LIVRO NEUROANATOMIA FUNCIONAL PARA BAIXAR

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postado por Rosette

LIVRO NEUROANATOMIA FUNCIONAL PARA BAIXAR

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    Contents
  1. Neuroanatomia Funcional - Machado, Haertel - 3 edição - Portal do Curioso
  2. neuroanatomia funcional pdf
  3. Ebook Neuroanatomia Funcional - Angelo Machado 3ª Ed
  4. [Nova Digitalização] Neuroanatomia Funcional - Machado - 3ª Ed (C/ Sumário)

Aesculapius Prefácio Neuroanatomia Funcional, do professor Ângelo o professor Ângelo Machado introduziu-as no seu livro, possibilitando ao aluno um . Neuroanatomia Funcional 3ª Edição - Machado - documento [*.pdf]. Neuroanatomia funcional. davidarseneaultproductions.info São Paulo: Atheneu, Neuroanatomia Funcional surge em sua 3ª Livros Neuroanatomia Funcional - 3ª Ed. - Angelo.

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Capas para Celulares Voltar Voltar. O microscópio eletrônico mostrou que os capilares da pineal têm fenestrações, no que diferem dos demais capilares do cérebro. É um nervo exclusivamente sensitivo, cujas fibras conduzem impulsos oífatórios, sendo, pois, classificados como aferentes viscerais especiais. Admite-se que no homem adulto de estatura mediana, o menor encéfalo compatível com uma inteligência normal é de cerca de gramas. Entretanto, o assunto é controvertido c outros fatores têm sido apontados para explicar o Kcrnicterus. Neuroanatomia Humana Spanish Neurônios II — localizam-se na coluna posterior da medula. Isso significa que em um canhoto é mais difícil prever o lado em que se localizam os centros da linguagem. Convém lembrar que o funcionamento do centro respiratório é bem mais complicado. O estudo da fisiopatologia das disfunções vesicais dc origem nervosa é muito importante para o médico, especialmente para os neurologistas. Com o auxílio dessas técnicas, foi possível, pela primeira vez, estudar a anatomia do sistema nervoso central no indivíduo vivo, em condições normais e patológicas. A d mite-se, neste caso. O Alienista - Série Neoleitores - Col. Com base nessas experiências, Egas Moniz e Almeida Lima. No quiasma óptico, as fibras nasais, ou seja, as fibras oriundas da retina nasal, cruzam para o outro lado, enquanto as fibras temporais seguem do mesmo lado, sem cruzamento. Reiter Ed Pineal Research Reviews 7pp. Do sulco mediai emerge o nervo oculomotor. Os impulsos do terço posterior da língua e os da epiglote penetram no sistema nervoso central, respectivamente, pelos nervos glossofaríngeo I X e vago X Fig. Este, a nível do colículo inferior Fig.

Neuroanatomia Funcional 3ª Edição - Machado - documento [*.pdf]. Neuroanatomia funcional. davidarseneaultproductions.info São Paulo: Atheneu, Neuroanatomia Funcional surge em sua 3ª Livros Neuroanatomia Funcional - 3ª Ed. - Angelo. ANGELO MACHADO LUCIA MAGHADO HAERTEL 3 edicao NEUROANATOMIA FUNCIONAL —— Capitulo 1 Capitulo 2 Capitulo 3 Capitule 4 Capitulo 5. Pergunta [Nova Digitalização] Neuroanatomia Funcional - Machado - 3ª Ed (C/ Sumário) enviada por Vinicius Vieira para U. 1. DOWNLOAD LIVRO - NEUROANATOMIA FUNCIONAL. Faça o downloado do livro Neuroanatomia Funcional - Angelo Machado, clicando no link abaixo.

Fibras adrcnérgtctis em vermelho c colinérgicas cm verde. Aumento dc Reproduzido dc Machado —— Stain Technology, Técnicas modernas de microscopia eletrônica e histoquímica têm con- Tabela Trie salivary system.

Boca Raton. Florida, C. Press Inc. Notam-se abundantes terminações nervosas colinérgicas em torno das unidades secretoras método de Karnovsky e Roots fxira acetilcolincstcra.

Como exemplo, poderíamos imaginar um indivíduo que é surpreendido no meio do campo por um boi bravo que avança contra ele. Notam-se abundantes terminações adrenérgicas em tomo das unidades secretoras microscópio dc fluorescein-ia. Os brônquios dilatam-se, melhorando Tabela Na Tabela O gânglio cervical médio 1. Estes localizam-se anteriormente à coluna vertebral e à aorta abdominal, em geral próximo à origem dos ramos abdominais desta artéria, dos quais recebem o nome.

Assim, existem: dois gânglios celíacos, direito e esquerdo, situados na origem do tronco eclíaco; dois gânglios aórtico-renais, na origem das artérias renais; um gânglio mesenlérico superior o, outro mesentérico inferior, próximo à origem das artérias de mesmo nome. Reproduzido dc Dangelo e Fattini. Rio dc Jimeiro. Assim, do pólo cranial do gânglio cervical superior sai o nervo carotídeo interno Figs.

Dos gânglios pré-vertebrais, filetes nervosos acolam-se à artéria aorta abdominal e seus ramos Fig. A seguir estudaremos como se localizam nestes elementos anatômicos os dois neurônios característicos do sistema nervoso autônomo, ou seja, neurônio pré e pós-ganglionar, com as respectivas fibras pré e pós-ganglionares. Estas fibras terminam fazendo sinapse com os neurônios pós-ganglionares, que podem estar em três posições Fig. As fibras pré-ganglionares que seguem este trajeto passam pelos gânglios paravertebrals sem, entretanto, aí fazerem sinapse Fig.

