: A Casa do Escritor. Mostra-nos ainda a grande influencia dos espíritos sobre os escritores. Nessa estória , Patrícia nos mostra o triste destino dos que se envolvem com as drogas, do suicídio e dos vícios em geral. Retrata também o beneficio do amor em detrimento dos que sofrem.

Como os superar? Primeiro por Madalena, esposa de August, o chefe do setor dos animais, ou seja, chefe de Jacob Selo: Minha nota 10 é para você!

Persistente quando começo a fazer um cafuné nela se eu paro ela fica super agitada até que eu continue Sacana ela adora me lamber e me melecar toda com aquela baba superhipermegapawerblasterultra concentrada, argh! Sabedoria Pensamentos e Reflexões. Marcadores: Sara Gruen , Selo. Livro: A Agenda de Carol. Quem for de Brasília e quiser o livro, por favor entre em contato!

Marcadores: Inês Stanisiere. Livro: De Menina Para Menina. Eu li o livro quando eu tinha 10 anos, foi a melhor coisa ter lido isso antes de entrar na adolescencia! A autora Inês Stanisiere, tem um blog De menina para menina , vale a pena conferir! A autora é demais e é super fofa! Otto H. Uma coisa que toca A maioria das coisas que ela escreve é sobre a sua rotina no anexo, de vez em quando algo diferente acontece Pensar que tudo o que ela passou acabou alí Eu recomendo o livro, as vezes a leitura é maçante mas até isso é bom no livro.

Selo: Esse blog merece um Até senti o abraço! Por que? Frank , Selo. Livro: O Gordo Contra os Pedófilos. Nem te conto! Em um ou dois dias você lê rapidinho todo o livro e vale a pena! Esse selo quem me deu foi a amiga Jojo do blog Os Devaneios da Jojo Maré de Livros Sendo assim Mesmo assim valeu a pena baixar.

Ganhei da Luka do blog Quem lê, faz seu filme! Tem algum blog ou mais de um que te ajudou a blogar quando iniciou dicas, receptividades, incentivos? Quanto tempo se dedica ao seu blog? O mundo da blogosfera seria mais interessante "se":.

As pessoas interagissem mais nos blogs, comentando nos blogues que seguem. Marcadores: Meme , Selo. Qual a sua roupa preferida? Blusa com bermuda; calça jeans e camiseta. Qual a primeira coisa que faz quando acorda?

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Abro os olhos. Qual o seu alimento matinal preferido? Suco com misto-quente. Você tem pesadelos? Que tipos? O que você tem vontade de fazer, mas tem medo? O que fosse contra os meus princípios.

O que mais te fez chorar na vida? O que você acha das redes sociais? Qual prefere? Você acha um saco responder a esse memê? Você sabe o que significa memê? Livro: Hannibal - A Origem do Mal. Conta a estória do Dr. Hannibal Lecter desde o início, sua infância, sua adolescencia e sua vida adulta. Gostei do livro e para quem gosta do gênero, recomendo.

Marcadores: Meme , Selo , Thomas Harris. Eu tinha 9 anos quando li, sempre fui muito curiosa. Entre outros assuntos! Esse selo quem me deu foi a Fernanda do blog Coisas Minhas! Muito obrigada!

Enumerar cinco coisas que você gosta em um livro:. O que você seria capaz de fazer por um livro? Coisas como deixar de dormir para ter mais tempo para ler ou ao invés de baixar um peça de roupa baixar um livro e com certeza gastar muuuito dinheiro comprando eles porque baixar da internet e ler no computador ninguém merece! Impresso é que é bom! Enumere quatro coisas:. Quem lê faz seu filme. Marcinhow e os livros. Favourite Readings.

Mil desculpas! Esse livro mostra uma fascinante busca pelo Santo Graal de um modo mais infanto-juvenil. Com a ajuda de um cavalo alado, Pegasus, Jack, Gwen e Will se envolvem na maior aventura! A estória mostra muito a realidade do Império Asteca assim como muitos costumes e curiosidades.

Gwen é aparentemente sequestrada pela serpente, é desse ponto que a estória engata e se segue uma bela aventura! Eu adorei! Quem me presenteou com esta maravilha de selo:. Eu nunca viajei para fora do país. Marcadores: Jean Angelles , Selo. História é minha matéria preferida! Em especial aqueles que eu coloquei o link. Eu recomendo! Quem me presenteou com esse selo foi a Karina do Kromances , ela é super criativa! Foi ela mesma quem fez o selo, ficou legal né?!

Marcadores: Meg Cabot , Selo. Ela também é muito inteligente e criativa ela faz suas próprias roupas e sabe muito bem se virar sozinha, é muito independente apesar da idade. Ela as vezes se passa por mentirosa porque adora soltar uma mentirinha aqui outra alí como toda criança mas ela é muito sapeca e esperta e tem sempre uma resposta pronta. Assim, compensarei meu atraso.

