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postado por Rosette

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    Escutar alguém que lê em voz alta é muito diferente de ler em silêncio.

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    Quando lemos nós mesmos, podemos parar ou saltar frases: somos nós que determinamos o ritmo. Com o canto do olho, distingue Ludmilla. Ela chegou neste momento ou escutou a leitura desde o início? Entrou em silêncio, sem ter batido? Ela vem esconder-se aqui, dissera Irnerio. Tampouco se sobressalta quando ela, aproveitando-se de uma pausa mais longa que as anteriores, pergunta-lhe: — E depois? O professor fecha o livro com um estalo.

    Debruçando-se na borda da costa escarpada se interrompe aqui. A voz do professor parece estar a ponto de extinguir-se. Onde ele se meteu? Talvez tenha rolado para debaixo da escrivaninha, talvez esteja pendurado na lâmpada do teto.

    Também sumiram, retiraram-se para um canto, abraçados um ao outro.

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    É essa a resposta de vocês? Primeiro vem essa língua sem palavras dos corpos vivos — é essa a premissa que você gostaria que Uzzi-Tuzii percebesse?

    Eu gosto de ler, ler de verdade. Seu modo de estar no mundo, plena de interesse por aquilo que o mundo pode oferecer-lhe, afasta o abismo egocêntrico do romance suicida que acaba afundando dentro dele mesmo. É um material apócrifo, difundido pelos nacionalistas címbricos durante a campanha de propaganda anticiméria no final da Primeira Guerra Mundial!

    Pode convidar também seu amigo, caso ele se interesse. O grupo se instala numa sala, ao redor de uma mesa. Lotaria, afinal, abre seu calhamaço e começa a ler. As cercas de arame farpado se desfazem como teias de aranha.

    Todos acompanham em silêncio, vocês e os demais. Seja como for, é um romance no qual, tendo entrado, gostariam de prosseguir sem parar. Diante do antigo Banco Levinson, vigiado pelas patrulhas da guarda popular, de baioneta calada e insígnia no gorro, a comitiva de noctívagos se dispersava, como se tivesse recebido uma senha, e cada um seguia seu caminho sem cumprimentar os demais.

    Eu ia sempre à direita, para dar espaço ao coldre do pesado revólver que trazia à cintura. Ela ergueu contra nós um punho pequeno, seco e amarelo, enrugado como uma castanha, e, apoiando- se com o outro punho no calçamento, gritou: — Malditos os senhores!

    Ou melhor: — Malditos! Todos sentiam que a própria sobrevivência individual estava em jogo, num clima em que falar de solidariedade pareceria um desatino, pois o que contava era abrir espaço com unhas e dentes.

    Usava casaco com debrum de pele na gola e nos punhos e chapéu em forma de sino com um véu e uma rosa. Elegante, em suma, além de jovem e atraente, como logo constatei. Envolvo suas costas com o braço; trato de resistir aos empurrões daqueles que querem descer e nos lançam imprecações: — Ei, abram caminho! Ouça o que digo, pois disso eu entendo um pouco.

    É astrônomo? Em nosso regimento, as patentes foram abolidas, mas as ordens mudam o tempo todo.

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    Por enquanto sou um militar com duas listras na manga, só isso. Desenhava estampas de tecidos e, enquanto eles continuarem a faltar, farei desenhos no ar. Acrescento: — A menos que seja a recusa absoluta o que as preserva das mudanças. Desde o dia em que cheguei repito isso. Valerian é o amigo mais querido que tenho aqui na cidade. E dizer que pareço desfrutar de uma liberdade insólita para um militar em serviço! Uma rainha oriental? É pelo tom sarcasticamente agressivo de sua voz que reconheço a passante que encontrei na Ponte de Ferro.

    Cada um tem um sonho diferente. Parece-lhe justo, minha cara? As mulheres armadas para fazer o quê? Nós por cima, e vocês por baixo. Entra um motociclista do Comando Militar com um calhamaço de papéis. A porta, ao abrir-se, esconde Irina, que desaparece. Valerian, como se nada tivesse acontecido, cuida dos afazeres. Eu aguardava o instante em que o laço do olhar de Irina se afrouxasse. Acontecimentos personagens ambientes sensações tudo é expulso para dar lugar aos conceitos gerais. E o restante?