As libras pós-ganglionares para chegar a este destino podem seguir por três trajetos: a por intermédio de um nervo espinhal Fig. Assim, as fibras pós-ganglionares que se originam nos gânglios pré-vertebrais inervam as vísceras do abdome, seguindo na parede dos vasos que irrigam estas vísceras. As fibras pós-ganglionares sobem no nervo e plexo carotídeo interno e penetram no crânio com a artéria carótida interna. Recebe fibras pré-ganglionares do III par Figs.

Recebe fibras pré-ganglionares do VII par c envia fibras pósganglionares para a glândula lacrimal; c gânglio ótico — situado junto ao ramo mandibular do trigêmeo, logo abaixo do forame oval. Recebe fibras pré-ganglionares do IX par e manda fibras pós-ganglionares para a parótida através do nervo auriculotemporal, d gânglio submandibular — situado junto ao nervo lingual, no ponto em que este se aproxima da glândula submandibular.

Recebe fibras pré-ganglionares do VII par e manda fibras pós-ganglionares para as glândulas submandibular e sublingual. As setas indicam o trajeto do impulso nervoso no reflexo fotomotor. Nas paredes do tubo digestivo eles integram o plexo submueoso de Meissner e o mioentérico de Auerbach. Convém acentuar que o trajeto da fibra pré-ganglionar até o gânglio pode ser muito complexo.

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Assim, as libras pré-ganglionares que fazem sinapse no gânglio submandibular saem do encéfalo pelo nervo intermédio e passam, a seguir, para o nervo lingual por meio do nervo corda do timpano Fig. As fibras pré-ganglionares saem pelas raízes ventrais dos nervos sacrais correspondentes, ganham o tronco destes nervos, dos quais se destacam para formar os nervos esplâncnicos pélvicos Fig. Por meio destes nervos atingem as vísceras da cavidade pélvica, onde terminam fazendo sinapse nos gânglios neurônios pós-ganglionares aí localizados.

Tabela Ao chegarem na medula, as fibras aferentes viscerais provenientes da bexiga ligam-se a vias ascendentes que terminam no cérebro, conduzindo impulsos que se manifestam sob a forma de plenitude vesical. Para maiores detalhes sobre o assunto, veja Sjôstrand. Modificado dc Ncttcr.

Daí saem as fibras pós-ganglionares. O estudo da fisiopatologia das disfunções vesicais dc origem nervosa é muito importante para o médico, especialmente para os neurologistas. Aesculapius capitulo 15 1. Embora o estudo destes aspectos seja objeto da patologia e da neurologia, o simples conhecimento da estrutura funcional do sistema nervoso central permite ao aluno localizar lesões no sistema nervoso central com bases nos sinais e sintomas que delas decorrem. As fibras podem ser mielínicas ou amielínicas.

Decidimos manter esses nomes sempre separados por hífen. Assim, tracto córtico-espinhal lateral indica um tracto cujas libras se originam no córtex, terminam na medula espinhal c se localiza no funículo lateral da medula.

Entre a fissura mediana anterior e a substância cinzen- ta localiza-se a comissura branca, local de cruzamento de fibras. Na substância cinzenta, notam-se as colunas anterior, lateral e posterior. Ao nível dos intumescimentos lombares e cervicais. Um deles Fig. Por sua vez, a substância cinzenta intermédia pode ser dividida em substância cinzenta intermédia central c substância cinzenta intermédia lateral por duas linhas ântero-posteriores.

De acordo com este critério, a coluna lateral faz parte da substância cinzenta intermédia lateral. As fibras originadas cm A e A' cnizam o plano mediano XX'. Cada neurônio alfa, juntamente com as fibras musculares que ele inerva, constitui uma unidade motora. Aesculapius '. O axônio de um neurônio cordonal pode passar ao funíeulo situado do mesmo lado onde se localiza o seu corpo, ou do lado oposto.

No primeiro caso. Constituem, pois. As libras nervosas formadas por estes neurônios dispõem-sc em torno da substância cinzenta, onde formam os chamados fascículos próprios Fig. Além disto, muitas fibras que chegam à medula trazendo impulsos do encéfalo terminam em neurônios internunciais. Os impulsos nervosos provenientes da célula de Renshaw inibem os neurônios motores. Admite-se que os axônios dos neurônios motores, antes de deixarem a medula, emitem um ramo colateral recorrente que volta e termina estabelecendo sinapse com uma célula de Renshaw.

Esta, por sua vez, faz sinapse com o próprio neurônio motor que emitiu o colateral. Este mecanismo é importante para a fisiologia dos neurônios motores. Este autor verificou que os neurônios medulares se distribuem em extratos ou lâminas bastante regulares, as lâminas de Rexed, numeradas de I a X, no sentido dorsoventral Fig.

As lâminas V e VI recebem informações proprioceptivas. Um deles baseia-se no fato de que, durante o desenvolvimento fetal e pós-natal, as fibras que compõem os tractos mielinizam-se em épocas diferentes, mas todas as fibras de um mesmo tracto mielinizam-se aproximadamente na mesma época. Outro método baseia-se no fato. Elas correspondem aos diversos tractos e fascículos cujas fibras foram lesadas.

Temos, assim, tractos e fascículos descendentes e ascendentes, que constituem as vias ascendentes e vias descendentes da medula. Algumas terminam nos neurônios pré-ganglionares do sistema nervoso autônomo, consumindo as vias descendentes viscerais.