Bem, apagou a maior parte. Pequenas embalagens de balas Skittles. A lista de escalas vinha em seguida, o quadro branco tinha um quadriculado desenhado que representava as próximas duas semanas e estava cheia de nomes escritos em diferentes cores. Ele teve uma vida antes, uma vida plena. Tinha sido um membro da aristocracia, tinha servido no Conselho e tinha sido um pesquisador de renome. O que ela acreditava ser bom.

Seu uniforme branco estava perfeitamente engomado e limpo como uma gaze estéril. Seus sapatos de sola de borracha estavam sem manchas e livre de arranhões. Rehvenge, filho de Rempoon, sugou os pensamentos da cabeça dela, como se tivesse drenado o tanque de combustível de seu cérebro e a tivesse deixado sem uma centelha intelectual sequer na qual pudesse se apoiar. E, em seguida, ele sorriu. Este macho era uma cobra; com certeza era… hipnotizava por ser mortal e por ser bonito.

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Com aquele corte moicano, um rosto severo e inteligente e seu grande corpo, ele era sexo, poder e. Tudo envolto em… bem, um terno negro listrado que claramente tinha sido feito sob medida. Bom plano, pensou ela, pois se sentia propensa a lhe fazer engolir a palavra com o termômetro.

E essas coisas valiam mais que a casa que Ehlena alugava. Quando seus dedos longos foram para a abotoadura de diamantes que tinha no pulso direito, ela o deteve. Ele hesitou, mas, em seguida, começou a subir a manga oposta. Elevando a seda negra acima do cotovelo, até ficar sobre os bíceps grossos, manteve o braço junto ao tronco. Os olhos dela encararam os dele. Movimentou o pulso para ficar fora do alcance dela.

Como ela ainda se surpreendia? Tudo o que ela conseguiu fazer foi arquear as sobrancelhas. Ela lhe lançou um olhar. Se qualquer outro macho tivesse se saído com uma dessas, ela teria esbofeteado até ele ver estrelas. Sentia-se acariciada por um amante.

Ehlena teve de resistir à vontade de dar um tapa na testa. Que diabos estava fazendo? Esta noite tinha um encontro. Rehv manteve o braço contra seu forte abdômen. E vou ter de pedir que tire a camisa. Enquanto o som da seda movendo-se contra a pele se elevava da mesa de exame, Ehlena manteve-. Era estranho. Com um macho grande como aquele, o silêncio se interpretava como uma ameaça.

Isso era fato. Ainda mais com aquele ar de caçador que a tatuagem e o moicano lhe davam. Ehlena girou sobre os calcanhares e manteve os olhos fixos na parede junto à cabeça dele.

Em cada um dos peitorais tinha uma estrela vermelha de cinco pontas tatuada na parte superior e ela sabia que havia mais. No estômago. Certo, na verdade, ela estava olhando. Estava particularmente incisivo esta noite e ela se perguntava por quê. Ele era simplesmente… demais, de todas as maneiras. Especialmente agora. Com certeza, ela tinha medo dele. E por falar em pena.

Esta era sua Ehlena. Sabia seu nome só porque estava escrito na placa azul e branca de seu uniforme. Conseguia vê-la apenas quando vinha ser tratado. Mas, ainda assim, pensava nela como dele, e assim caminhavam as coisas. Ela também estava sozinha, como ele. Sua grade emocional tinha os mesmos sinais que a dele, que a de Xhex, de Trez e de iAm: seus sentimentos estavam rodeados pelo vazio de alguém que foi separado de sua tribo.

Vivendo entre os outros, mas, essencialmente, estavam separados de tudo. Seus olhos, sua voz e seu perfume foram os próximos. Seu membro estava rígido como um taco de beisebol dentro das calças folgadas.

Depois daquela conversa com Montrag, ele estava com fome, estimulado… e um pouco enlouquecido pelo ardor interno. E Ehlena era simplesmente… linda.

Ehlena era naturalmente encantadora, tinha traços finos e delicados, o cabelo loiro dourado e braços e pernas longos e esbeltos.

E sua face estava ruborizada porque ela estava começando a gostar dele. Sua vida como a tinha conhecido sempre foi uma miragem constante onde alternava mentiras e enganos e isso era tudo. Contudo, quando estava com ela? Desejava ser normal. Ehlena lançou os olhos direto nos dele. Ela piscou, depois pareceu sacudir a si mesma.

Suas presas se alongaram. Rehv olhou fixamente aqueles olhos de três cores incríveis e deixou cair o queixo. Enquanto se surpreendia com os caninos, o perfume dela aflorou algo obscuro e erótico.