    Temos todo o direito de exigir isso. Você vai e me conta depois. Você fica contrariado. Quero continuar sendo parte dos que lêem e, por isso, fico alerta para manter-me sempre aquém dessa linha.

    Trata-se de uma linha fronteiriça aproximativa, que tende a desaparecer: o mundo daqueles que se relacionam profissionalmente com livros é sempre mais populoso e tende a identificar-se com o mundo dos leitores. Sei que, se ultrapassar esse limite, mesmo ocasionalmente, correrei o risco de confundir-me com essa maré que avança; por isso, eu me recuso a entrar numa editora, mesmo que por alguns minutos. Cada um reage a seu modo. O que mais dizia?

    Agradecemos ter nos permitido a leitura, logo o restituiremos, ah, veio aqui para retirar os originais? De repente o senhor Cavedagna some. A cada passo, Cavedagna se arrisca a ser capturado, assediado, engolido. Bravo, muito bem, fico feliz! Leitores verdadeiros, eu os encontro cada vez menos. Quando moço, eu me escondia no galinheiro para ler.

    Você trata de explicar o motivo da visita. Basta que num ponto qualquer alguma coisa saia do lugar e a desordem se alastra, o caos se abre sob nossos pés. Desculpe-me, quando penso nisso chego a ter vertigens. Tudo começou quando se apresentou aqui na editora um jovem que afirmava ser tradutor de… Como é que se diz?

    Uma língua difícil, que é conhecida por poucos. Trouxe um livro escrito nessa língua, um romance volumoso, denso, como se chamava? Deixe-me ver, do… — Ahti? Exatamente, Ukko Ahti. Assim, nas indenizações de guerra, também a literatura ciméria foi tomada pelos címbrios. Diga-me: foi traduzido? Vocês o publicaram? E ele: um romance polonês eis o polonês! Mas espere. Isso era o que ele dizia, e na hora nós acreditamos.

    Mandamos parar tudo, mudar o frontispício, a capa. E, aí, o que aconteceu? Tampouco se tratava de Bazakbal, era um romance traduzido do francês, de um autor belga pouco conhecido, Bertrand Vandervelde, intitulado… Espere que eu lhe mostrarei.

    Essa idéia, Leitor, você pode ler como se estivesse escrita na testa dele. Era verdade. Bernadette é uma história completamente diferente. Eu poderia afirmar que com ela fiz as coisas sem nenhum erro: desde que soube que Jojo voltara a Paris e estava em meu encalço, eu me pus imediatamente na pista dele, e foi assim que descobri Bernadette, e logo tratei de trazê-la para meu lado, e combinamos o golpe juntos, sem que ele suspeitasse de nada.

    Veio-me à cabeça nosso primeiro encontro, fazia muitos anos, em Chicago, no armazém da velha senhora Mikonikos, cheio de bustos de Sócrates: naquele momento eu percebera que investira nos caça- níqueis enferrujados de Jojo todo o dinheiro recebido do seguro pelo incêndio proposital e que eu estava à mercê dele e daquela velha paralítica e ninfômana. No dia anterior, olhando das dunas o lago gelado, eu saboreara a liberdade que me chegava após tantos anos, mas, no intervalo de vinte e quatro horas, o espaço a meu redor se fechara outra vez, e tudo se decidia nesse grupo de casas fedorentas, entre o bairro grego e o bairro polonês.

    Acha que é hora para isso? Ela, contorcendo as pernas em movimentos — devo reconhecer — harmoniosos, instalou-se a cavaleiro em meus joelhos e quase me sufocou em seus seios, como numa avalanche. Eu diria que o elevador fora chamado enquanto descíamos com o lixo. O jovem — que teria uns dezoito anos — ficou ali parado, com bigodes e cílios que pareciam penas negras sobre as faces coradas. Quem o mandou aqui? Reconheço que depois de certa idade ela tenha se tornado independente, mas fico apreensivo toda vez que me chegam notícias suas.