Essas vias dividem-se em dois grupos: viaspiramidais e vias extrapiramidais. Ambos originam-se no córtex cerebral e conduzem impulsos nervosos aos neurônios da coluna anterior da medula, relacionando-se com estes neurônios diretamente ou através de neurônios internunciais. No trajeto do córtex até o bulbo as fibras dos tractos córtico-espinhal lateral e córtico-espinhal anterior consumem um só feixe, o tracto córtico-espinhal.

O tracto córtico-espinhal lateral é denominado também piramidal cruzado e o córtico-espinhal anterior, piramidal direto. O tracto córtico-espinhal anterior é muito menor que o lateral, sendo menos importante do ponto de vista clínico.

O tracto córtico-espinhal lateral localiza-se no funículo lateral da medula e o córtico-espinhal anterior no funículo anterior, próximo da fissura mediana anterior Fig. Os demais tractos extrapiramidais — vestíbulo-espinhal, retíeulo espinhal e tecto-espinhal — ligam-se aos neurônios motores situados na parte mediai da coluna anterior e, deste modo, controlam a musculatura axial, ou seja, do tronco, assim como a musculatura proximal dos membros.

Na realidade, existem dois tractos vcstíbulo-cspinhais, medial e lateral, ambos situados no funículo anterior. Cabe agora um estudo morfológico de como estas fibras penetram na medula. Todos estes ramos terminam na coluna posterior da medula, exceto um grande contingente de fibras do grupo mediai, cujos ramos ascendentes muito longos terminam no bulbo. Conduz, portanto, impulsos originados nos membros superiores e na metade superior do tronco Fig.

Estes axônios cruzam o plano mediano e fletem-se cranialmente para formar o tracto espino-talâmico anterior Fig. O tracto espino-talâmico lateral conduz impulsos de temperatura e dor. Admite-se que as fibras cruzadas na medula tornam a se cruzar ao entrar no cerebelo, de tal modo que o impulso nervoso termina no hemisfério cerebelar situado do mesmo lado em que se originou. Assim, através do tracto espino-cerebelar anterior, o cerebelo é informado de quando os impulsos motores chegam à medula e qual sua intensidade.

Junto dele seguem também as fibras espino-reticulares, que também conduzem impulsos dolorosos. Tractos ascendentes cm pontilhado; tractos descendentes em linlias horizontais. Para maiores detalhes, veja, entre outros, Olszewski, J. Neste trajeto as fibras atravessam a substância cinzenta, contribuindo, assim, para separar a cabeça da base da coluna anterior.

Situa-se profundamente no interior do bulbo. Situa-se no triângulo do hipoglosso, no assoalho do IV ventriculo, e suas fibras dirigem-se ventralmente para emergir no sulco lateral anterior do bulbo entre a pirâmide e a oliva Fig.

Corresponde à coluna lateral da medula.

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Inicialmente põe-se a língua para fora para lamber o sorvete. Feito isso, é conveniente verificar o gosto do sorvete. Aparece em cortes como uma lâmina de substância cinzenta bastante pregueada e encurvada sobre si mesma com uma abertura principal dirigida medialmente. A eles acrescenta-se o lemnisco mediai, originado no próprio bulbo.

É, por isto, denominado também dc traetopiramidal Figs. Aí se localizam também o centro vasomotor e o centro do vômito.

Por isto, lesões mesmo restritas do bulbo causam sinais e sintomas muito variados que caracterizam as diversas síndromes bulbares. Para maiores detalhes veja o Capítulo 21, item 4. O tegmento da ponte tem estrutura muito semelhante ao bulbo e ao tegmento do mesencéfalo. Neles terminam fazendo sinapse as fibras córtico-pontinas.

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Forma-se, assim, a importante via córtico-ponto-cerebelar Fig. Segue uma sinopse das principais estruturas da ponte. Cabem, entretanto, considerações sobre os seguintes: a lemnisco medial Figs. Este percorre longitudinalmente o mesencéfalo e é circundado por uma espessa camada de substância cinzenta, a substância cinzenta central ou periaqueductal Fig. Separando o tegmento da base, observa-se uma lâmina de substância cinzenta pigmentada, a substância negra Fig.

O coliculo superior é importante para certos reflexos que regulam os movimentos dos olhos no sentido vertical. Isto ocorre, por exemplo, cm certos tumores do corpo pineal que comprimem os colículos. Algumas fibras cruzam de um coliculo para outro, formando a comissura do coliculo inferior. O coliculo inferior é. Como este, apresenla. Suas fibras saem de sua face dorsal, contornam a substância cinzenta central, cruzam com as do lado oposto e emergem do véu medular superior, caudalmente ao colículo inferior Fig.

Essas se fazem nos dois sentidos, através de fibras nigro-estriatais e estriato-nigrais, sendo as primeiras dopaminérgicas. Este, a nível do colículo inferior Fig. A nível do colículo inferior, os quatro lemniscos aparecem agrupados em uma só faixa na parte lateral do tegmento Figs.

Nesse nível nota-se também o braço do colículo inferior, cujas fibras sobem para terminar no corpo geniculado mediai. Somente a primeira contém neurônios dopaminergic os.

Estas colunas têm correspondência funcional e, às vezes, continuidade com as colunas da medula. Origina fibras pré-ganglionares que saem pelo VII par n. Origina fibras préganglionares que saem pelo nervo intermédio e ganham o nervo lingual através do nervo corda do timpano Fig. Pode-se dizer que esta é, por excelência, a coluna do trigêmeo, por ser ele o principal nervo que nela termina.

