BAIXAR CD DE PAGODE JUNIOR DO CAVACO

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postado por Rosette

CD DE PAGODE JUNIOR DO CAVACO

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    Vale lembrar que para voc ganhar agilidade nos solos tente trabalhar de uma em uma corda, comeando do 1 traste subindo cromaticamente e voltando a ultima e penltima nota,com isso ganhar agilidade com o dedo mindinho. Essas oscilaes e ondas so percebidas pelo ouvido como ondas sonoras. Thiaguinho assumiu os vocais em dando um novo pique ao grupo e fazendo-o chegar aos mais jovens. Emerson Dias Stepan Nercessian. Bala, Bombom e Chocolate — Compromisso A nica diferena entre eles passa a ser a forma de palhetar. Grupo Fundo de Quintal - Pagode da melhor qualidade. Marcadores: Coletânea. E o choro, eu vou te dizer uma coisa: só toca o choro quem sabe. A caminhonete chegou com ela e nos chamaram, estava na hora. Grupo Raça — Eu e Ela Os outros acordes com funo tnica tambm partilham esta sensao de repouso e concluso, mas de forma menos intensa.

    ARTISTA: SELEÇÃO DE PAGODE ÁLBUM: RELÍQUIA / LOCAL DO SHOW FAIXAS: NUMERO DE DA BANDA QUALIDADE: % SERVIDOR DE DOWNLOAD: SUA MÚSICA BAIXAR CD. COLETÂNEAS JR DO CAVACO / DO CAVACO com 95 CDs Promocionais, muitas músicas para baixar e ouvir, HD VIRTUAL JUNNIOR DO CAVACO - 15 MIL MÚSICAS DE PAGODE. Clique agora para baixar e ouvir grátis JUNNIOR DO CAVACO - VERÃO Rapaz o pagode morreu mesmo, só se salva as poucas musicas do. Pagodão Baixe Aqui seus CDS de Pagode Harmonia,Parangolé,Psirico JUNNIOR DO CAVACO, PAGODE BAIANO, SWINGUEIRA, BAIXAR CDS DE. Ouvir e Baixar Cd Junior Do Cavaco MP3 - VERÃO SELEÇÃO DE. Revista Biomassa Junior do Pagode: O Pagodão começa aquí! Baixar Pedrinho Do.

    Por que paramos? Contagia todas as pessoas o chorinho. Até agora, tudo o que a gente conseguiu foi do bolso. Monteiro Jr. Acabou, parou.

    Uma época a gente foi para a Bahia. Quando eu saí, graças a Deus que Jair [ Torres, guitarrista ] continuou. Era um projeto em que todos os alunos tocavam.

    A gente desenvolveu esse projeto para agregar essas pessoas, alunos e professores terem a oportunidade de chegar junto e estudar.

    Fora o Salomé Bar, vocês têm outra agenda atualmente? O Salomé Bar é um parceiro. Todas as quartas, a partir das 20h. Era das 20h às 22h, às vezes tem que reservar mesa. É como o Clube do Choro, faz duas horas de chorinho e um convidado. Nessa quarta agora vai ter o Monteiro Jr. Você é cavaquinista e falou em composições. No cd de carnaval eu faço meus arranjos dando a ideia e transfiro para o metal [ o naipe de metais ]. Noutros trabalhos também. E de choro?

    O projeto tem uns dois anos. Como tem sido a dinâmica do Cantinho do Choro? Toda terça-feira estamos nos reunindo. Por exemplo, Osmar com o Cinco gerações , nós vamos tocar com ele o cd Cinco gerações. De chorinho no disco de Monteiro Jr. E eu e Tathy ganhamos como melhores intérpretes. A gente vai começar a gravar um disco de choro e quem vai produzir é Arlindo Pipiu, um disco de choro do Cantinho do Choro. É uma biblioteca musical. Eu sou um mero estudante [ risos ].

    Eu amo o choro, toco choro até em casa. Acompanhado da namorada, a enfermeira Liana Taveira, ele conversou com os chororrepórteres na Quitanda Rede Mandioca. E o que se ouvia? Choro, também ouvi. Isso rolava em disco ou com o pessoal tocando? Os dois, rolava os dois. Até hoje eu tenho o vinil do, eu tenho por que eu herdei, né? Por incrível que pareça eu sempre gostei de muitos. Foi uma mescla mesmo. Junto com isso eu sempre tive muito contato com a MPB também, além do samba.

    Eles nunca foram chorões, instrumentistas profissionais. Você lembra o nome desse professor? Ligamos, fomos na casa dele, combinamos, marcamos uma data para começar as aulas, meu pai pegou e comprou um cavaquinho.

    O primeiro cavaquinho que eu tive foi um Gianinni, série estudo, esse com que muitos cavaquinistas iniciam. Isso foi em que ano? Tem uma parte que eu esqueci de falar. Aí ele me matriculou, eu tinha uns 12 anos. Só que na época, o primeiro ano na escola era só teoria e flauta doce. Eu queria bateria na época. Aí eu fiz seis meses, era um ano, só teoria e flauta doce, para no ano seguinte você escolher o instrumento.