    Ele levantou a bacia de zinco para levar a ninhada de volta. Eu olhava aquele rebuliço de escamas verdes, patas, caudas, bocas escancaradas, e era como se tivessem me acertado uma pancada no crânio. Deixe-me ver — diz o mais gordo dos três.

    Deve haver em algum lugar o volume completo; você olha em volta, procurando-o, mas logo desanima; neste escritório, os livros figuram na forma de matéria bruta, peças sobressalentes, engrenagens para desmontar e remontar. Mas, apesar de tudo, reconforta-o a confiança de Cavedagna de que, mesmo neste ambiente, seja possível uma leitura inocente. Eis que o velho editor reaparece na porta envidraçada. Agarreo pela manga, diga-lhe que deseja continuar a ler Olha para baixo onde a sombra se adensa.

    As cópias datilografadas, os textos originais, címbrico, polonês, francês. Ele desapareceu, tudo desapareceu, de um dia para o outro. Levaria horas para ler toda a correspondência.

    Depois me diga o que achou. Quem sabe consegue entender alguma coisa. Essa que você tem diante dos olhos parece uma carta comercial comum; mas como diabos foi parar naquele lugar do mundo uma casa editora em língua ciméria?

    Depois que o mundo dos negócios abandonou esses edifícios solenes, com a aparência de igreja que herdaram dos bancos ingleses, eles se tornaram ainda mais sinistros. Para nós, reféns, os dias se arrastam e se desfiam frouxamente sob um telheiro de zinco no deserto poeirento. Ao ouvirem meu nome, enrijecem-se.

    Limitei-me a sorrir e sacudir os ombros. Mas para que os piratas da APO queriam apoderar-se daquele manuscrito? Consegui falar pessoalmente com Flannery : ele estava no terraço de seu chalé, regando vasos de zínias. Desse momento em diante, ele decretou o embargo e o confisco dos livros ocidentais em seu território.

    Até as remessas para a biblioteca pessoal de sua consorte foram interrompidas. As fabulações de um grafômano têm tamanho poder sobre você? Em seu rosto leio que ela deseja ler, e escrevo fielmente. Nenhuma resposta a essa pergunta, que Marana deixou escapar quase com indiferença.

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    E que desígnio oculto faz que os caminhos destas personagens se cruzem continuamente: ela, Marana, a seita misteriosa que rouba manuscritos? Pelo que você pôde entender das referências dispersas nessas cartas, o Poder Apócrifo, dilacerado por lutas intestinas e subtraído ao controle de seu fundador, Ermes Marana, cindiu-se em duas facções: uma seita de iluminados seguidores do Arcanjo da Luz e uma seita de niilistas seguidores do Arconte da Sombra.

    A cada andar, vejo aparecer uma seqüência de lugares vazios, paredes desbotadas nas quais ainda se enxergam as marcas de móveis que outrora ocuparam aqueles espaços e de canos que foram arrancados, um deserto de pisos e forros mofados. Esse é um livro verdadeiro, ainda que seu autor tenha escrito muitos outros livros falsos. Esse, portanto, fica conosco.

    A crise de Flannery criara rebuliço nas duas facções rivais do Poder Apócrifo, que, com expectativas opostas, dispersaram seus informantes pelos vales ao redor do chalé do romancista. É o Pai das Histórias quem nos dita os livros! Computador coisa nenhuma! Você quer pedir a Cavedagna que o deixe ler imediatamente Numa rede de linhas que se entrelaçam, do pseudo ou autêntico?

    Flannery, que poderia talvez ser a mesma coisa que Olha para baixo onde a sombra se adensa, do autêntico ou pseudo? No café, enquanto espera Ludmilla, você começa a ler o livro enviado por Marana. A colina é toda povoada, e ao correr eu passo diante de casas de madeira de dois andares com jardim, todas diferentes e todas similares, e de vez em quando ouço tocar um telefone.