Estes dados encontram apoio. Elas se agrupam assim em um tracto, o tracto espinhal do nervo trigêmeo Figs. As vias aferentes c eferentes se fazem pelo trigêmeo. O reflexo corneano é diminuído ou abo- lido nos estados de coma ou nas anestesias profundas, sendo muito utilizado pelos anestesistas para testar a profundidade das anestesias.

A via aferente do rellexo lacrimal é idêntica à do reflexo corneano. O reflexo lacrimal é um exemplo de reflexo somatovisceral 2. Para melhor entendê-lo, imaginemos um indivíduo que vai andando a cavalo fixando os olhos em um objeto em sua frente.

Assim, quando a cabeça se move para baixo, os olhos se movem para cima, e vice-versa. Os movimentos da cabeça causam movimento da endolinfa dentro dos canais semicirculares e este movimento determina deslocamento dos cílios das células sensorials das cristas. Por outro lado, em condições patológicas podem ocorrer nistagmos espontâneos como, por exemplo, em casos de lesões vestibulares ou cerebelares.

O reflexo fotomotor é de grande importância clínica, podendo estar abolido em lesões da retina, do nervo óptico ou do nervo oculomotor. Fibras pós-ganglionares originadas nestes gânglios levam os impulsos ao estômago, determinando o fechamento do piloro; c libras que pelo tracto retículo-espinhal, chegam à medula cervical onde se localizam os neurônios motores, cujos axônios constituem o nervo ffênico.

Centro respiratório e vasomotor 3. Surgiu assim o conceito de sistema ativador reticular ascendente SARA. Entende-se assim por que os indivíduos acordam quando submetidos a fortes estímulos sensorials como. Por outro lado.

Acredita-se ser este o mecanismo que nos permite até certo ponto inibir 'voluntariamente' o sono normal. Nessa fase do sono ocorre a maioria dos sonhos. Isto se faz por um mecanismo ativo, envolvendo fibras eferentes ou centrífugas capazes de modular a passagem dos impulsos nervosos nas vias aferentes específicas. Esses centros funcionam como geradores de padrões de atividade motora estereotipada pattern generators e podem ter sua atividade iniciada ou modificada seja por estímulos químicos, por comandos centrais corticais ou hipotalâmicos ou por aferências sensorials.

Um exemplo de reflexo desse tipo é o do vômito, descrito no capítulo anterior item 2. Os centros respiratório e vasomotor diferem dos demais por funcionarem como osciladores, ou seja, apresentam atividade rítmica espontânea e sincronizada respectivamente com os ritmos respiratório e cardíaco. Ao que parece, essa atividade rítmica é endógena, ou seja, independente das aferências sensorials.

A seguir, o funcionamento desses dois centros é estudado de maneira sucinta, ficando os detalhes para os livros de fisiologia. Convém lembrar que o funcionamento do centro respiratório é bem mais complicado.

Cabe assinalar também que existem outras causas de coma em que ocorre um comprometimento direto e generalizado do próprio córtex cerebral. As três primeiras pertencem ao grupo das catecolaminas; a serotonina ou 5-hidroxitriptamina pertence — como a melatonina.

Entre essas drogas, uma das primeiras a ser estudada foi a rcserpina, tranqüilizante que atua liberando os estoques de monoaminas do sistema nervoso central.

Em virtude desse-, achados, estas passaram a ter um papel central na psicofarmacologia, ou seja, no estudo de drogas que atuam sobre o sistema nervoso central, influenciando as atividades psíquicas.

Diante disso, estudaremos mais detalhadamente apenas os três primeiros. Bras, dc Ciências, Rio dc Janeiro, pp. Corpo estriado. Emborao assunto seja objeto dos cursos de Neurologia julgamos que algumas noções devem ser dadas durante o curso de Neuroanatomia, pois elas permitem ao aluno entender e, mais racionalmente, memorizar alguas dos aspectos mais relevantes da anatomia e fisiologia do sistema nervoso central.

Quando estes sintomas atingem todo um lado do corpo, temos hemiparesia e hemiplegia. Pode ainda haver o aparecimento de reflexos patológicos. Neste caso. Com o progredir das lesões, pode haver destruições maiores das raízes dorsais com comprometimento de outras formas de sensibilidade e perda de alguns reflexos cujas fibras aferentes foram destruídas. A siringomielia acomete com mais freqüência a intumescência cervical, resultando no aparecimento dos sintomas na extremidade superior dos dois lados.

Com o progredir da doença, aparecem sintomas de comprometimento de tractos medulares. Um tumor que se desenvolve dentro da medula comprime-a de dentro para fora. Entende-se, pois. É por isso que o indivíduo vê duas imagens no objeto, fenômeno denominado diplopia.

Entretanto, remos que a estrutura tina do cérebro é muito ais complexa do que a do cerebelo. Iniciaremos pelo estudo da camada média, drmada por uma fileira de células dc Purkinjc. As jélulas de Purkinje, piriformes e grandes Fig. Na camada granular existe ainda um outro tipo de neurônio, as células de Golgi Fig.

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As libras trepadeiras têm esse nome porque terminam enrolando-se em torno dos dendritos das células de Purkinje Figs. Em seguida, atingem a camada granular, onde sc ramificam, terminando em sinapses excitadoras axodendríticas.

Tais células, assim como as células de Purkinje. Distinguem-se uma zona mediai, ímpar, correspondendo ao vermis, e, de cada lado, uma zona intermédia paravermiana e uma zona lateral, correspondendo à maior parte dos hemisférios Fig. As fibras trepadeiras que chegam ao cerebelo vindas da oliva tendem a se organizar no sentido longitudinal. Um princípio geral é que. As primeiras originam-se no complexo olivar inferior e distribuem-se a todo o cerebelo.

