CD CAIXINHA DE SONHOS VOL 2 BAIXAR

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postado por Rosette

CD CAIXINHA DE SONHOS VOL 2 BAIXAR

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    Contents
  1. Caixinha de Sonhos Vol.3
  2. Série BIS - CD
  3. Cd Celso Portiolli – Faz A Festa Volume 2 – R$ 33,00 em Mercado Livre
  4. Traduzindo Ilusões ( vol 2 acustico ao vivo) - Paulo Ricardo e Banda Revelação Total - Palco MP3

Características detalhadasCaixinha de Sonhos Vol Intérprete Caixinha de Sonhos; Editor Vidisco; Tipo CD; Ano de Edição ; EAN Faixas do álbum Caixinha de Sonhos - O Melhor da Música Infantil Vol. 2 (2CD+ 2DVD) CD 2. 01 Macaquinho. 02 O Faísca. 03 Sapo. 04 Ciranda Cirandinha. Encontre Musica Infantil Para Baixar - CDs de Música no Mercado Livre Brasil. Descubra a Cd Caixinha Dos Sonhos Vol. 2 Música Infantil Lacrado. R$ 18 90 .

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A pele delas estava azul, os cabelos escuros, embaraçados. Um remo. Saudades das Selvas Brasileiras. Um ano antes, eu poderia ter acreditado. Lindas mulheres de vestido branco vaporoso? Mas foi ótimo ver você. Pelos Dois Cantos da Boca Quando eu conhecera Oliver, ele era um tanto distante, até mesmo rabugento. Se ela quiser que ele saiba de mais alguma coisa, vai contar quando se sentir pronta. E dizer que estamos cuidando bem da casa? Armazém do Rock Nacional. Esse era um dos motivos por que eu insistira para que Paige viesse à Bates naquele fim de semana. Mas, de forma surpreendente, eu estava bem. E outra vez. Info ou em qualquer um dos sites parceiros apresentados neste link.

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Mas aquilo ainda me parecia muito triste. E, no fim das contas, ele amava Justine, amava de verdade, e ela também o amara. Ela iria querer que Caleb seguisse em frente. Era isso que eu queria para Simon também. Pelo menos, era o que eu dizia a mim mesma. Ontem, a temperatura chegou a quinze graus, só um pouco abaixo da média normal para esta época do ano. Relaxei nos braços dele e apertei o rosto contra seu peito. Ele se afastou e ergueu meu queixo.

Concordei com a cabeça. As marés que subiam e desciam quatro vezes em uma hora. Os homens que apareceram na praia, parecendo mais felizes na morte do que provavelmente jamais tinham sido em vida. E as mulheres. As mulheres que. Que controlavam os céus. Mulheres como eu. Comecei a me opor, mas ele continuou antes que eu tivesse a chance.

A gente Quero fazer o que é certo. Sobre tudo. Como sempre fizemos. E ali estava ele. O momento certo. O momento perfeito para contar o que ele merecia saber. As ondas quebravam na praia. Ele me beijou. Capítulo 4 Paul Carsons. Charles Spinnakes. Aaron Newberg.

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Até o momento, a boa notícia era que nenhum outro corpo havia sido encontrado na costa. De acordo com as informações do jornal, estava fazendo dezessete graus em Winter Harbor. A foto principal fora tirada no dia anterior e mostrava duas pessoas no porto.

Tremendo, sai da internet e entrei no sistema interno de e-mail s da Hawthorne. De todas as novas mensagens, apenas duas estavam mesmo endereçadas a mim.

A primeira fora enviada na semana anterior. Por favor, confirme quando receber esta mensagem. Um brinde ao seu futuro! Com meus melhores votos, K. Mulligan Orientadora estudantil Eu reli a mensagem, que obviamente fora enviada a todos os formandos.

Sei que talvez as coisas pareçam incertas agora. Até mais, K. Movi o mouse para apagar o e-mail quando uma cabeça apareceu sobre o cubículo do computador. Eu aqui. Senti o calor se espalhar pelas minhas bochechas. Algumas meninas estavam sentadas a uma mesa próxima.