Passou-se um longo momento, durante o qual os dois estiveram unidos por fios invisíveis de calor e desejo. Em seguida, a boca dela se deteve. Vou apenas medir sua temperatura, porque tenho de fazer isso. Contudo, estava tudo bem. E isso era mais que merecia. Houve um bipe, um intervalo, outro bipe. Cara, ela era sexy. De alguém, melhor dizendo. O sympatho nele vibrou como se cada centímetro de sua pele se esticasse, como se seus bolsos estivessem cheios de aranhas.

Cristo, como era possível que tivesse passado outro mês? E também porque seu lado obscuro se liberava com isso. Afinal, por mais que medicasse a si mesmo e tentasse se encaixar, estava preso ao legado de seu pai morto, ao sangue maligno que corria em suas veias. Assim, quando se tratava de uma mulher de valor como Ehlena, ele sempre estaria do outro lado do vidro, pressionando o nariz contra ele, com as palmas estendidas pelo desejo, sem jamais poder aproximar-se o suficiente para tocar.

Era o mais justo para ela. A moralidade que ensinou a si mesmo indicava que ao menos isso era certo. Bom para ele. Sua próxima tatuagem ia ser a de uma maldita auréola sobre a cabeça. Quando baixou o olhar ao desastre que se estendia por seu braço esquerdo, viu com total clareza que estava piorando. Era um lento suicídio e era por isso que estaria ferrado se mostrasse ao médico. Sabia exatamente o que ocorreria se esse veneno se aprofundasse dentro da corrente sanguínea e desejava que acontecesse logo e se apoderasse dele.

Pediu-me que coletasse um pouco de sangue… — Desculpe — desabafou Rehv. Especialmente em uma noite como esta. Ela franziu a testa. É só que parece cansada.

E levando em conta que tinha acabado de se parabenizar por saber manter a distância, isso também lhe transformava em um hipócrita.

Era evidente que sua próxima tatuagem devia seguir mais na linha de umas orelhas de burro. Porque estava agindo como um idiota. O sangue dos vampiros era vermelho. O dos sympathos era azul. A cor do seu era algo entre as duas, mas ele e Havers tinham um acordo. Sob nenhuma circunstância. Essa doeu. De qualquer maneira, em que diabos estava pensando? Talvez tivesse um namorado também, que algum dia seria seu hellren.

Enquanto esperava o doutor, olhou o lixo descartado, pensando que para ele a maioria das pessoas do planeta era como aqueles objetos: coisas para usar e descartar sem qualquer tipo de remorso. Ehlena, entretanto, passava suas noites salvando as pessoas. Sim, tinham muitíssimo em comum, é claro. Os esforços dele possibilitavam que ela mantivesse seu emprego. Simplesmente perfeito. No ar gelado de fora da clínica, Wrath encarava Vishous peito a peito. Mesmo antes de descobrirem que ele é filho da Virgem Escriba, V.

Essa tarde, em meus sonhos — a dor naquela voz obscura era do tipo que normalmente se associa a funerais. Wrath falou sem querer. Os olhos de Wrath se esforçavam para focar o rosto de V. Wrath pensou no peso daquele civil em seus braços. Passaram-se cem anos desde que a vi pela primeira vez. Agora pergunte quantas vezes a tive no mês passado. Se me seguir, vai encontrar uma briga. Até parece. É mais importante que nós… — Pro inferno com essa história!

Sou um de vocês! Com um machado. Wrath deu o melhor de si para lidar com a calma, tranquilidade e compostura de V. E pelo que ouvi de minha shellan, mandou Beth se calar quando ela disse que quer tentar ter um filho quando vier seu primeiro cio. E fez isso com dureza. Como foi mesmo que ela disse que você falou? Se você morrer? Encare isso, Wrath. Ao fundo, Butch saiu do Escalade e ajeitou o cinto da calça como se estivesse se preparando para interromper uma briga.

Wrath voltou a fixar os olhos débeis em V. Só uma vez, apenas cale essa maldita boca. Wrath soltou a jaqueta de couro do cara e recuou. Jesus Cristo, tinha de parar ou aquele confronto ia acabar também envolvendo Butch. Wrath apontou um dedo no rosto de V. Estamos entendidos? Todos nós devemos segui-lo. Ou que Beth compartilhava essas questões particulares com a doutora Jane.

As fêmeas morriam no parto com mais frequência que se podia imaginar. Daria sua própria vida pela raça se tivesse de fazê-lo, mas de nenhuma maldita e louca maneira colocaria a vida de sua shellan em risco. No entanto, o destino de Xhex era óbvio.

Era impossível passar batido. Impossível perder de vista. Enquanto caminhava para a fileira de portas giratórias da Emergência, estava, ao mesmo tempo, naquele ambiente e totalmente fora dele.

O médico que tinha falado com ela manteve a postura, mas pareceu surpreso. Franziu a testa ao percebê-lo, ao captar seu aroma. Apenas siga as setas. O doutor saiu pela porta giratória por meio da qual ela tinha entrado e Xhex passou pelo detector de metais pelo qual ele tinha acabado de passar.