Fazem parte da via cortico-ponto-cerebelar Fig. Em ambos os casos, a influência do cerebelo se exerce sobre os neurônios motores do grupo mediai da coluna anterior, os quais controlam a musculatura axial e proximal dos membros, no sentido de manter o equilíbrio e a postura.

A seguir, estudaremos separadamente as conexões eferentes de cada uma dessas zonas. Através das primeiras, o cerebelo influencia os neurônios motores pelo tracto rubro-espinhal, constituindo-se a via interpósito-rubro-espinhal Fig.

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Assim, através desse tracto, o cerebelo exerce sua influência sobre os neurônios motores. A influência do cerebelo é transmitida aos neurônios motores pelos tractos vestíbulo-espinhal e retículo-espinhal. Uma vez iniciado, o movimento passa a ser controlado pela zona intermédia do cerebelo.

Assim, o papel da zona intermédia é diferente do da zona lateral, o que pode ser correlacionado com o fato de que a zona intermédia recebe aferências espinhais e corticais. Charles Chaplin. Admite-se que o cerebelo participa desse processo através das fibras olivo-cerebelares, que chegam ao córtex cerebelar como fibras trepadeiras e fazem sinapses diretamente com as células de Purkinje.

Manifesta-se por perda do equilíbrio, o que leva o paciente a andar com a base alargada, e ataxia dos membros inferiores. Modificado de Nauta, W. Thomas, Springfield, III. Advances in Metabolic Disorders Korch Brain Research , Isto se observa, por exemplo, na temperatura corporal, no nível circulante de eosinófilos.

Lembremos que sistema porta é aquele constituído por veias interpostas entre suas redes capilares. Aesculapius —. A comissura posterior marca o limite entre mesencéfalo e diencéfalo Fig.

Certos tumores da glândula pineal que comprimem a comissura posterior podem lesar estas fibras, abolindo o reflexo consensual. O reflexo fotomotor. Estas células diferenciam-se nas células parenquimatosas do corpo pineal ou pinealócitos.

Em alguns lagartos ele constitui o chamado terceiro olho, ímpar e mediano, situado entre os dois olhos laterais. A estrutura da pineal é. Entre os derivados neurectodérmicos, temos as células da glia c a célula parenqui matosa própria da pineal, o pinealócito. A pineal é muito vascularizada e seu fluxo sangüíneo é superado apenas pelo do rim.

O microscópio eletrônico mostrou que os capilares da pineal têm fenestrações, no que diferem dos demais capilares do cérebro. Aumente Reproduzido de Machado, — Progress in Brain Research. Macluido, A. A jiuorcsccncia observada neste caso é devida à presença de serotonina nos [unealócitos P c nas Jibras nervosas setas. Reproduzido dc Machado. Demonstra-se pois que a luz inibe e o escuro ativa a glândula pineal. Reiter Ed Pineal Research Reviews 7pp.

Uss Inc. Acredita-se que. Demonstrou-se em um roedor de laboratório, o hamster, que os testículos atrofiam quando o animal é colocado em um regime de 23 horas de escuro e uma hora de luz por dia. A d mite-se, neste caso.

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Acredita-se que a pineal esteja envolvida neste fenômeno, sendo estimulada pelos períodos escuros cada vez maiores no início do inverno. Contudo, certas alterações da época de aparecimento da puberdade em meninas cegas de nascença poderiam ser explicadas deste modo. Aesculapius Capítulo 25 1. Recebe pelo tracto óptico libras provenientes da retina.

Faz parte, portanto, das vias ópticas. O claustrum, situado entre o putâmen e o córtex da insula Fig. A esse esquema tradicional do corpo estriado, veio juntar-se, mais recentemente, o conceito de corpo estriado ventral constituído de extensões ventrais do striatum e do pallidum que apresentam características histológicas e hodolõgicas bastante semelhantes a seus correspondentes dorsais.

Compare com a Fig. Entretanto, nem todos concordam com este ponto de vista. Veja Pereneran, G. Esses neurônios recebem as fibras córtico-estriatais e seus axônios constituem as fibras estriato-palidais.

Numerosos neuropeptídeos coexistem como cotransmissores com os neurônios gabaérgicas. Para mais detalhes sobre o assunto, veja Alexander, G. O conhecimento dos sintomas que ocorrem nas diversas síndromes clínicas resultantes das lesões do corpo estriado ajuda a entender seu papel no controle motor. A rigidez resulta dc uma hipertonia de toda a musculatura esquelética.

A descoberta desse fato inspirou a moderna terapêutica da doença de Parkinson, que visa aumentar o teor dc dopamina nas fibras nigro-estriatais. Nessa doença, também chamada demência pré-senil, ocorre uma perda progressiva da memória e do raciocínio abstrato. Entretanto, alguns dados indicam que, no caso M. Coerente com este papel, sabe-se que seu tamanho aumenta progressivamente na escala filogenética, alcançando seu maior desenvolvimento nos primatas e especialmente no homem.

Lesões desse fascículo causam graves perturbações da linguagem. Essas fibras agrupam-se para formar as três comissuras do telencéfalo.

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O corpo caloso permite a transferência de conhecimentos e informações de um hemisfério para o outro, fazendo com que eles funcionem harmonicamente. Entre as fibras originadas no córtex e, por conseguinte, descendentes, temos os tractos córtico-espinhal, córtico-nuclear e córticopontino, além das fibras córtico-reticulares, córtico-rubras e córtico-estriatais.