Eu me voltei para o computador, saí da minha caixa de e-mail e juntei minhas coisas. Eu me afastei depressa dos terminais de computador. Pensando que ela estava falando comigo, eu parei. Meu rosto parecia queimar enquanto eu esperava que ela notasse a minha presença. E muito bem. Tirando proveito dos movimentos deles, me escondi entre duas estantes e escorreguei por uma delas até ficar agachada. Mas estou meio cheia de ficar direto com você, sem sentido nenhum — ela endireitou o colete e deu uma tapinha no joelho dele.

Vamos deixar as coisas assim. Ele parou de falar quando ela se levantou. Era o meio do período, e o corredor estava vazio, exceto por alguns professores que conversavam do lado de fora da secretaria. Eu estava de costas para ela, mas reconheci a voz. Olhando para o relógio de parede quando me virei, vi que eram 11h Estou muito feliz em vê-la. Mulligan esperou até que eu estivesse sentada para fechar aporta, como se eu pudesse tentar fugir. E, por outro, parecia que eu jamais estivera ali.

Certo — agora eu me lembrava. Na primavera anterior a Srta. Mulligan estivera determinada a conseguir que eu fizesse uma escolha, para que tivéssemos um objetivo claramente definido.

E o mais importante para mim,. Ela fechou a minha pasta e cruzou os braços. Pobre Justine. Pobrezinha de mim.

Do que eu precisava? O que ela poderia fazer para ajudar? Ou, ainda pior: ela podia me entender. Nós nos preparamos da melhor maneira possível, mas ainda assim foi um grande choque quando finalmente aconteceu. Chorei por semanas. Ela se inscreveu em treze universidades e foi aceita por todas. Engoli a resposta. Especialmente por causa dela. E a sério. Depois de um minuto, ela apanhou o mouse e olhou para a tela do computador. Ela começou a digitar. Ela apanhou o papel impresso e o estendeu para mim.

Mesma hora, mesmo lugar. Eu mal podia sentir minhas pernas enquanto me levantava, apanhava o papel e me dirigia à porta. Pode doer ouvir isso Mas é verdade.

Abri a porta e saíssem responder. Tentei lambê-los, mas minha língua estava seca e pesada como um tijolo. Bebi enquanto caminhava. Sempre que um aluno ou um professor passava por mim, eu me aproximava do vidro e fingia ler as gravações nos troféus, para que ninguém fizesse perguntas. Da terceira vez em que fiz isso, meu olhar recaiu sobre um nome familiar. Justine Sands. Durante toda sua vida, Justine fora a melhor em qualquer coisa que fizesse, inclusive em esportes, que praticara em todas as temporadas na Hawthorne.

Pisquei e sacudi a cabeça para me lidar dela. O rosto de Justine tomou seu lugar. Perto de mim, a porta de uma das salas de aula se abriu. Eu me virei e saí correndo. Quando cheguei ao banheiro feminino, meu corpo inteiro parecia ter passado dias sob o sol escaldante, estendido na calçada. De alguma maneira, consegui checar os cubículos e, quando vi que todos estavam vazios, tranquei a porta. Abri a torneira na pia ao lado, tampei o ralo e acrescentei o sal.

Finalmente, minha sede diminuiu. Aquele era o meu futuro. Escondida em banheiros. Um monstro. Abri o bolso da frente, encontrei meu celular e o liguei. Mas só queria ouvir sua voz. Você pode me ligar depois? Por favor. Capítulo 5 — Mensagem de texto ou cera de abelha. Paige estava sentada na cama, com um livro aberto à sua frente. Olhei fixamente para ela. E sou eu que peço desculpa. Acho que ainda estou me acostumando com essa palavra.

E é por isso que quero aprender mais. Ainda faria qualquer coisa por você. Disso eu estava totalmente certa. O segredo que quase a matara. Um raio prata brilhou diante dos meus olhos. Quando abri novamente Eu as vi. Sentadas num banco. Olhando diretamente para mim.

As palavras tranquilizadoras de Simon passaram pela minha cabeça.

