POESIA BOCHINCHO BAIXAR

davidarseneaultproductions.info  /   POESIA BOCHINCHO BAIXAR
postado por Rosette

POESIA BOCHINCHO BAIXAR

| Motoristas

    Jayme Caetano Braun - Bochincho (Letra e música para ouvir) - A um bochincho certa feita / Fui chegando de curioso / Que o vicio é que nem sarnoso / Nunca. Letra e música de “Bochincho“ de Jayme Caetano Braun. O resmungento nhenhém da acordeona conversava / fazia costa, roncava, rengueando no vai e vem / mal mal se enxergava alguém, entre murmúrio e relincho.

    Nome: poesia bochincho
    Formato:ZIP-Arquivar
    Sistemas operacionais: MacOS. Android. iOS. Windows XP/7/10.
    Licença:Grátis!
    Tamanho do arquivo:33.52 MB


    BAIXAR POESIA BOCHINCHO

    Autor: D. É bem assim que aos pouquinhos O bagual vai se acalmando. Especializou-se em décimas poemas com estrofes de 10 versos. Desejo receber notificações de destaques e novidades. Quisera ter sido o ronco. É o atavismo, eu sei, Cordeona amiga, Sem que tu digas, sem que ninguém diga, Parceira guasca que nos apaixonas. Sepé era um índio valente e bom, que lutou contra os estrangeiros para defender a terra das missões. Desktop Google Chrome Windows 8. Meio na volta do braço Consegui tirar o talho E quase que me atrapalho Porque havia pouco espaço, Mas senti o calor do aço E o calor do bochkncho arde, Me levantei — sem alarde, Por causa do desaforo E soltei meu marca touro Num medonho buenas-tarde! Meus amigos! Ri com todos os dentes uns seis , entra no cartório com passo firme mas alegre, e declara orgulhoso: - Vim registrar um nascimento. Quando estoura uma guerra, este povo pastoril e pacífico se volve, de golpe, em um exército de terríveis guerreiros. Añadir canción. O índio era um índio touro, Mas até touro se ajoelha, Cortado do beiço a orelha Amontoou-se como um couro E aquilo foi um estouro, Daqueles que dava medo, Espantou-se o chinaredo E amigos - foi uma zoada, Parecia até uma eguada Disparando num varzedo! Conecte a conta do Spotify à conta da Last. A tropilha dos invernos Tinha lhe dado uma estafa, E aquela meia garrafa Dentro do cano da bota Contava a história remota Do negro velho curtido Que os anos tinham vencido Sem diminuir na derrota! E dali ganhei o mato, Abaixo de tiroteio E inda escutava o floreio Da cordeona do mulato E, pra encurtar o relato, Brwun bandeei pra o outro lado, Cruzei o Uruguai, a nado, Que o meu zaino era um capincho E a história desse bochincho Faz parte do meu passado! O chapéu com barbicacho, negra e comprida melena, pele queimada, morena sem luxos na vestimenta, bombacha de brim - cinzenta, adaga e faca à cintura e um olhar misto ternura com lampejos de tormenta. Jamais alguém contestou O teu cetro de realeza! Alguns tiveram que assistir de pé.

    Letra e música de “Bochincho“ de Jayme Caetano Braun. O resmungento nhenhém da acordeona conversava / fazia costa, roncava, rengueando no vai e vem / mal mal se enxergava alguém, entre murmúrio e relincho. A de oito baixos roncava e o candeeiro estremeciaNem o tinhoso sabia do beleléu que se armavaA cordeona resmungava e parou de sopetãoQuando levei um. Baixar ou ouvir a música 02 Último Bochincho - Joca Martins do álbum ou CD Canta Poemas de Jayme Caetano Braun. Confira também outros sucessos de. Posso baixar música no site musicatradicionalista? Não. Somente pesquisar letras e informações discográficas dos artistas.

    No tempo dos escravos, havia um estancieiro, muito ruim, que levava tudo por diante, a grito e a relho.