    O que esperam? Tudo parece deserto, vazio. Por uma janela aberta na parte dos fundos, vejo um quarto desarrumado onde, sobre uma mesinha, o telefone continua a tocar. A persiana bate; o caixilho da vidraça se prende na cortina esfarrapada. Detenho-me num prado para recuperar o fôlego. Vejo as horas.

    Quanto mais reviro essas idéias na cabeça enquanto desço a colina, mais me parece tornar a ouvir o telefone tocar, ouço-o sempre mais claramente, mais distintamente, e eis que de novo estou diante da casa e o telefone ainda toca. Entro no jardim, vou até os fundos, corro para a janela. Anote o endereço direito: Hillside Drive, E agora, o que faço? Começo a correr de novo, dou mais uma volta em torno da casa, depois ganho a rua.

    A Clifford pisca os olhos: — Marjorie? Eis a Hillside Drive. Eis o Desato os nós. Ela vomita. Olha-me com desprezo e diz: — Bastardo. Alguém o chama. É seu o nome que o garçom vai repetindo de mesa em mesa. É Ludmilla? Primeiro ouça o que ela tem para dizer. Se chegar primeiro, pode entrar e esperar. Você corre ao endereço que ela lhe deu.

    Aperta inutilmente a campainha. Você encontra a chave. Entra na penumbra das persianas baixadas. É a casa de uma moça sozinha, a casa de Ludmilla. É isto: ela mora sozinha.

    E é isso o que você quer saber em primeiro lugar? O que poderiam essas coisas revelar-lhe sobre como realmente Ludmilla é? Como é você, Leitora? Ou antes: seguindo os modelos mentais através dos quais vivemos a aventura humana. Ou ainda: seguindo os modelos mentais por meio dos quais atribuímos à aventura humana significados que nos permitem vivê-la.

    Para entender isso, o Leitor sabe que a primeira coisa a fazer é visitar a cozinha. Poderia alguém apaixonar-se por você só de ver-lhe a cozinha? O Leitor prossegue o reconhecimento da casa cujas chaves você lhe deu. Você acumula uma quantidade de coisas a seu redor: leques, postais, frascos, colares presos à parede. Mas, visto de perto, cada um dos objetos se revela especial e, de alguma maneira, inesperado.

    Você é possessiva? Fotografias de quem? Em suma, você é organizada ou desorganizada? Vê-se que seu interesse pela casa é intermitente, seguindo as dificuldades de seu dia-a-dia e os altos e baixos de seu humor. Você é depressiva ou eufórica? O que mais? Isso pode ser um traço importante a ser acrescentado a seu retrato: seu espírito tem paredes internas que permitem separar tempos diversos para pausas ou retomadas, concentrar-se alternadamente em canais paralelos.

    Ou que de fato as vive? Leitor, fique de ouvidos alertas. Você permanece sempre um dos vocês possíveis. Ludmilla lhe aparece protegida pelas valvas do livro aberto qual uma ostra em sua concha. Uma chave gira na fechadura. Você se cala, como se quisesse fazer-lhe uma surpresa, como se para afirmar, a si mesmo e a ela, que você estar aqui é coisa perfeitamente natural.

    Você o reconhece. É Irnerio. Você precisa decidir de imediato qual atitude assumir. O desapontamento por ver Irnerio entrar na casa de Ludmilla como se estivesse na própria casa é mais forte que o incômodo de você encontrar-se ali quase escondido. Irnerio é ao menos um fantasma conhecido. Assim como você o é para ele.

    Vasculha ao redor, maneja os livros. É para fazer. Eu faço coisas com os livros. Alguns objetos. Fixo os livros com resina, assim eles ficam do jeito que estiverem, fechados ou abertos.

    Ela concorda com isso? Os críticos dizem que o que faço é importante. Em breve reunirei todas as minhas obras num livro. Marcaram-me uma entrevista com o senhor Cavedagna. Um livro com fotos de todos os meus livros. Quando esse livro for impresso, eu o usarei para fazer outra obra, muitas obras. Uma obra só me vem se eu a sinto.