Caixinha de Sonhos Vol.3

Totalmente congelado Depois que ela se foi? Pelo menos por enquanto. Mataram o Jonathan. Fiquei tentada a mudar de assunto, pelo bem de nós duas, mas havia uma coisa que eu precisava saber. Ela deu de ombros e seu rosto se suavizou um pouco. Ainda precisavam de oxigênio. Aquilo provocou o sorriso que eu esperava. Imaginando que ela quisesse passar alguns minutos sozinha, fechei meu caderno e me levantei. Você quer? Nós havíamos tomado cuidado. E sempre acreditava Meu estômago estava quieto. Temporariamente aliviada, continuei andando pelo corredor.

Ela riu. Ergui os olhos. Teria ficado feliz em preparar outro para você. Ela havia acabado de retirar do forno a forma de brownies e se deteve com o rosto na frente do forno aberto.

Você pode, por favor, ir ver se ele quer os brownies à moda? Vou levar um casaco para ele também. De qualquer modo, aquilo me deu uma desculpa para sair da cozinha por onde entrei, em vez de ir direto para a porta dos fundos.

O escritório do meu pai era uma pequena sala nos fundos do primeiro andar. Fechei a porta e caminhei por entre o labirinto de pilhas de livros. Pilhas de trabalhos de alunos rodeavam a mesa, mas eu as ultrapassei rapidamente e afundei na cadeira.

A escrivaninha estava imaculada — havia apenas o computador do meu pai e dois porta-retratos sobre o móvel.

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Meus olhos se detiveram nas fotografias. Levantei-me e pulei novamente por cima das pilhas de trabalhos. Virei-me lentamente no meio da sala, procurando Uma porta escondida? Uma passagem secreta? Um tesouro de informações disfarçado de vaso de flores? Ou, mais especificamente, no computador.

Meu pai tinha dois computadores, um desktop e um laptop, e estava sempre usando um ou outro. Enquanto me dirigia ao desktop, revivia os sentimentos do dia do funeral de Justine, quando percebera que as fotos no murar escondiam algo e me perguntara se deveria descobrir o quê.

Mas aquilo era diferente. A tela se iluminou, enquanto o computador adormecido acordava. Uma caixa azul apareceu, pedindo a senha. Digitei a primeira coisa que me veio à cabeça: Jacqueline. Poucos segundos depois, a caixa reapareceu.

Tentei o meu em seguida, depois o de Justine. Hemingway e Fitzgerald, seus escritores favoritos. Meus dedos pairaram sobre o teclado, enquanto eu olhava para o cursor piscando. Havia outro nome que eu poderia tentar. Uma pessoa cujo nome ninguém, além dele, saberia.

Ou pelo menos era o que ele pensava. Digitei lentamente, observando cada letra aparecer na tela. Quando terminei, olhei para o nome e me lembrei da primeira vez em que o vira, no quarto de Betty , em Winter Harbor.

Deveria ter sido apenas mais um nome, nada diferente de todos os outros no scrapbook de Raina sobre sereias e suas conquistas. Mas era diferente. E, de acordo com o texto ao lado da foto, o casal feliz tivera um filho. A mulher era Charlotte Bleu. A criança era eu. Uma porta bateu em algum lugar da casa. A ampulheta girou. Cada giro parecia levar minutos. Fiquei olhando para a tela, esperando que a caixa da senha ficasse em branco e me pedisse para tentar novamente.

Em vez disso, a caixa desapareceu. Havia tantos arquivos que eles estavam uns sobre os outros, fazendo lembrar linhas de cartas de baralho num jogo de paciência.

Sob mim, a cadeira vibrou. E os porta-retratos. E a xícara de café numa estante do outro lado da sala. Lentos, pesados, como se a pessoa que caminhava fosse grande e estivesse cansada.

Ele estava dentro de casa E chegando cada vez mais perto. Dei um salto da cadeira e bati a cabeça no teto baixo e inclinado. A luz por sob a porta escureceu. O computador. Deveria estar em modo de espera, com a tela escura.

A velha maçaneta de bronze girou. A porta começou a se abrir. Atirei-me para o outro lado da sala, agarrei um monte de fios e cabos e puxei com força. O computador fez um barulho alto antes de silenciar. Ele olhou para a xícara que eu segurava. Fiz uma pausa. Você acabou de alegrar o meu dia. Claro que sim. Eu estava com um pé para fora da porta aberta quando ele falou. Virei-me lentamente, sentindo meu rosto ficar da mesma cor de seu casaco favorito.