Entre estas temos as radiações óptica e auditiva. Trata-se de uma das partes mais importantes do sistema nervoso. Quanto à sua estrutura, distinguem-se dois tipos de córtex: isocórtex e alocórtex.

Admite-se que este aumento possibilitou a existência de circuitos corticais mais complexos. As células granulares existem em todas as camadas, mas predominam nas camadas granular interna c externa Fig. Conforme o tamanho do corpo celular, podem ser pequenas, médias, grandes ou gigantes. As células piramidais possuem dois tipos dc dendritos.

Os dendritos basais, muito mais curtos, distribuem-se próximo ao corpo celular. As pirâmides existem em todas as camadas, predominando, entretanto, nas camadas piramidal externa e interna Fig. Predominam na VI camada, ou camada de células fusifonnes Fig. Localizam-se exclusivamente na camada molecular Fig. Neurosciences As raias corticais formadas por fibras perpendiculares à superfície delimitam colunas verticais formadas principalmente por células Fig.

IB e C e que atingem toda a espessura do córtex. Isto indica que, funcionalmente, existe mais semelhança entre os neurônios situados dentro de uma coluna que entre colunas vizinhas. Admite-se que os impulsos que chegam ao córtex passam sucessivamente das camadas superficiais às profundas e vice-versa, podendo voltar repetidas vezes à mesma célula através de circuitos reverberantes ou auto-excitadores, antes de saírem do córtex.

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Assim, temos córtex dos lobos frontal, temporal etc. Todo o resto do córtex classifica-se como neocortex. Alocórtex é o córtex que nunca, em fase alguma de seu desenvolvimento, tem seis camadas.

Translated from the Russian by B. Basic Books Inc. O doente perde a capacidade dc discriminar dois pontos, perceber movimentos de partes do corpo ou reconhecer diferentes intensidades dc estímulo. Apesar de distinguir as diferentes modalidades de estímulo, ele é incapaz de localizar a parte do corpo tocada ou de distinguir graus de temperatura, peso c textura dos objetos tocados. Em decorrência disso, o doente perde a estereognosia. Aí chegam as fibras do tracto geniculocalcarino originadas no corpo geniculado lateral.

Existe, pois, correspondência perfeita entre retina e córtex visual. Lesões bilaterais do giro temporal transverso anterior causam surdez completa. Assim, cada cóclea representa-se no córtex dos dois hemisférios. Do ponto dc vista citoarquitetural, é um isocórtex heterotípico agranular caracterizado pela presença das células piramidais gigantes ou células dc Bctz.

Esse fato pode ser correlacionado com o grande desenvolvimento das funções psíquicas do homem. Podem ser sensitivas ou motoras. Estas denominações, entretanto, caíram em desuso. Destes, um dos mais famosos ocorreu em , quando PT. Ele conseguiu sobreviver ao acidente, mas sua personalidade, antes caracterizada pela responsabilidade e seriedade, mudou dramaticamente.

Embora com suas funções cognitivas basicamente normais, ele perdeu totalmente o senso de suas responsabilidades sociais e passou a vaguear de um emprego para outro, dizendo "as mais grosseiras profanidades" c exibindo a barra de ferro que o vitimara. Com base nessas experiências, Egas Moniz e Almeida Lima. Davis Co.

Assim, ele só escreve na metade direita do papel, só lê a metade direita das sentenças e só come o alimento colocado no lado direito do prato. Nas afasias motoras, ou afasias de Broca, o indivíduo é capaz de compreender a linguagem falada ou escrita, mas tem dificuldade de se expressar adequadamente, falando ou escrevendo. Isso significa que em um canhoto é mais difícil prever o lado em que se localizam os centros da linguagem.

A assimetria funcional entre os dois hemisférios torna mais importante o papel do corpo caloso, de transmitir informações entre eles. Isso ficou provado pelo estudo de pacientes em que essa comissura foi seccionada cirurgicamente para melhorar certos quadros de epilepsia.

Science O Sistema Límbico 1. Para seu estudo, costuma-se distinguir um componente central, subjetivo, c um componente periférico, o comportamento emocional. Assim, por exemplo, a raiva manifesta-se de maneira muito diferente no homem, no gato ou em um galo garnizé. A alegria no homem se expressa pelo riso, no cachorro pelo abanar da cauda. Este anel cortical contorna as formações inter-hemisícricas e foi considerado por Broca como um lobo independente, o grande lobo límbico de limbo, contorno.

Este lobo é filogenetieamente muito antigo, existindo em todos os vertebrados. Apresenta uma certa uniformidade citoarquitetural, pois seu córtex é mais simples que o do isocórtex que o circunda. Do ponto de vista funcional admitiu-se durante muito tempo que o lobo límbico teria funções olfatórias, fazendo parte do chamado rinencéfalo, ou encéfalo olfatório.

J- — — A proposed mechanism for emotion. Archives of Neurology and Psychiatry, É percorrido por um feixe de fibras, o fascículo do cíngulo; b giro para-hipocampal — situa-se na face inferior do lobo temporal Figs. O hipocampo é constituído dc um córtex muito antigo, arquicórtex, do tipo alocórtex.

Recebem fibras do hipocampo que chegam pelo fornix Fig. Situa-se no lobo temporal, próximo ao uncus Fig. Klüver c P. O registro da atividade elétrica dos neurônios do corpo amigdalóide. Coerentemente com este fato. L; Flanagan, N. Lesões bilaterais do hipocampo em macacos resultam cm um aumento da agressividade destes animais. Apesar de existirem dados experimentais que conflitam com este.