    Você ri, amargo: — Pode-se dizer que você conhece de cor a biblioteca de Ludmilla. Adoro livros… — Como assim? É por isso que a gente se sente bem aqui na casa de Ludmilla. O segredo que lhe foi revelado, a intimidade deles, consiste na complementaridade de seus ritmos vitais. É o livro que estou lendo. Escolha outro. Olhe este aqui, é parecido. De quem é? Você parece fulminado por um raio. E agora, circulando pela casa de Ludmilla, tropeça na pista de Marana.

    Irnerio sacode a cabeça. Agora isso é passado. Ao menos isso ele conseguiu. Mas, de vez em quando, aparece algum vestígio. Sei apenas que, se eu tentasse fazer algum trabalho com os livros que eram dele, os resultados seriam falsificações, mesmo que parecessem iguais aos que faço sempre… — Mas por que Ludmilla mantém as coisas dele nesse cubículo? Espera que ele volte?

    Ela nem lia mais. Aí ela fugiu… Foi a primeira a ter ido embora… Depois foi ele… A sombra se afasta. Você respira. Ludmilla entra, joga o casaco numa poltrona, os pacotes. Todo mundo aqui! Desculpem o atraso! Ele vai e vem sem dizer nada. Você entrou como? Se for assim, é melhor nem começar. Você põe a xícara sobre a mesinha. Foi você quem o disse, Leitora. Mas como determinar o momento exato em que começa uma história?

    Qual é o tema central que retorna em suas variações e modulações? Deixe-me ler. Eu vi que você tem outro exemplar. Irnerio, quando viu esse livro, jogou-o no quarto escuro, onde você guarda… — Quem o autorizou a vasculhar minha casa? Um dos dois é falso. Mas aquele que eu estava lendo, também foi ele que o enviou a Cavedagna! Leitor, você decidiu: vai ao encontro do escritor.

    Igual até certo ponto. Talvez seja por isso que eu preciso de espelhos para pensar: só consigo concentrar-me quando em presença de imagens refletidas, como se minha alma tivesse necessidade de um modelo para imitar toda vez que exercita sua virtude especulativa.

    O adjetivo assume aqui todos os seus significados: sou ao mesmo tempo um homem que pensa e um homem que tem negócios, além de ser colecionador de aparelhos ópticos. Se minha figura parte em todas as direções e desdobra-se em todos os ângulos, é para desencorajar aqueles que me perseguem. Sou um homem com muitos inimigos, dos quais preciso esquivar-me continuamente.

    Quando acreditam apanhar-me, eles apenas golpeiam uma superfície de vidro sobre a qual aparece e se dissipa um reflexo entre tantos de minha presença ubíqua. Nesta altura, a narrativa poderia lembrar que, entre as virtudes dos espelhos sobre as quais tratam os livros antigos, inclui-se a de mostrar coisas distantes e ocultas. Concentrando os raios, os espelhos curvos podem captar uma imagem do todo.

    Aquele era um jogo difícil, em que cada erro podia custar-me muito caro. O primeiro movimento em falso foi ter convencido meus rivais a associarem-se a mim para fundar uma seguradora contra os seqüestros. Confiante em minha rede de informantes entre os marginais, acreditei que poderia controlar todas as eventualidades. O plano da emboscada previa que entre as motos Honda que me escoltavam e o automóvel blindado em que eu viajava se introduziriam três motos Yamaha conduzidas por falsos policiais, que freariam bruscamente antes da curva.

    Segundo meu contragolpe, três motos Suzuki deveriam bloquear minha Mercedes quinhentos metros antes, simulando um seqüestro.

    Quando vi meu carro acuado por três motos Kawasaki num cruzamento que precedia os outros dois, compreendi que meu contragolpe fora posto em xeque por um contracontragolpe cujo autor eu desconhecia. Mas quem? As paredes espelhadas devolviam minha imagem infinitas vezes. Teria eu sido seqüestrado por mim mesmo? Uma das imagens minhas que eu projetara para o mundo teria tomado meu lugar e me relegara ao papel de imagem refletida? Teria eu evocado o Senhor das Trevas e este agora se apresentava diante de mim sob minhas próprias feições?