Digitou alguma coisa, esperou e digitou novamente. Ele se endireitou e coçou a cabeça. Devo ter desconectado o computador. O rosto dele relaxou. Conectei novamente os cabos e corri para a porta. Ele sabia.

E agora ele sabia. Sabia que eu havia descoberto sobre Charlotte e Eu ficaria feliz. Coloquei a xícara suja na lava-louça e enchi duas limpas com café e creme. Cortei um pedaço grande de brownie, embrulhando-o numa toalha de papel, e apanhei dois garfos na gaveta. Capítulo 6 Na manha seguinte, acordei com dor de cabeça. A dor continuou durante todo o fim de semana, quando Paige e eu voltamos para a Bates, e imaginei que fosse estresse - por causado meu pai, da escola e de mentir para Simon.

Infelizmente, o alívio físico que eu certamente sentiria depois de confessar tudo durante aquela visita seria um consolo muito pequeno. Olhei para Simon. Mais à frente, Riley disse algo que fez Paige rir. Ela se inclinou para a direita, batendo seu ombro no dele. Simon sacudiu a cabeça. Ele acha que ela é sua melhor amiga, que se mudou para Boston para ficar perto de você. Se ela quiser que ele saiba de mais alguma coisa, vai contar quando se sentir pronta.

Era um dia quente de outono, e o campus estava cheio de gente estudando, tomando sol e indo ao festival ou voltando dele.

Ou corrida de trator e depois concurso de espantalho? Todos concordaram. Eu faço esse enorme sacrifício. Ela riu e Simon olhou para mim, — Vamos — eu disse. Subimos uma pequena escada e embarcamos pela parte traseira da carroça. Riley seguiu Paige, enquanto ela se desviava de pernas, pés e montes de feno, e, cumprindo sua palavra, sentou-se sobre os joelhos dela quando ela encontrou um lugar perto do cocheiro e dos cavalos.

Simon sentou-se no canto traseiro esquerdo da carroça e me puxou gentilmente para seu colo. Visualmente pesada. De que tipo? Os braços dele me apertaram com mais força. Apoiei a cabeça em seu ombro. Ele pretendia convidar só alguns amigos para uma pizza e um filme, mas o Monty tinha outras ideias. E o que o Monty quer Caleb quer. O Monty vai atracar o Barbara Ann.

Caleb ama barcos e Monty quis que eles fizessem parte da festa. Encostei a cabeça novamente em seu peito. Mas você quer ir? À festa do Caleb? Abri a boca para dizer que sim. Mas, se ainda for muito cedo, eu entendo. Foi só uma ideia. Tudo bem. Havia chegado a hora. Eu tinha de agir.

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Qualquer coisa. Ele falava sério? Os braços de Simon envolveram minha cintura imediatamente. O ar se encheu de gritos e exclamações de susto, enquanto os cavalos passavam rapidamente de um trote lento para um galope desabalado.

Nossos olhos se encontraram e começamos a rir. Riley subia e descia no colo dela, com os olhos fechados e os braços em volta dos ombros de Paige cujos braços enlaçavam a cintura dele. Os passageiros gritavam, tentando se desviar e se agarravam onde podiam: em rolos de feno, nas laterais da carroça e mesmo uns aos outros, para evitar serem pegos ou caírem.

E como Simon estava bem ali, me apertando contra si com mais força do que nunca, eu aproveitava cada segundo. Quando tudo acabou e a carroça desacelerou, finalmente parando no ponto de partida, Simon, ainda sorrindo,. Ele encostou a cabeça no meu ombro e a sacudiu.

A gente podia encontrar com eles mais tarde. Era idiota. E infantil. E provavelmente só pioraria as coisas. Mas eu menti mesmo assim. Podemos deixar para depois. Eu estava preocupada, pensando que ele poderia ter se chateado por eu ter adiado a conversa, mas Simon pareceu relaxar depois que passamos alguns minutos ao lado da mesa de petiscos. Também relaxei. Eu estava me divertindo tanto que nem hesitei quando Simon me convidou para dançar.