Nenhum bipe, em seguida, lançou um tenso sorriso ao vigilante que por sua vez deu uma boa olhada nela. Ao final do corredor, encontrou a porta que procurava, abriu-a de um golpe e encarou as escadas, seguindo as flechas vermelhas como o doutor tinha indicado.

Quando chegou a um trecho com paredes de cimento branco, calculou que deveria estar perto e estava certa. Vou só dizer a eles que chegou. Ao passar, nem sequer levantou a vista, estava inclinado para frente sobre a borda, utilizando toda sua energia. Por um momento, Xhex piscou e viu outro carrinho rodando.

Esfregou os olhos. Que droga! Ela tinha de dar o fora dali. Podemos entrar agora? Ele a olhou por um momento. Tomar um pouco de café? De la Cruz se apressou na frente dela e abriu caminho. Coisas ruins aconteceram aqui para as pessoas que ultrapassaram aquela porta. Corações foram partidos. Vidas foram destroçadas.

Mundos que nunca voltariam a ser como eram antes. Ao som do zumbido, as cortinas se separaram, abrindo-se pela metade com um lento movimento, revelando um corpo que estava coberto pelo mesmo tipo de lençol branco que havia no cesto de roupa suja. As dobras do lençol que repousavam sobre a garganta ocultavam grande parte das marcas de estrangulamento.

E sei quem fez isso. O detetive fez um gesto com a cabeça para o clínico, que cobriu o rosto de Chrissy e fechou as cortinas. É claro que agora acabou. Agora é a nossa vez. A imagem do cabelo de Chrissy surgiu em sua mente.

A mulher era exigente sobre esse assunto, estava sempre escovando e passando spray para mantê-lo no lugar. Totalmente ao estilo da série Melrose Place, na época em que Heather Locklear usava aquele penteado.

E boa sorte na busca por Grady. Treinada pelos melhores.

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E olho por olho era mais que uma frase clichê. Tinha um instinto que se assemelhava à bola de cristal de uma vidente. Assim, sabia exatamente o que estava fazendo quando acompanhou, a uma distância discreta, a senhorita Alex Hess em seu caminho até a saída do hospital. No intervalo de um piscar de olhos, ela tinha desaparecido, como se nunca tivesse estado ali. O que era, naturalmente, impossível.

Ia ter de vigiar aquela mulher. Também havia numerosas trouxinhas de celofane com pó branco que era — que surpresa — heroína. Quem poderia imaginar? O vizinho ao lado tinha ouvido Bobby G gritar. E depois uma porta bater. E os registros de ligações indicavam que realizou uma chamada para o telefone de Chrissy às nove e trinta e seis. Havia grandes chances de que o lugar permanecesse assim, como uma casa fantasma.

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Portanto, havia duas coisas em seu radar: encontrar o namorado e seguir a chefe de segurança do. E seus instintos lhe diziam que seria melhor para todos se ele encontrasse o Bobby G antes que Alex Hess o fizesse. Empilhou rolos de gaze. Fez uma torre com os pacotes de luvas. Criou uma obra prima com caixas de lenços, curativos e capas para termômetros.

Estava ficando sem coisas para organizar quando a porta da sala de exame abriu com um estalo. Colocou a cabeça para fora no corredor. Havers parecia mesmo um médico, com os óculos com aro de tartaruga marinha, o cabelo castanho precisamente partido no meio, a gravata-borboleta e o jaleco branco. Eu mesmo o faria, mas acho que preciso comer alguma coisa.

Estou me sentindo um pouco hipoglicêmico. Havers fez um gesto afirmativo com a cabeça e colocou o histórico do paciente no suporte que havia junto à porta. O doutor se afastou como se estivesse em um transe parcial.

O pobre macho devia estar exausto. O macho foi para o fundo e retornou com seis caixas de ampolas de dopamina e um pouco de antídoto. Isso e o antídoto. Geralmente é o doutor mesmo quem vem pegar. Que tipo de maldita enfermidade requeria cento e quarenta e quatro doses de dopamina?

E o antídoto? Ehlena caminhou pelo corredor até a sala de exame, equilibrando precariamente as caixas: assim que apanhava uma que estava caindo, tinha de socorrer outra. Bateu na porta com o pé e quase produziu um efeito dominó com a carga ao girar a maçaneta.

Queria uma mala cheia da coisa? Deixou que as caixas caíssem sobre a mesa e logo as arrumou rapidamente. Eu dou um jeito. Desceu da maca de exame com cuidado e colocou o casaco de pele, o que alongou ainda mais a grande amplitude dos ombros, a ponto de parecer ter um aspecto ameaçador mesmo estando do outro lado da sala. E se sentiu muito fraca naquele momento. Quando Rehvenge ficou em pé ao seu lado, recolhendo as caixas da mesa e colocando uma por uma nos bolsos internos de seu casaco.