    É Lorna. Ao fazer o menor movimento, sua carne nua se multiplica em imagens por todos os espelhos. Pois se engana! Seria ela prisioneira juntamente comigo? Seria ela minha prisioneira? Nesse meio tempo, uma porta se abre. Elfrida entra. Diga-me depressa: como faço para sair? Todos os dias antes de começar a trabalhar, fico algum tempo olhando-a pela luneta. Desde que me tornei escravo da escrita, o prazer da leitura se acabou para mim.

    Tudo o que faço tem por finalidade o estado de ânimo dessa mulher estendida na espreguiçadeira, que enquadro na lente de minha luneta, e esse estado de ânimo me é proibido. E se, assim como eu a observo enquanto lê, ela me mirasse com uma luneta enquanto escrevo? O espírito dos tempos? O inconsciente coletivo? Ponho o olho na luneta e a aponto para a leitora. O resultado que tenho de esperar é algo de preciso, íntimo, leve. Poderia também descrever a borboleta, mas tendo em mente o crime, de modo que a borboleta se converta em algo terrificante, espantoso.

    Dois escritores, habitantes de dois chalés situados em vertentes opostas de um mesmo vale, observam-se reciprocamente. Um deles é um escritor produtivo, o outro, um escritor atormentado. No terraço de um chalé, no fundo de um vale, uma jovem lê um livro enquanto toma sol. Os dois escritores a observam através da luneta. Os dois escritores, primeiro um e depois o outro, abordam a jovem, e ambos lhe dizem que desejam que ela leia os romances que acabaram de escrever.

    A mulher recebe os dois manuscritos. Alguns dias depois ela convida os autores a irem a sua casa, juntos, para grande surpresa deles. Devolve ao produtivo o romance que o atormentado escrevera à maneira do produtivo, e devolve ao atormentado o romance que o produtivo escrevera à maneira do atormentado.

    É o romance que ambos os escritores sempre sonharam escrever. Mas o que encontra é algo completamente diferente daquilo que esperava, e ela manda ao diabo também o atormentado. Quanto ao manuscrito do atormentado, ela o considera insípido, como tudo o mais que vem desse autor. Responde aos dois escritores com frases genéricas. Pensando bem, a leitura é um ato necessariamente individual, muito mais que escrever. É essa a beatitude especial que vejo aflorar na fisionomia da leitora e que a mim é negada.

    Mas como se poderia construir tal livro?

    Prolongar indefinidamente as preliminares? Explicou-me que a grande habilidade dos japoneses em fabricar equivalentes perfeitos dos produtos ocidentais estendia-se à literatura. Uma empresa de Osaka conseguiu apropriar-se da fórmula dos romances de Silas Flannery e chegou a produzir textos absolutamente inéditos, de primeira qualidade, a ponto de ter invadido o mercado mundial. Uma vez retraduzidos em inglês ou melhor, traduzidos para o inglês, do qual fingiam ser traduzidos , nenhum crítico saberia distingui-los dos Flannery verdadeiros.

    Disse chamar-se Ermes Marana, nome que eu nunca ouvira. Perguntei-lhe onde morava. Eu poderia, portanto, encarnar o que para ele era o autor ideal, isto é, o autor que se dissolve na nuvem das ficções que recobre o mundo com seu invólucro espesso. E, dado que para ele o artifício é a verdadeira substância do todo, um autor capaz de inventar um sistema perfeito de artifícios conseguiria identificar-se com o todo. Também eu gostaria de apagar-me e encontrar para cada livro um outro eu, uma outra voz, um outro nome — renascer; mas meu objetivo seria captar no livro o mundo ilegível, sem centro, sem eu.

    Teria podido multiplicar meus eus, anexar a mim os eus alheios, simular toda espécie de eus opostos entre si ou opostos a mim mesmo. Mas, se uma verdade individual é tudo que um livro pode encerrar, resta-me aceitar escrever a minha. O livro de minhas memórias? O livro de meus desejos? Um dia — contam os biógrafos do Profeta — Maomé ditava ao escriba Abdullah quando interrompeu a frase no meio. Distraído, o Profeta aceitou como palavra divina o que dissera Abdullah.