Com Paige e Riley , formamos uma quadrilha com mais dois casais. A enorme tenda branca estava lotada e a pista de dança oscilava com os passos e saltos dos dançarinos. Eu ri. O que também me fazia feliz.

Tanto que beijei Simon quando nos juntamos novamente. Ou as luzes brancas que piscavam sobre nós. Mas eles estavam. Todos eles: alunos, professores, o locutor, Riley, Simon. Todos, menos Paige. Eles haviam formado um grande e imóvel círculo. Simplesmente ficaram parados, olhando para mim. As garotas estavam de caras feias. Os rapazes sorriam. O lema da Bates. Aparece constantemente na lista das vinte e cinco melhores instituições de artes liberais do país.

Ótimo — ela se virou para o computador. Eles têm os melhores cafés da cidade. A Srta. Ela parou de digitar e olhou para mim. Acabei de lembrar. Isso só vai levar alguns E usei isso como vantagem. Ninguém tentou me deter. Do lado de fora, desci os degraus e atravessei a rua correndo.

Era início de outubro, o ar finalmente estava esfriando e as folhas mudavam de cor. Fui para o parque. Estaria cheio de gente e, desde que eu ficasse escondida, ninguém notaria a minha presença. O que incluía conversar com Simon. Tinha ficado nervosa demais, paranoica demais, e acabamos passando o resto do fim de semana assistindo a filmes e pedindo comida pelo telefone, no dormitório da faculdade, com Paige e Riley.

Exceto pela dor de cabeça. E pela sede. E pelo calor e pelo cansaço, que eram novos sintomas do que quer que estivesse me deixando doente. Das pessoas se beijando. Abri os olhos. Tinha gente dando uns amassos no meio do parque, em plena luz do dia. Enquanto agarrava minha mochila e me levantava de um salto, vislumbrei alguma coisa azul-marinho e um brilho vermelho.

Eu es estava a apenas alguns passos de distância quando ele me viu. Sem me virar, puxei o capuz sobre o rosto e apressei o passo. Ele tocou no meu cotovelo. Eu me desvencilhei e corri para a esquerda.

Quando nossos olhos se encontraram, ela cruzou os braços sobre o peito e franziu a testa. Tomei cada atalho que encontrei, passando por jardins e contornando monumentos. Parei abruptamente para examinar o local. O som de passos parecia mais distante agora. Respirei fundo e corri. Minhas pernas ficavam mais fracas a cada passo. Elas caminhavam lentamente, lado a lado, usando vestidos longos que um dia tinham sido brancos, mas agora eram cinzentos e rasgados, grudados em seus membros atrofiados.

A pele delas estava azul, os cabelos escuros, embaraçados. Os olhos cor de prata estavam apertados E fixos em mim. Corri o que faltava até o coreto e tropecei para dentro dele, caindo de joelhos. O impacto causou tremores em minhas coxas e arranhões em minha pele.

Prendi o fôlego. Abri os olhos e vi Parker encostado numa pilastra de pedra, respirando pesadamente. Ele afrouxou a gravata vermelha e a usou para enxugar o suor da testa, me observando enquanto eu me levantava e olhava por cima das paredes baixas do coreto. Tirei a mochila dos ombros e encostei-me à pilastra na frente dele.

Nem minha amiga. Nem dava para dizer que ela é uma garota. Eu conseguia entender. No lugar disso, havia algo que eu jamais esperara ver, a menos que testemunhasse com meus próprios olhos. Minha garganta se apertou. Afinal, ele acabara de me perseguir pelo Parque Boston Common. Quem poderia dizer o que ele faria se eu demonstrasse mais do que frieza? O gole que eu acabara de dar quase me voltou à boca.

Ele se ajoelhou aos meus pés e pôs os dedos no meu tornozelo. O líquido vermelho-escuro escorrendo do meu joelho, pela minha perna, manchando minhas meias brancas. Imagens piscaram diante de meus olhos. Justine na mata, nos braços de Caleb, o sangue escorrendo da ferida aberta. E só sujeira, ou uma alga Eu acho que vou Ele se levantou de um salto quando minhas pernas cederam. Finalmente, sentime bem o suficiente para abrir os olhos outra vez. Olhei para ele e quase pude ver, por um segundo, o que todas as outras garotas da Hawthorne viam nele.