    Sabe como é criança, né?

    Discografia do Grupo Especial do Rio de Janeiro

    É, batucando, uma coisa muito informal. O primeiro instrumento harmônico que eu toquei foi cavaquinho. A tua família nunca teve resistência? Eles sempre me deram forças, mas cobravam.

    Tem que ir pelo caminho certo, tem que estudar. Eu fiz três vestibulares para a UFMA. O primeiro eu fiz para Ciências Biológicas, que eu gostava na época. Eu tinha 18 anos. O Nato foi teu principal mestre no cavaquinho? Até por que eu nem tive tempo, foram três meses de aula.

    Estes você destaca como os mais importantes? Sim, os mais importantes para mim. Essa parte do estudo da Escola foram eles três. Para o instrumento. Tem uma série de outros, o filho do Monarco, o Mauro Diniz, e outros tantos.

    Alceu Maia também é muito bom. Quais os caminhos, o que tem que fazer? Quais as estratégias? Como fazer isso? Eu acho que continua sendo muito difícil. É complicado. Tem aquele período em que ele faz bastante shows. Se ele for um cara organizado ele faz a reserva dele. Hoje você canta também, se apresenta só, mas é multi-instrumentista.

    E comecei a frequentar os locais em que eles tocavam. Eles fizeram muitos anos no Por Acaso [ bar na Lagoa da Jansen ], na terça, muitos anos no Antigamente [ extinto bar na Praia Grande ]. Você desenvolveu um gosto pelo choro. Eu desenvolvi um gosto pelo choro. Pra mim o choro é uma escola, eu considero o choro uma escola. Se você quiser estudar a linguagem musical brasileira você tem que passar pelo choro.

    Eu tento tocar, eu tento solar. Eu tenho amor pelo choro, é minha escola, entendeu? Qual foi o primeiro grupo de choro que você fez parte? Foi Os Cinco Companheiros. O período do Clube do Choro. A gente eu acho que se reuniu duas vezes. O que significou aquele projeto para vocês? Para você, especialmente? Mas do que eu vivi, do que eu participei, o melhor foi ali no Chico Canhoto.

    De choro, com certeza. A primeira vez que eu mostrei a cara. Depois dOs Cinco Companheiros, de que outros grupos você fez parte, de choro e de samba?

    Do samba foram muitas participações, bem mais até do que do choro. Quê mais? Tinha um grupo legal que a gente fazia no Panela de Barro, no Danado de Bom [ extinto bar, na Cohama ]. A gente fez samba no [ bar ] Cumidinha de Buteco com esse grupo. Grupos assim que eu cantei, que eu toquei cavaquinho, que a gente fez show, coisas fixas. E atualmente, você integra algum grupo?

    Atualmente eu estou com o projeto Samba de Classe. Pra você o que é o choro? É uma escola. A maioria dos ritmos, dos estilos, teve influência, partiu do choro.

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    O choro tem uma influência muito grande, dentro da cultura brasileira. O choro foi uma mistura da polca mais batuques africanos e influência indígena. Foi se formando a partir disso. Aberta total! Com certeza! Sempre fizeram. Um pode beber na fonte do outro tranquilamente. É uma honra! De onde vem o apelido Juca?

    Eu andei perguntando pra ela. Qual era o seu universo de vivências musicais, o que fez você optar por essa carreira? Eu os olhava tocando, achava bonito, o tempo foi passando. Você fazia faculdade de quê? Eu nem tocava cavaquinho nessa época. Aí eu comecei a tocar cavaquinho e aprender os acordes, pedia muita consulta pra Vadeco.

    Quando ele solava um choro eu ficava extasiado: que coisa bonita! Falando em Bar do Caneco, é verdade aquela história de que você foi chamado de Juca dos Teclados? Depois eu estava no Clube do Choro [ Recebe ], quando ele contou essa história. Eu fico feliz com estes adjetivos. Por que você escolheu o cavaquinho?

    A beleza do próprio instrumento, a facilidade. Quando eu fazia faculdade foi a época em que eu passei a tocar cavaquinho. Eu comprava muitos vinis, principalmente do Waldir e do Jacob [ do Bandolim ].

    Mais ainda do Waldir por que era o instrumento que eu me engracei por tocar. Com o advento da tecnologia e a facilidade que a internet proporciona, você continua um grande comprador de discos, de cds?

    Eu procuro muito cd, muitos vinis. Eu uni meus vinis com os dele. Mas é muito interessante as pessoas terem esses vinis como relíquias. Eu lia muito isso, relia, e se eu olhar um vinil hoje eu continuo lendo. É muita cultura! O Cotia também, [ César ] Jansen, bandolinista, Natan, violonista que me ensinou muita coisa de cavaco, tocava cavaquinho esporadicamente.

    É principalmente essa turma. Sem falar nos percussionistas, que acompanham os sambas, os choros. Até hoje, toda vez que eu vou tocar com qualquer pessoa que seja, eu sempre estou observando, aprendendo. Eu sou muito observador, às vezes eu vejo o jeito de a pessoa tocar, a dinâmica.