Outro quadro clínico em que ocorrem graves problemas de memória é a doença de Alzheimer veja Capítulo 28, item 3. Parece que os problemas de memória nesta doença se devem a dois fatores principais. A hipótese mais tradicional é a apresentada acima, ou seja, a memória recente é armazenada temporariamente no hipocampo e na amígdala, sendo depois transferida para o neocortex para armazenamento permanente.

Oxford Univ. Para mais informações sobre este assunto, veja lzquicrdo, I. Assim, tradicionalmente admite-se a especificidade dc receptor, ou seja, a existência de receptores especializados para cada uma das modalidades dc sensibilidade. Dc um modo geral, nos nervos que possuem libras com funções diferentes, elas se misturam aparentemente ao acaso: c o trajeto central — no seu trajeto pelo sistema nervoso central, as libras que constituem as vias aferentes sc agrupam em feixes tractos, fascículos, lemniscos de acordo com suas funções.

As grandes vias aferentes podem, pois, ser consideradas como cadeias neuronals, unindo os receptores ao córtex. No caso das vias inconscientes, esta cadeia é constituída apenas por dois neurônios I, II. É um neurônio sensitivo, em geral pseudo-unipolar, cujo dendraxônio se bifurca em "T", dando um prolongamento periférico c outro central.

Assim, sabe-se hoje que existem duas vias principais através das quais os impulsos de dor e temperatura chegam ao sistema nervoso supra-segmentar: uma via filogeneticamente mais recente, neoespino-talâmica, constituída pelo tracto espino-talâmico lateral, e outra, mais antiga, pale oespino-talâmica' consumida pelo tracto espino-reticular, e as fi- bras retieulo-talâmicas via espino-retículo-talâmicas.

Neurônios I — localizam-se nos gânglios espinhais situados nas raízes dorsais. O prolongamento periférico de cada um destes neurônios liga-se aos receptores através dos nervos espinhais. Seus axônios cruzam o plano mediano, pela comissura branca, ganham o funículo lateral do lado oposto, inflectem-se cranialmente para coastituir o tracto espino-talâmico lateral Fig. Através dessa via chegam ao córtex cerebral impulsos originados em receptores térmicos e dolorosos situados no tronco e nos membros do lado oposto.

Neurônios II — situam-se na coluna posterior, principalmente na lâmina V de Rexed. Seus axônios dirigem-se ao funículo lateral do mesmo lado e do lado oposto, inflectem-se cranialmente para constituir o tracto espino-reticular. Neurônios II — localizam-se na coluna posterior da medula.

Seus axônios cruzam o plano mediano na comissura branca, atingem o funículo anterior do lado oposto onde se inflectem cranialmente para constituir o tracto espinotalâmico anterior Fig. Neurônios I — localizam-se nos gânglios espinhais.

Os axônios destes neurônios mergulham ventralmente, constituindo as fibras arqueadas internas, cruzam o plano mediano e a seguir inílectem-se cranialmente para formar o lemnisco medial Fig.

O prolongamento periférico destes neurônios liga-se aos receptores. Admite-se que as libras que se cruzam na medula cruzam novamente antes de penetrar no cerebelo, pois a via é homolateral. Através destas vias, os impulsos proprioccptivos originados na musculatura esfriada esquelética chegam até o cerebelo.

Contudo, interessam-nos principalmente agora aqueles que atingem níveis mais altos do neuroeixo e se tornam conscientes, sendo mais imponentes do ponto de vista clínico os que sc relacionam com a dor visceral. No caso dos impulsos relacionados com a dor visceral, sabe-se que eles seguem pelos tractos espino-talâmicos laterais situados do mesmo lado e do lado oposto. Convém estudar separadamente as vias trigeminals exteroceptivas e proprioceptivas.

O prolongamento periférico destes neurônios liga-se a fusos neuromusculares situados na musculatura mastigadora, mímica e da língua. Alguns destes prolongamentos levam impulsos proprioceptivos inconscientes ao cerebelo. Os impulsos do terço posterior da língua e os da epiglote penetram no sistema nervoso central, respectivamente, pelos nervos glossofaríngeo I X e vago X Fig.

Os prolongamentos centrais, amielínicos, agrupam-se em feixes formando filamentos que em conjunto constituem o nervo olfatório. Estes filamentos atravessam os pequenos orifícios da lâmina crivosa do osso etmóide e terminam no bulbo olfatório, onde suas fibras fazem sinapse com neurônios II.

Os axônios mielínicos das células nutrais seguem pelo tracto olfatório e ganham as estrias olfatórias lateral e mediai.

Para maiores detalhes sobre o assunto, veja Scalia F. As fibras da estria olfatória medial incorjtoram-sc à comissura anterior c terminam no bulbo olfatório do lado oposto. Convém acentuar que as formações integrantes da via olfatória constituem em conjunto o chamado rinencéfalo, ou encéfalo olfatório, no sentido restrito em que este termo tende a ser usado modernamente.

Estudos eletrofisiológieos mostraram que este sistema recebe impulsos originados em quase todos os receptores, inclusive nos olfatórios.

Admite-se que estas conexões se relacionam com fenômenos reflexos e reações comportamentais em resposta a impulsos olfatórios inconscientes. Neurônios I — Localizam-se no gânglio espiral situado na cóclea. As fibras do lemnisco lateral terminam fazendo sinapse com os neurônios III no colículo inferior. Seus axônios dirigem-se ao corpo geniculado mediai, passando pelo braço do colículo inferior.