Os cabelos loiro-escuros estavam afastados do rosto e chegavam à gola da camisa; os olhos azuis pareciam verdes de vez em quando como agora, à luz do sol da tarde ; e a pele era suave e dourada. Sua autoconfiança resultava de muito mais que isso, o que de certo modo tornava a aparência a coisa menos interessante a seu respeito. Ele estava me procurando?

De Justine. Tomando sorvete na movimentada rua principal de Winter Harbor. E pensei que lhe dar a fotografia seria um pequeno gesto que eu poderia fazer para me desculpar. Sempre fico tonta quando vejo sangue. Ele segurou meu braço quando comecei a oscilar de um lado para o outro. Fechei os olhos e esperei que a tontura passasse. Quando os abri novamente, os olhos de Parker estavam esperando. Fiquei grata pelo silêncio, que me deu a chance de tentar entender tudo que havia acontecido.

Ele estava mesmo preocupado e havia cuidado de mim quando eu quase desmaiara. Eu o apanhei no bolso da saia e abri a nova mensagem de texto.

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Achei que você devia saber. Meu namorado. Olhei para a tela do celular sem ver as palavras de Simon. Aquilo era uma boa notícia. O que quer que estivesse acontecendo com Parker, os sentimentos dele por mim ainda eram, na melhor das hipóteses, platônicos.

Eu tinha ido até o bebedouro para encher minha garrafa a cada intervalo entre as aulas e, embora a sede e a dor de cabeça tivessem diminuído, minha pele ainda parecia ressecada, como se fosse pequena demais para o meu corpo. Mas, assim que abrimos a porta de casa, eu soube que o banho teria de esperar mais alguns minutos.

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Só estamos passando por uma crise. Enquanto ela ia para a cozinha, dei outra olhada na sala. Sacos de lixo pretos enchiam as passagens. O pó flutuava pelo ar. Portanto, o que quer que a tivesse provocado naquele dia, devia ser sério. Mas as coisas eram diferentes agora. Eu a segui lentamente, incerta do que dizer. Ela se levantou, apertando uma estrela de Natal brilhante contra o peito. Deve ter apenas os papéis velhos do seu pai, mas com ele nunca se sabe.

Mas meus pais haviam se mudado para aquela casa logo depois de se casarem, o que significava que poderia haver coisas guardadas ali havia vinte anos, muito antes de Justine e eu nascermos.

A primeira gaveta rangeu quando a abri. Removi a primeira pasta, incerta do que esperava encontrar. Velhas fotos? Cartas de amor? Recibos de hotéis? O amor. Fora assim que Caleb resistira a Zara.

E eu queria saber por quê. Meus olhos percorreram velhos livros e discos de vinil, procurando qualquer coisa que pudesse sugerir uma vida secreta fora daquela casa. A luz diminuía enquanto eu descia pelo corredor e me afastava da lâmpada no teto. Imediatamente reconheci algumas das roupas de bebê nas antigas fotografias espalhadas pela casa, e imaginei Justine sorrindo em seu carrinho e gargalhando em sua cadeirinha. Apanhei as roupinhas que haviam caído, correndo os dedos por pequenos laços brancos e botõezinhos de pérola.

Encontrei-as na prateleira mais alta, mal dava para ver as etiquetas sob a pouca luz. Mas, enquanto as caixas de Justine começavam no nascimento, as. Mas o menor tamanho era 12 a 18 meses. De repente, eu me lembrei do que meus pais sempre haviam me dito a respeito das fotos desaparecidas do meu primeiro ano de vida. Eles tinham até uma caixa de imagens borradas para provar. Aquele com as borboletinhas? Até ali, tudo bem. Eu jamais vira fotos de Paige indo para casa ao deixar o hospital; nem sequer sabia se tinha alguma.