Levantou os olhos e viu apenas aquele olhar. Sabe, por ter cuidado de mim. Em seguida, proferiu um xingamento, sentou-se na cadeira que estava na frente da mesa e voltou a se perguntar se devia ir mesmo ao encontro naquela noite. Que ótimo raciocínio.

Se continuasse assim poderia ganhar o Prêmio Nobel de estupidez, um objetivo de vida que ela mal podia esperar para realizar. Passeou os olhos pela sala enquanto tratava de aconselhar a si mesma a voltar à realidade… até que se fixou no cesto de papéis. Agachou-se e o pegou, alisando-o contra a mesa.

É claro. Ah, Rempoon. Conhecia esse nome e agora o parente mais próximo de Rehvenge fazia sentido. A fêmea acasalou com Rempoon, um macho de uma das linhagens mais antigas e proeminentes. Desejava que ele se desse bem dentre o grupo. E esse foi apenas o início de sua ruína. Mas talvez tivesse sido tratada durante tanto tempo que a referência tenha sido feita nos registros anteriores.

E graças à Virgem Escriba por isso. E o antídoto também. Decidiu que iria àquele maldito encontro. Levantou o olhar para Catya. Tempo estimado de chegada: dois minutos. Overdose, com substância desconhecida. Você e eu cuidaremos dele. O paciente estava inconsciente e permanecia com vida apenas porque o médico junto a sua cabeça bombeava o respirador a um ritmo lento e constante.

O pulso é de trinta e dois.

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Que desperdício, pensou Ehlena ao começar a trabalhar. Drogas ilícitas eram um mal totalmente inconcebível. Do outro lado da cidade, na parte suburbana de Caldwell, Wrath encontrou o apartamento daquele redutor morto com bastante facilidade. Talvez tenha sido no passado. Ou talvez todo aquele maldito lugar estivesse repleto de assassinos. Quando encontrou uma fileira de dígitos em relevo que se parecia com oito, um e dois escritos em letra cursiva, apagou as luzes de segurança com a mente e se desmaterializou para aterrissar na parte.

Em pé, encostado contra a parede, girou o trinco com forma de ferradura e abriu apenas uma fresta da porta. Nenhum movimento, só o zumbido de uma geladeira. O lugar estava cheio de humanos. Moral da história: ia procurar as jarras e ponto.

Ao menos… era o que havia dito a si mesmo. Ainda assim, embora começasse a ter ânsias, as notícias eram boas: havia três aromas doces diferentes entrelaçados no ar viciado, o que significava que três redutores estiveram ali.

Enquanto se dirigia aos fundos, onde os aromas enjoativos estavam mais concentrados, perguntava-se que diabos estava acontecendo. Os redutores raramente viviam em grupo porque brigavam entre si — é o que acontece quando só se recruta maníacos homicidas.

Ou talvez tivessem um novo Redutor Principal mais forte na parada.

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Antes, quando lutavam com os assassinos, tinham de estar preparados para qualquer tipo de novidade especial que tivesse saído no mercado para qualquer tipo de arma. E agora estavam brincando de se esconder na fazendinha?

Que diabos estava acontecendo? O primeiro quarto que encontrou estava marcado por dois aromas diferentes e encontrou duas jarras junto às camas desprovidas de lençóis e cobertores.

O quarto seguinte também cheirava como uma velha senhora… isso e algo mais. Vai entender. Aqueles cretinos cheiravam mal sozinhos, por que iriam acrescentar algo pior? De repente, o rei sentiu algo. Wrath inalou profundamente e fez que seu cérebro filtrasse algo bem diferente do aroma doce. Ao abri-las, o cheiro aumentou e ele se agachou para tatear o que havia ao redor.

Caixas grandes de madeira. Todas fechadas com pregos. O que indicava que podem ter sido compradas usadas. Mas e se ele informasse isso à Irmandade? Seu segredo seria revelado. Oh, bom. À esquerda havia uma janela. Ficou imóvel, fechou os olhos para se concentrar ainda mais. Humano ou redutor? Só um lhe preocupava. Wrath se inclinou para um lado e deixou as duas jarras em uma gaveta, encontrando, naturalmente, a terceira e um frasco de desodorante. Segurando sua arma calibre quarenta, firmou-se sobre as botas e apontou a pistola para o curto corredor, diretamente para a porta da frente.

Quando seu corpo relaxou, deixou que a arma caísse sobre sua coxa. Ouviu a porta do apartamento se fechar e, de repente, o som da TV surgiu alto suficiente para que pudesse identificar a reprise de um episódio da série The Office. Gostava daquele. Era um onde um morcego entrava no escritório… Gritos chegaram até ele, vindos da cena da comédia. Isso mesmo. Agora o morcego voava entre os personagens. Com a mulher ocupada, voltou a retomar seu foco, mas permaneceu onde estava, esperando para saber se algum redutor apareceria também.