Admite-se que a maioria dos impulsos auditivos chega ao córtex através de uma via como a acima descrita, ou seja, envolvendo quatro neurônios. Contudo, existe controvérsia quanto ao trajeto da via, embora a existência de um relê talâmico seja geralmente admitida.

L — — The retina. University of Chicago Press. Os raios luminosos que incidem sobre a refina devem atravessar suas nove camadas internas para atingir os fotorreceptores, cones ou bastonetes Fig.

Deste modo, para cada cone existe uma fibra no nervo óptico. Sua importância clínica é muito grande, pois aí penetram os vasos que nutrem a retina. No quiasma óptico, as fibras nasais, ou seja, as fibras oriundas da retina nasal, cruzam para o outro lado, enquanto as fibras temporais seguem do mesmo lado, sem cruzamento. Assim, cada tracto óptico contém fibras temporais da retina de seu próprio lado e fibras nasais da retina do lado oposto Fig.

As letras A-F do lado esquerdo indicam lesões nas vias ópticas, que resultam nos defeitos de campo visual representados do lado direito.

Como exemplo temos o reflexo de piscar Capítulo 19, item 2. Terminam fazendo sinapse com os neurônios IV da via óptica localizados no corpo geniculado lateral. Quando o escotoma atinge metade do campo visual, passa a ser denominado hemianopsia. A hemianopsia pode ser heterônima ou homônima. No lado direito da Fig. Lesões deste tipo podem ocorrer como conseqüência de traumatismos ou tumores que comprimem o tracto óptico. Caracteriza-se assim a existência de vias eferentes reguladoras da sensibilidade.

Isto pode ocorrer, por exemplo, se o ruído se modifica tornando-se mais alto ou mais baixo. Aesculapius Grandes Vias Eferentes y 1. A influência do sistema nervoso supra-segmentar sobre a atividade visceral se exerce, pois.

O tracto córtico-nuclear que termina acima da medula é incluído entre as vias piramidais por corresponder funcionalmente ao tracto córtico-espinhal. O tracto córtico-espinhal lateral é o mais importante. Une o córtex cerebral aos neurônios motores da medula. Suas fibras têm o seguinte trajeto: Na maioria dos mamíferos, as fibras motoras do tracto córtico-espinhal terminam na substância cinzenta intermédia, fazendo sinapses com interneurônios, os quais, por sua vez, se ligam aos motoneurônios da coluna anterior.

Hildegardo Rodrigues. Desse modo, movimentos delicados, como os de abotoar uma camisa, tornam-se impossíveis. A capacidade de realizar movimentos independentes dos dedos é uma característica exclusiva dos primatas.

Esse fato permite distinguir as paralisias faciais centrais das periféricas, como foi exposto no Capítulo O grupo A compreende os tractos tectoespinhal, vestíbulo-espinhal e retículo-espinhal. Terminam fazendo sinapse em interneurônios que se ligam a motoneurônios situados medialmente na coluna anterior e, desse modo, influenciam a musculatura do esqueleto axial e a musculatura proximal dos membros. Seguem-se algumas considerações funcionais sobre cada um desses tractos.

Brooks ed Handbook of Physiology, section I: the nervous system, vol. Motor Control. A essas arcas chegam informações de setores muito diversos do sistema nervoso central, como o cerebelo e o córtex motor. O tracto retículo-espinhal pode estar envolvido também no controle da marcha. O esquema da Fig. Sabe-se que um neurônio motor da coluna anterior da medula espinhal do homem pode receber 1. Por sua importância fundamental em clínica neurológica, estudaremos agora com mais profundidade as chamadas síndrome do neurônio motor superior e a síndrome do neurônio motor inferior.

Ela envolve necessariamente outras vias motoras descendentes, como a córtico-retículo-espinhal e córtico-rubro-espinhal. Desse modo, o nome síndrome piramidal, embora ainda muito em- pregado em clínica neurológica, é impróprio. Capítulo 31 Modernas Técnicas de Neuroimagem 1. Para isso, a radiografia simples é de pouca utilidade. No caso dos ventrículos, pode-se também introduzir ar pneumencefalografias. Com o auxílio dessas técnicas, foi possível, pela primeira vez, estudar a anatomia do sistema nervoso central no indivíduo vivo, em condições normais e patológicas.

Por isso, seu emprego trouxe enorme avanço à neurologia. Entretanto, para interpretar as imagens obtidas, o médico precisa ter um bom conhecimento da neuroanatomia, o que torna essa disciplina ainda mais importante. Corte horizontal passando pelos ventrículos laterais. O assunto é discutido em Panepucci, H. José Antônio Rodrigues. Essa técnica contribuiu enormemente para o avanço da anatomia funcional e da fisiopatologia do sistema nervoso, prestando-sc também ao uso em clínica neurológica.

Seu emprego, entretanto, é limitado pelo alto custo dos procedimentos técnicos envolvidos. C 'ortc horizontal passando pela fossa posterior do crânio. Corte sagital mediano. Guilherme Cabral Filho. Gentileza da Dra. As figuras Copyright ft IW Aesculapius Fig.

Sulco do corpo caloso V e n t r í c u l o lateral. Ramon Y. ISBN Aesculapius. Read more. Sexologia Funcional Basica. Analisis Funcional vs. Introducao a Analise Funcional. Neuroanatomia Humana Spanish. Ejercicio Terapeutico. Recuperacion funcional. Analisis fonologico: un enfoque funcional. Aparatologia en ortopedia funcional - Atlas Ilustrado - 2da edicion. Estructura del sistema de aspectos y tiempos del verbo griego antiguo. Venda o seu livro.

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