    BAIXAR POESIA BOCHINCHO

    No mais, os limites dos campos eram aqueles colocados por Deus Nosso Senhor: rios, cerros, lagoas. Apanhou uma barbaridade atado a um palanque e depois, cai-caindo, ainda foi mandado procurar o animal extraviado. Como a noite vinha chegando, ele agarrou um toquinho de vela e uns avios de fogo, com fumo e tudo saiu campeando.

    Mas nada!

    Você pode gostar de: BAIXAR ADDONS OMNICC

    O toquinho acabou, o dia veio chegando e ele teve que voltar para a estância. Qual é a sua surpresa ao ver o negrinho do pastoreio vivo e contente, ao lado do animal perdido.

    BAIXAR POESIA BOCHINCHO

    Desde aí o Negrinho do Pastoreio ficou sendo o achador das coisas extraviadas. Pouca gente e poucos bichos escaparam - quase tudo morreu.

    BAIXAR POESIA BOCHINCHO

    Mas a cobra-grande, chamada pelos índios de Guaçu-boi, escapou. Vendo aquele mundaréu de gente e de bichos mortos, a Guaçu-boi, louca de fome, achou o que comer.

    Mas - coisa estranha! E foi essa luz que a Guaçu-boi foi comendo, foi comendo Cobra de fogo! Ronda os cemitérios e os banhados, e de onde sai para perseguir os campeiros. Atraído pela argola do laço, ele se enrosca todo, se quebra e se some. Sepé era um índio valente e bom, que lutou contra os estrangeiros para defender a terra das missões.

    Nas noites escuras ou em pleno combate, o lunar de Sepé brilhava, guiando seus soldados missioneiros. O mito Lobisomem é basicamente a crença em que determinados homens - sempre homens!

    Se tem algum guri ou moço por perto, ele pergunta, simplesmente: "Tu queres? Aí, o velho morre feliz, porque transmitiu o fado, conforme se expressa a linguagem popular. Quase sempre mora sozinho. Mais raramente ainda é casado e a mulher ignora o fato. Mora sempre em um rancho o mais isolado possível, obrigatoriamente com um galinheiro no fundos. O fado do Lobisomem é uma cruz que ele carrega. Se é atacado, reage.

    Baixe agora: Tribo da Periferia lança música com participação de Marília Mendonça!

    E morde cachorros e até pessoas. Mas, se puder evitar isso, ele evita.

    Simplesmente o Lobisomem tem que cumprir o seu fado, que é comer nas sextas-feiras de lua cheia, da meia-noite até o clarear do dia, descrevendo um grande rodeio. Aí, corre a noite inteira, fazendo uma grande volta. Rebolca-se de novo no galinheiro e aí vira gente, outra vez. Mais raramente o Sanguanel se envolve com adultos.

    Autor: D. Mil vezes te amanunciei, No pingo meio oitavado, Entre um pedido, um recado, De uma mana ou de uma prenda E depois quando parti-me Do Pago, campeando a sorte, Eu te chupei, mate forte, Bem junto do parapeito, E fui saindo, sem jeito, Dando rédeas ao gateado, Mas te guardarei bem cevado No porongo de meu peito!

    BOCHINCHO BAIXAR POESIA

    Decerto é por isso mesmo Que quando evoco a Querência Eu te sinto, com violência, Nas veias em atropelo, E até me ouriça o cabelo. És perfume, és lenitivo Que nos encanta e suaviza E num minuto escraviza O índio mais primitivo!

    Último Bochincho

    Até o sol que te bronzeia Beijando-te a estampa esguia Faz de ti, prenda bravia Uma pampeana sereia! Jamais alguém contestou O teu cetro de realeza! E o trono da natureza É teu, chinoca lindaça Pra mim tu pealaste os anjos Na armada do teu sorriso, Fugindo do Paraíso, Para esta campanha agreste, E nalgum ritual campestre, Por força do teu encanto, Transformaste o pago santo Num paraíso terrestre!