Um ano antes, eu poderia ter acreditado. Ela colocou as roupas que segurava na caixa e olhou para mim. Pensei que ela poderia realmente confessar tudo e me preparei para ouvir a verdade. Ela ergueu a minha e a beijou. Foi assim que a garçonete descrevera os olhos de Zara, quando Simone eu fomos ao Bad Moose café procurar por Caleb. Na sala de visitas, arrastei algumas caixas e corri por entre sacos. Para o escritório do meu pai. Eram três horas da tarde.

Ao chegar ao escritório, abri a porta com força e me atirei para dentro, ou pelo menos tentei. Meu corpo se enfraquecia mais e mais a cada segundo, como se eu estivesse funcionando com uma bateria prestes a descarregar.

Enquanto atravessava o pequeno espaço, minhas pernas tremiam e meus pés tropeçavam. Em vez de saltar as pilhas de papéis ao redor da escrivaninha, reuni a energia que me restava e fui direto para a cadeira. Minhas pernas bateram nas pilhas e ali ficaram. Peguei o mouse e liguei o computador. Observei o teclado enquanto digitava, sem confiar que meus dedos trêmulos encontrariam as letras certas por si mesmos. Quando terminei, apertei o Enter e olhei para a tela.

Prendi o fôlego enquanto a pequena ampulheta girava uma vez. Duas vezes. Três vezes. Digitei as treze letras novamente.

Quando a senha foi rejeitada, tentei de novo. E outra vez. E mais outra. Capítulo 9 O scrapbook de Raina estava errado. Ela me dera à luz e me criara durante o meu primeiro ano de vida.

Por que ela desistira de mim? O que acontecera? Teria Raina confundido as datas? Essas eram as perguntas que eu fazia em silêncio, desde que encontrara as caixas de roupinhas de bebê. Arrancada subitamente de meus pensamentos, olhei para Paige, que vasculhou a sacola de compras a seus pés e pegou um CD. O CD que você só consegue baixar no pequeno clube de Boston. Dezenas de pessoas lotavam o estacionamento e as docas na marina, conversando, rindo e dançando.

Como na base dos penhascos de Chione. Ambas demos um pulo quando Riley apareceu perto da janela aberta de Paige. Mas recebi ordens para caminhar na prancha e queria dizer oi antes de saltar no mar. É como a dança das cadeiras ou a brincadeira de colocar o rabo no burro, estilo praiano — ele abriu a porta para Paige. Sorri enquanto ela corava. Colocando o CD de volta na sacola, ela desceu do carro.

Nossos dedos mal haviam se tocado quando dei um pulo e o abracei. Entre pensamentos sobre Charlotte Bleu durante a viagem, eu resolvera dar um tempo e parar de tentar decidir como contar a verdade a Simon. Somando isso, o que eu acabara de descobrir sobre o primeiro ano. Finalmente, eu havia escolhido calça jeans, camiseta escura de gola V e jaqueta de veludo marrom.

Meu visual fazia um contraste gritante com o de Paige. Ela aproveitara a oportunidade para se arrumar e vestia uma minissaia laranja-escuro, jaqueta jeans e botas de vaqueira.

As pernas e o pescoço estavam nus, e ela prendera os cabelos num alto rabo de cavalo. Riley estava certo: Paige estava linda. E se fixavam em mim. Vamos ficar praticamente invisíveis daqui a uns dez minutos. Ele me dissera ao telefone, na noite anterior, que, se as coisas ficassem muito estranhas hoje, poderíamos fugir por algum tempo, talvez dar um passeio de carro. Preferia que Simon imaginasse que era esse o motivo pelo qual as pessoas me olhavam.

Carmichael — eu disse com um sorriso. E dizer que estamos cuidando bem da casa? A Sra. Mas eu disse que ela podia ficar com o carro novo se controlasse a choradeira hoje à noite. Carmichael enxugou os olhos e deu uma risada. Dessa vez, fui eu quem lhe deu um abraço. Ele se isolara depois da noite em que o porto congelou, e durante o resto do. Mas aquele quase parecia o velho Caleb. E aquilo me deixou feliz, como eu sabia que também deixaria Justine. Nós nos separamos quando uma boia vermelha caiu a nossos pés.