Estava ouvindo The Office enquanto isso, naquela cena em que o Dwight tenta capturar o morcego com um saco. Bom, hora de se mexer. Sim, Wrath queria tirar as armas dali antes que alguém chegasse. Acabava de retornar ao segundo quarto quando algo ricocheteou contra a janela. Wrath voltou a tirar a arma do coldre e encostou as costas na parede próxima à janela. Ei, esse é o episódio do morcego… Wrath deixou Butch falando sozinho e voltou a guardar a pistola no quadril.

Wrath colocou a cabeça pela janela e sussurrou: — Você parece ser um bom católico. O tom de Butch foi de alguém muito bravo. Quando Butch retornou, o rei lançou outra. Houve uma pausa, como se Butch estivesse esperando que Wrath lhe dissesse como pretendia ocupar as poucas horas que restavam da noite.

Certamente algum dos bastardos que tinha matado essa noite pediu reforços durante o processo. Eles tinham de saber. Tinham que voltar àquele lugar. As florestas também tinham dois tipos, com pinheiros que acabavam nas montanhas e os carvalhos que seguiam até os pântanos do rio Hudson.

Em cima da mesa estavam estendidos todos os registros financeiros da Sociedade Redutora que tinha sido capaz de encontrar, imprimir ou descarregar em seu notebook. Aquilo era ridículo. A maior conta da Sociedade tinha cento e vinte e sete mil, quinhentos e quarenta e dois dólares e quinze centavos.

Se isso era tudo que a Sociedade tinha, estavam se equilibrando em uma corda bamba a ponto de entrarem em falência. D ainda estivesse por aí. Quando Lash entrou na sociedade, renascido por obra de seu verdadeiro pai, o Ômega, seu mundo virou de cabeça para baixo: o inimigo tinha virado sua família. O pequeno texano que tinha sido o instrutor de Lash era agora seu discípulo. Vou conseguir um pouco de bacon agora mesmo e aquele queijo que gosta.

O café foi servido generosa e lentamente na caneca de Lash. Aquele cara podia matar como ninguém: ele era o maior dos psicopatas entre os redutores. Lash consultou seu relógio coberto de diamantes, que sob a luz tênue da tela do computador pareciam como mil pontos de luz.

Mas a coisa era uma réplica que tinha conseguido na internet. Claro que manteve todas. Tinha contas a pagar. Como as hipotecas, armas, munições, roupas, aluguel de casas e carros. Nenhum homem de verdade seria pego com aquelas porcarias brilhantes.

Ao erguer a caneca de café, o relógio brilhou e ele franziu a testa. Bom, no seu caso era diferente, o relógio era um símbolo de status. D se levantou e abriu a geladeira velha. Aquilo era ridículo demais. Precisavam modernizar as casas dos redutores. Mas o café estava perfeito, embora guardasse isso para si mesmo. Três ovos na omelete? Enquanto uma série de rangidos e estalos se difundiu através da cabana, Lash golpeou ligeiramente a ponta da caneta sobre o extrato do Evergreen.

E ponto. Achava que os motoqueiros seriam bons recrutas, mas eles eram unidos demais. E se recrutasse todos, depois correria o risco de se rebelarem contra sua autoridade. Assim, aquela porcaria estava ficando difícil: para ser um líder militar bem-sucedido é preciso três coisas, os recursos e os recrutas eram duas delas.

Considerando o estado das contas, sabia que tinha de começar com os recursos primeiro. Depois poderia ocupar-se dos outros dois. D pegar sua Magnum Lash manteve a arma sob a mesa, mas o Sr. D ficou bem à mostra com a sua, segurando a peça no alto com o braço estendido em linha reta ao ombro. Quando houve uma batida na porta, Lash disse bruscamente: — É melhor ser quem eu acho que é. O redutor respondeu da maneira correta. A e sua carga.

O humano que foi arrastado para dentro era um tipo qualquer de um metro e oitenta de altura sem nada particularmente interessante, um garoto branco de uns vinte e poucos anos com um rosto comum e entradas que seriam um problema dentro de alguns anos. Realmente triste. Era como colocar aros de vinte e quatro polegadas em um Toyota Camry.

E se o menino estivesse armado? Desse cretino ele precisava de algo mais. O cara olhou a Magnum de boas-vindas do Sr. O humano olhou Lash e franziu a testa. O humano engoliu em seco e voltou a focar a arma do Sr. O humano sacudiu a cabeça e disse: — Sim.

Lash riu. D, Lash riu. Isso seria legal. Agora o humano olhava para Lash, com um olhar bajulador e ganancioso. No silêncio, Lash franziu a testa. Os dedos do cara estavam esfolados e faltava uma pedra no anel barato do Colégio de Caldwell.