    E essa vontade de morrer peleando. De onde me vem esse tropel no pulso, E esse calor de fogo que incendeia? É o atavismo, eu sei, Cordeona amiga, Sem que tu digas, sem que ninguém diga, Parceira guasca que nos apaixonas.

    Cresci sabendo que o chucro Exige muito cuidado Mas que o cavalo aporreado Exige cuidado e meio. Olha bem como se faz Vai a carona primeiro, Pois nem precisa bacheiro Nessa primeira encilhada. Lombilho, cincha apertada Bem sobre o osso do peito.

    Seu nome - nunca se soube, nem ele mesmo sabia. Numa noite muito fria deu ô de casa na estância. Vinha de longa distância dos fundos da noite grande, mas nos galpões do Rio Grande isso tem pouca importância. Ninguém lhe perguntou nome nem lugar de procedência que vinha de outra querência se via no sufragante, um buenas noites vibrante de campeira fidalguia e a galponeira franquia: O chapéu com barbicacho, negra e comprida melena, pele queimada, morena sem luxos na vestimenta, bombacha de brim - cinzenta, adaga e faca à cintura e um olhar misto ternura com lampejos de tormenta.

    Mi nombre es Hermano, hermanos disse - enquanto chimarreava à peonada que escutava mui atenta - por sinal, e no mesmo tom casual, palmeando a cuia de mate, afirmou como arremate: - Soy de la banda Oriental! Depois que se enforquilhava no seu basto castelhano nem o bagual mais tirano sacava o índio dali. Aos gritos de ibi-bi-bi, ia surrando cruzado pulando mais que dourado nas enchentes do Ibicuí!

    Quando cantava se via naquele olhar machucado o pensamento empacado nalguma reminiscência, talvez a velha querência longe na barra pampeana Numa milonga macia, numa cifra - num estilo nunca se viu como aquilo tamanha fidelidade, ora olfateando saudade numa nostalgia langue; ora farejando sangue num berro de liberdade.

    Pajada das Missões Jayme Caetano Braun - Video - Portal das Missões

    Foi num Domingo de tarde, ao retornar de uma andança, a noite caía mansa e o paisano vinha sério, o pensamento gaudério perdido longe Baleado embora, o Hermano, ao se apartar do lombilho vinha puxando gatilho dum trinta e oito orelhano.

    Seis tiros dados no rumo e um alarido de morte. Com três ou quatro balaços bordando a pele morena, nem ouvia a cantinela e o fogonear dos balaços, meio de arrasto - c'os braços, rumbeou para o tiroteio: - galo fino - no careio, coloreando de puaços Nunca se soube o motivo daquela barbaridade, nem a própria autoridade nem gente da vizinhança.

    Foi com certeza, vingança, feita por gente mandada. Restam na velha picada quatro cruzes por lembrança.

    Descansa nela o paisano que usava melena preta, um poncho azul de baeta, montava um baio cabano. A lua nasce num beijo, prateando o lombo do cerro e um grilo acorda um cincerro, do meu retiro de andejo!

    Paisagens de sombra e luz, como é que pude perdê-las? A tropilha dos invernos tinha lhe dado uma estafa, e aquela meia garrafa, dentro do cano da bota, contava a história remota do negro velho curtido que os anos tinham vencido sem diminuir na derrota. Carneava uma res, num upa, com toda calma e perícia! Ficou sendo um desses índios que se encontra nos galpões e ao derredor dos fogões fala aos moços, com paciência, de que aprendeu na existência, ao longo dos corredores, alegria, dissabores, curtido pela experiência!

    Por isso é que nos bolinchos só se alegrava bebendo como se cada remendo da velha roupa gaudéria, fosse uma sangria séria por onde o sangue do pago se esvaisse, trago a trago, por ver tamanha miséria! E até parece mentira - negro velho de valor! Calcei o frango Prateado Que foi pinto em meu terreiro, Pra soltar no rinhedeiro Onde estava um Colorado.

    Havia povo amontoado De pé, sentado e de joelho. O jogo muito parelho De mansito começou, Até que um pardo gritou: Cem mil no galo vermelho!