Enquanto ele ia para perto dos amigos e a Sra. Encontramos Paige e Riley, que estavam reunindo outros competidores para andar na prancha, dissemos a eles que daríamos um passeio e fomos caminhar pela marina. É como se a cidade inteira estivesse presa no lugar esperando para ser libertada. Feixes de luz subindo para o céu? Lindas mulheres de vestido branco vaporoso? Se o Caleb quisesse pegar emprestado, teria lhe pedido. Olhei para ele.

Aquele barco parece mesmo o seu Mas estamos a trinta metros de distância. Seria difícil distinguir um barco a remo de uma canoa, nestas condições. Eu me virei e caminhei até a beira da doca, para olhar mais de perto. Se o gelo ceder consigo sair. Antes que eu pudesse inventar outro motivo para ir no lugar dele, ele se aproximou de mim e acariciou meu rosto com o polegar. Ele estava diminuindo o passo, examinando o gelo para encontrar o melhor lugar, quando uma imagem percorreu minha mente como uma bala de revólver.

Um estacionamento. A luz fraca de um poste de rua. Indefeso contra a força poderosa que o atraía.

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Sacudi a cabeça com força e comecei a correr pela doca. Corri mais depressa, ignorando minha garganta ressecada e minhas pernas fracas. Esfreguei os olhos quando pontos brancos começaram a surgir diante deles, detestando perder Simon de vista por um segundo que fosse. Mas e se estivéssemos errados, afinal? Pressionado minha garganta para diminuir a dor, virei à direita, saindo da grama e descendo para o gelo.

O frio repentino sob meus pés me paralisou. Estava aterrorizada demais com o que poderia ver. Em vez disso, mantive os olhos em Simon. Precisando desesperadamente de combustível, mantive a cabeça erguida e dobrei os joelhos até estar agachada sobre o gelo. Aquilo foi o suficiente para fazer meus pés se moverem novamente. Comecei devagar, mas em segundos eu estava voando sobre o gelo, como se meus sapatos estivessem presos a finas lâminas de metal. A distância entre mim e Simon diminuiu.

E viram o medo. Deslizei até parar. Simon continuou até chegar ao barco. Enquanto estava ali parada, sem respirar, tive uma imagem clara de Simon se aproximando do barco e fazendo uma breve pausa antes de retirar algo do interior. Um remo. Com uma fileira de ancoras vermelhas brilhantes ao longo do cabo. Estava preocupada com o que mais eu poderia descobrir na casa do lago, além de um barco a remo desaparecido. Estou bem. Paige sorriu.

Aparentemente, conseguia ouvir flores desabrochando, baleias cantando e corações batendo a quilômetros de distância. Mas os cobertores estavam quentes, como se tivessem sido tirados da secadora minutos antes, e as roupas eram exatamente do meu tamanho. Concentrei-me nas chamas que tremulavam na lareira. Olhei para ela e forcei um sorriso.

Só isso. Ela respirou fundo. Talvez eu consiga dormir esta noite. Fechei os olhos e esperei o sono chegar. Quando meu celular vibrou no bolso do casaco, dez minutos depois, eu estava olhando para o teto, e fiquei feliz em ter algo para fazer. Eu mal acabara de apertar a tecla Enviar quando outra mensagem apareceu.

Mas, depois do que acontecera, a vovó Betty insistira para que eu ficasse com elas, e eu estava assustada demais para discutir. Contente por ela estar dormindo, afastei meu cobertor, levantei-me e comecei a atravessar a sala. Mas, de forma surpreendente, eu estava bem.

Eu ficara submersa por menos de um minuto e, no entanto, quando voltei para terra firme e meu corpo teve a chance de absorver o sal natural, eu me senti melhor fisicamente do que me sentira desde que saltara dos penhascos de Chione. Eu tinha dado apenas dois passos pelo corredor quando ouvi uma voz familiar.

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Nossos olhos se encontraram. Os dela geralmente estavam voltados para cima, mas agora se fixavam nos meus. Acessórios para Celulares Voltar Voltar. Bolsas, Capas e Películas para Tablets. Jogos para PC Voltar Voltar. Revistas Nacionais Voltar Voltar. Jogos de Corrida e Simuladores. Cabos, Adaptadores e Carregadores para iPad. Xbox One Voltar Voltar. Cv de Tiro e Guerra. Carregador Veicular e Parede.

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