    Esse fato escandalizou o escriba, que abandonou o Profeta e perdeu a fé. Ele estava enganado. Também nesse caso, Abdullah teria errado em escandalizar-se.

    Eis que a borboleta branca atravessou todo o vale e voou do livro da leitora para vir pousar na folha que estou escrevendo. Tento sair o menos possível; evito o vilarejo; se quero passear, pego as trilhas da montanha. Encontrei hoje uma comitiva de rapazes com aspecto de escoteiros, algo entre exaltados e meticulosos, que esticavam pedaços de tecido sobre a relva, formando figuras geométricas. Precisam exprimir-se de modo indireto, figurado; por exemplo, mediante histórias que provoquem emoções insólitas.

    Esse escritor, ao que parece, tem boa técnica e certa elasticidade de idéias. E se as coisas fossem como eles dizem? Ou em seu livro? Tentei dizer-lhe isso. Ela rebateu, um pouco ressentida: — Por quê? Mesmo quando se trata de Silas Flannery. Creio que essa Ludmilla bem poderia ser minha leitora ideal.

    Ontem à noite, ao entrar em meu escritório, vi a sombra de um desconhecido que fugia pela janela.

    Tratei de segui-lo, mas perdi sua pista. Mais de uma vez descobri que algumas folhas de meus manuscritos tinham sumido. Dias depois, eu reencontrava as folhas no lugar em que as deixara. A leitura eletrônica me fornece uma lista das freqüências, o que me basta para ter uma idéia dos problemas que o livro propõe a meu estudo crítico.

    Concentro-me logo nas palavras mais ricas de significado, aquelas que podem dar uma imagem bastante precisa do livro. Veja só. Passemos também aqui para a lista das palavras que aparecem só uma vez: …envergonhada, envergonhando-se, envergonhar, envergonhar-se, envergonharíamos, envergonhasse, envergonhe, envergonhei, envergonho, verduras, vergonhas, verificar-se, vermute, virgens.

    Isso é sentimento de culpa, e dos bons! Um indício precioso: o levantamento crítico pode partir daí, propor suas hipóteses de trabalho… O que acha? A idéia de que Lotaria leia meus livros desse modo me cria problemas.

    Veio visitar-me sem ter-se anunciado, como se passasse aqui por acaso. Li todos os seus romances. Antes, porque o senhor é uma pessoa absolutamente comum, tal como eu esperava. Sinto uma pontada dolorosa. Ludmilla se debate, liberta-se.

    Uma suspeita me assaltou: e se fosse a mesma que veio visitar-me? Talvez fosse ela quem estivesse sempre na origem de todos os meus problemas. No entanto, hoje, quando me reencontrou, ela parecia ter esquecido tudo o que aconteceu ontem. Tranqüila ou inquieta?

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    Gostaria de reencontrar Ermes Marana para propor-lhe uma sociedade e inundar o mundo de apócrifos. É numa parte do globo totalmente diversa que ela situa a base secreta das maquinações do traiçoeiro tradutor. De qualquer modo, a Ludmilla só interessa uma coisa: que ele esteja longe. A notícia me causa grande tristeza. De repente, sinto-me sozinho. Conversei novamente com os observadores de discos voadores. Desiludido, apontei a luneta em redor do vale e vi, sentado numa rocha, um homem que, com roupas de cidade, estava absorto na leitura de um livro.

    Um por um, eles aproximaram o olho da lente. Depois se entreolharam, agradeceram e saíram. Um leitor veio procurar-me para submeter um problema que o preocupa: encontrou dois exemplares de meu livro, Numa rede de linhas que etc. Ele ainda estava totalmente transtornado por esse estranho episódio; contou- me que, antes de ter vindo apresentar-se a mim, quis certificar-se de que eu estivesse em casa e, ao mesmo tempo, adiantar-se na leitura do romance, para dele poder falar comigo com algum conhecimento de causa; assim, pegou o livro e sentou-se num rochedo de onde podia vigiar meu chalé.