E logo depois faria um gesto para o Sr. D e o assassino colocaria uma bala bem no meio da cabeça dele. Por um tempo. No bar? Setenta para mim. Trinta para você. De todas as vendas. Quando o Sr. D colocou um pouco de bacon no fogo, o chiado e o cheiro encheu a casa e Lash sorriu com o som. Tudo bem. Por favor. Lash riu com força. Quero o verdadeiro. Mas me chamam de Bobby G. Eu sou Lash.

Mas pode me chamar de Deus. Quando uma ruiva passou lentamente junto a eles, Qhuinn se moveu no banco, sua bota de combate batia inquieta sob a mesa. Esse é o ponto de se ter um ahstrux nohstrum. A mulher passeou a vista pelo lugar sem interesse… até que chegou ao Qhuinn.

A maioria das mulheres e fêmeas fazia o mesmo e era compreensível. As botas negras de combate. Piercings de metal negro percorrendo toda a longitude da orelha. O cabelo penteado formando picos negros. Qhuinn parecia o tipo de cara que mantinha sua jaqueta de couro no colo porque carregava armas nela. O que fazia mesmo. Blay afastou o olhar bruscamente, assumindo um repentino e fingido interesse por uma morena. Droga, inclusive quando se alimentava das Escolhidas, continha-se, apesar do fato de ficar ereto até suar frio.

Sério, Qhuinn, que diabos vai me acontecer? Assim devo estar. Com você. Tipo, a sério demais. Dessa vez, quando o cara se moveu, era bastante óbvio que estava acomodando algo duro no colo. Mas temos de conseguir alguém que se ocupe de… — Ele disse que vai ficar tudo bem — interveio Blay. Mas você também poderia conseguir alguém. Se quisesse. É só dizer, ok? Sabiam o motivo e ainda assim continuavam a querer sair com ele.

Quando a garçonete trouxe uma nova rodada de cerveja, John olhou a ruiva e, para sua surpresa, ela sorriu quando percebeu que ele olhava. Qhuinn riu baixinho. John levou a Corona à boca e tomou um gole para ocultar seu rubor. O trio entrou no escritório privado dos fundos. John acabou sua Corona e olhou fixamente a porta enquanto se fechava.

Coisas ruins aconteciam às pessoas que eram levadas ali. Especialmente se eram arrastados por um par de seguranças. John soube quem era antes de virar a cabeça.

O que significava que era capaz de fazer qualquer coisa que quisesse e fazia isso com frequência. Especialmente a caras como aquele arrastado pelos seguranças. Cara, a noite ia terminar mal para ele. Xhex tinha de estar…. Contudo, enquanto ela caminhava para o escritório privado de Rehv, sua libido congelou.

Nunca tinha sido do tipo que sorria muito, mas quando passou ao seu lado, estava sombria. Igual a Rehv. Na verdade, ela era do tipo que cuidava muito bem de si mesma. Entretanto, John compreendia. Qhuinn encarou a cerveja Corona. Por favor, diga que quer sair daqui. John desviou o olhar para a porta do escritório de Rehv.

Ou talvez de uma caixa. Por que me chamou aqui assim? Quando se sentou, Xhex entrou no escritório, com os olhos cinza tensos.

O recolhedor de apostas franziu a testa. Rehv fez um gesto com a cabeça para iAm que, como sempre, tinha o rosto inexpressivo. O cara nunca demonstrava as emoções, exceto quando se tratava de um cappuccino perfeito. Só assim para ver um pouco de alegria nele. O que ele cantou, iAm? A voz de iAm era como a do Darth Vader, baixa e profunda. O recolhedor de apostas ajeitou o casaco num gesto orgulhoso. Tenho ritmo. Faria qualquer coisa por você, sabe disso, chefe.

É para me compensar pelo que me roubou no mês passado. O rosto do recolhedor de apostas empalideceu. Toda semana faz seus relatórios. Quanto ganhamos, em qual time e categoria. Você acha que ninguém confere as contas? Com base nos jogos do mês passado, você deveria ter pagado… qual era o valor, iAm?

O recolhedor replicou imediatamente. Ele adicionou o… Rehv sacudiu a cabeça. Rehv parou bem em frente ao homem. Chefe… por favor, eu ia devolver isso! E vai pagar os juros dos bastardos que tentam brincar comigo. Cento e cinquenta por cento ao final deste mês ou sua esposa vai recebê-lo pelo correio em pedaços. Eram autênticas, do tipo que fazia que o nariz de um homem ficasse vermelho e os olhos inchassem.

Rehv torceu com força, e o cara gritou com tudo o que tinha, o som foi alto e agudo e ecoou na sala de teto baixo.

E depois disso… O segundo grito foi mais alto e ruidoso que o primeiro, provando que os cantores soltavam melhor a voz depois de um pequeno aquecimento. Levou cerca de nove minutos para perder a consciência. Depois de ter apagado, Rehv o soltou e voltou para a cadeira.