    Em certo momento, viu-se cercado por um bando de dementes que se lançaram sobre seu livro. Mas o que o senhor pode dizer-me do outro? E assim por diante. Veio-me a idéia de escrever um romance feito só de começos de romances. O protagonista poderia ser um Leitor que é continuamente interrompido. O Leitor adquire o novo romance A do autor Z.

    O senhor Okeda respondeu que era possível. Quando ela se inclinou, vi em sua nuca, deixada a descoberto logo abaixo dos cabelos puxados no alto, uma delicada pelugem negra que parecia continuar ao longo das costas.

    Certamente compreendera que estava treinando minha capacidade de isolar sensações na nuca de sua filha. Makiko me olhou perturbada, depois baixou os olhos. O senhor Okeda caminhava sozinho à frente, apoiando-se numa longa bengala de bordo branco. No meio do lago haviam desabrochado duas flores carnudas de uma ninféia outonal, e a senhora Miy agi manifestou o desejo de colhê-las, uma para si, outra para a filha. A margem do lago era baixa e íngreme; para debruçarem-se sem muita imprudência, as duas mulheres seguravam-se às minhas costas e esticavam um braço, uma de um lado, outra do outro.

    Em certo momento, senti um contato num ponto preciso, entre o braço e as costas, na altura de minhas primeiras costelas; ou melhor, dois contatos diferentes, um à esquerda, outro à direita. Ele estava em pé acima de nosso grupo de três, inclinado para as ninféias. Ainda mais — acrescentei — porque o pequeno lago desperta em minha lembrança sensações delicadas. Talvez o contato do seio de Makiko se tenha apresentado em minha memória com demasiada vivacidade quando pronunciei essa frase e minha voz tenha soado excitada, alarmando-a.

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    O resultado é que Makiko franziu a sobrancelha e ficou um minuto em silêncio. Logo se refez e saiu da sala. Apressei-me a segui-la. Presumivelmente cada uma dessas papilas comandava sensações menos ou mais agudas na sensibilidade da senhora Miy agi, fenômeno que pude verificar com facilidade submetendo-as a leves pressões o mais localizadas possível, com intervalos de cerca de um segundo, e verificando as reações diretas no mamilo e indiretas no comportamento geral da dama, assim como minhas próprias reações, uma vez que evidentemente se estabelecera certa reciprocidade entre a sensibilidade da senhora Miy agi e a minha.

    Ele percebeu que eu o via.

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    E agora? O que eu poderia fazer? Entrementes, o que você faz? Como ocupa sua ausência do mundo e a ausência do mundo em você? Continua a ler enquanto desce a escadinha, no ônibus que atravessa as pistas, na fila de controle de passaportes, na alfândega. É um livro proibido. Um livro sobre folhas de outono…? Mas com que direito…? Nossa lei é essa.

    Quer ensinar-nos o que fazer?

    Rapidamente, de uma palavra a outra, de uma sílaba a outra, o tom mudou de seco a brusco, de brusco a intimidativo, de intimidativo a ameaçador. Você a conhece? Você tenta: — Mas você é…? Após ter vasculhado a bolsa, Corinna tira um livro e o entrega a você. Na Ataguitânia, os livros só podem circular sob capas falsas.

    E Corinna: — O que você esperava? Você faz sinal a Corinna, como se para impedi-la de dizer frases imprudentes. Corinna, tranqüila e sorridente, cumprimenta os policiais: — Sou Gertrude. Este é um amigo. Conduzam-nos ao comando. Você ficou boquiaberto? Corinna-Gertrude parece indiferente. Vocês nos levam para o quartel-general? Tremenda falha, certo? Como remediar o problema? Quer resultados? Comece o quanto antes! Sem foco. Dogville Lars Von Trier. No que se refere a trabalho formal, a desigualdade persiste.

    Divertir-se torna as pessoas leais! De acordo com uma pesquisa feita entre 1. De acordo com um estudo da "Harvard Business Review", executivos descritos pelos colegas como tendo um bom senso de humor "sobem a escada corporativa mais rapidamente e ganham mais dinheiro que seus pares". Nada a se preocupar, disse Gostick.

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