O que pensaria dele se soubesse o que fazia para administrar seu negócio? A voz de Ehlena, aquela clara e encantadora voz, voltou a ressoar em sua mente: É melhor guardar isto. Quando o silêncio se prolongou, ela baixou o olhar ao tapete negro, desenhando um círculo ao redor de si mesma com o salto da bota.

Trez e iAm voltaram a entrar no escritório e se colocaram contra a parede negra que estava em frente à mesa de Rehv. Cruzaram os braços diante dos enormes peitos e mantiveram a boca fechada. Tive de ir ao necrotério para identificar o corpo. Assim, se alguém machucava alguma delas, fosse um cliente, um namorado ou um marido, assumia um interesse pessoal na vingança.

As prostitutas mereciam respeito e as suas o tinham. Os quatro ficaram um pouco em silêncio. Sinto muito. Trez ainda lhe mostrou o dedo maior. Às vezes, ter um GPS é um saco.

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Era difícil ter um pouco de privacidade. Escutem, preciso que façam um trabalho para mim. Isso arrancou um sorriso frio de Xhex. Embora Wrath tivesse a moralidade do seu lado e Rehv só o interesse próprio.

Tinhao feito, como sempre, apoiado no que mais lhe convinha. Rehv se concentrou na ponta afiada do abridor de envelopes. Ao se aproximar o fim da noite e com seu turno a ponto de terminar, Ehlena se sentia impaciente. Hora do encontro.

Hora de decidir. Divagava novamente. Seu nome era Stephan. Enquanto preenchia a papelada da alta, falou com Stephan de todas essas coisas das que falam os solteiros: gostava de Radiohead, ela também. Gostava de comida indonésia, ele também. Ele trabalhava no mundo humano, programando computadores, pois assim podia trabalhar em casa. Ela era enfermeira, claro. Mas, o que ia fazer?

Ir ao encontro e permanecer preocupada com seu pai? Meia hora em uma lanchonete vinte e quatro horas. Talvez dividir um bolinho. Que mal podia fazer? O que precisava era se concentrar em tirar o uniforme e em melhorar minimamente a aparência. Ehlena virou-se. Ehlena guardou o uniforme em sua mochila, refez o penteado e checou a maquiagem. E, claro, tinha esquecido também o delineador de olhos e o rímel, assim, a cavalaria ficou desfalcada nessa parte.

Preferiria que ficasse contente ao me ver entrar na clínica. Fico contente que esteja saindo para se divertir. Ehlena franziu a testa e olhou ao redor. Por algum milagre, estavam sozinhas. Ehlena riu em voz alta. Mas, se acontecer alguma coisa a partir disso… vou contar. Odeio receber os mortos e ver no rosto deles o quanto sofreram. Houve um momento entre elas em que seus olhares se fixaram um ao outro. Satisfeita de que tudo estava em ordem, atravessou as portas e subiu as escadas até que finalmente estava fora da clínica.

Em seguida, Catya também saiu e se foi. Ehlena tamborilou com o pé e checou o relógio. Seu macho estava dez minutos atrasado. O pensamento penetrou sua mente e permaneceu ali como o eco de um grande ruído.

Contudo, poderia apostar que tinha feito isso logo após ela ter terminado de tirar sangue. E essa era uma das maiores tragédias de seu trabalho. Tudo que podia fazer era apresentar as opções e as consequências e esperar que o paciente escolhesse sabiamente. Uma brisa soprou, penetrando sua saia e fazendo-a invejar o casaco de pele de Rehvenge. Inclinando-se na lateral da clínica, tentou ver o caminho abaixo, procurando faróis de carro. Dez minutos mais tarde, voltou a olhar o relógio. E dez minutos depois, elevou o punho mais uma vez.

Ela tinha levado um fora. Talvez em outro momento. Colocou o telefone no bolso e desmaterializou-se para casa. Quando o vento gelado voltou a soprar, uma rajada atingiu seu rosto em cheio.

Seus olhos ardiam. Ao dar as costas para a rajada, algumas mechas de cabelo voaram para frente como se estivessem. Deus, estava chorando? Por aquilo que poderia ter sido apenas um mal-entendido? Por um homem que mal conhecia? Por que se importava tanto? O problema era ela. Odiava estar como estava ao sair de casa: sozinha.

Esta noite tudo estava muito claro, havia uma lanterna brilhante cravada nos olhos, um ruído soando nos ouvidos, um enjoativo cheiro bombardeando o nariz. Deixou cair o braço. Um bote para abandonar a ilha. O desespero a fez voltar bruscamente para a realidade como nenhuma outra coisa podia ter feito. Quando Stephan ligasse outra vez, se o fizesse, simplesmente diria que estava muito ocupada… — Ehlena?