    Eu fui conhecendo as pessoas ao longo da minha vivência. Primeiro Vadeco, depois Paulo Trabulsi, Cotia. Quando é que o [ Instrumental ] Pixinguinha entra na tua vida? Ora passava um, ora passava outro, passou muita gente. Eu me disponho a tocar com vocês! Quem tocava cavaquinho? Athos virou roqueiro depois. Muitos roqueiros vêm do rock pro choro.

    Continua roqueiro, mas toca muito choro. Essa é uma história sobre a qual eu tenho observações. Vamos tirar isso a limpo [ gargalhadas do entrevistado e dos chororrepórteres ]. Primeiro, temos que ter um produtor, quando forem fazer o cd, capa, encarte, letras grandes, toda pessoa que se interessa, vai ter que ler. Eu vejo tanto cd com letra miudinha, letra preta em fundo azul, gente!

    Isso é uma falta de respeito com o leitor, com o ouvinte, o consumidor. Tem que ter uma foto bem produzida, realmente a foto foi bem produzida. A gente lançou o cd ali. Eu posso gravar o segundo, o terceiro, o quarto e ficar encofado. Pra você, o que é o choro? O choro é a base. Eu toco outros estilos. Além do Instrumental Pixinguinha, de que outros grupos musicais você participou? Eu toquei muitas vezes com o Tira-Teima, eu andava muito com eles. Fixo mesmo foi com o Pixinguinha.

    O grupo Ébano até hoje me convida para tocar, de vez em quando eu toco com eles.

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    O que isso significou para você? Significou muito para mim. Foi um ganho muito bom, me sinto recompensado, alegre e satisfeito de ter participado destes dois momentos.

    Em produzir um trabalho e ganhar determinado prêmio? Agora, o prêmio maior é a convivência com os envolvidos. Foi apoteótico, essa é a palavra. Para você, o que é sucesso? Isso gera o sucesso. Se fizer bem feito o sucesso chega. Tem que tocar por amor, mesmo. Dinheiro é consequência. Ano passado você esteve envolvido em um episódio importante, quando o Tira-Teima e o Pixinguinha subiram juntos ao mesmo tempo em um palco da Aldeia Sesc Guajajara de Artes, promovida pelo Sesc.

    O que aquele momento significou para você? Foi um encontro onde reunimos os grandes chorões e onde houve um encontro de muita musicalidade e entrosamento. Dois grupos tocarem o mesmo repertório juntos é complicado, mas conseguimos.

    Um detalhe interessante, muito difícil: no Pixinguinha eu me responsabilizei por montar o repertório, e Paulo Trabulsi por montar o do Tira-Teima. Foi um reconhecimento a essa cultura instrumental. E eu fiquei mais jovem [ risos ]. Eu fico em cima do muro [ risos ]. Como você enxerga isso, comparando o hoje com o que era anteriormente? É altamente positivo. Só tem! Basta a gente querer e ter o apoio de pessoas sérias.

    Eu morava numa casa de festa. Eram bateria, banjo, tuba, trombone, saxofone, trompete e pandeiro. E o que se ouvia em casa? Papai tocava choro. A gente só escutava as festas. Amanhecia tocando choro, cantando.

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    Nada foi assim pra diante. Ele tinha um comércio. Teu pai era saxofonista? Tocador mesmo! Lia partitura que era uma beleza. Nós somos nove. Morreu uma. Aí morreu uma. Quando teu pai ia fazer festas, você garoto, acompanhava ele nessas festas?

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    Tinha as ladainhas, aí eu passei a tocar. Depois de muito tempo é que eu comecei. Aí eu comecei a tocar. E eu passei a tocar nesses shows, com 12, 13 anos. Foi essa a idade com que você começou a tocar em ladainhas?

    Aí passamos a tocar, só de ouvido. Meu avô também tocava, a parte materna toda tocava. A gente inclusive tem pouco contato. É minha e de Gerô, poucas pessoas sabem disso. Toquei no Festival.

    Quem foram teus principais mestres? Partitura musical. Quando você deu o salto do seis cordas para o sete cordas?

    Foi uma necessidade. Aí começou uma história que Marcelo disse que o bandolim de Jansen estava desafinado, a flauta de Paulinho estava desafinada, tinha que refazer. Aí Jansen entregou a partitura dele para Marcelo. Ah, esqueci do nome de Biné [ do Cavaco ], tocava cavaquinho.

    Aí acabou o grupo. Quem é o grande violonista que mais te inspira? Eram só eles quem tocavam aqui. E as outras coisas é assistindo mesmo por aqui, o que aparece.

    100 pagodes das antigas que te fizeram morrer de amor

    Eu vou editar, até falei com Zezé. Ele tocava forró, tocava samba. Outro dia Maurício Carrilho [ violonista ] veio aqui e disse que Pixinguinha fazia isso.

    E você compondo? Abandonou instrumento, perdeu a vontade de viver. Eu abandonei total o cavaco, hoje em dia eu só pego. Tinha dia que eu tocava nos três grupos no mesmo dia.

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    O em que eu passei mais tempo foi o Pixinguinha. O que significa esse grupo para você? Significa tudo. Sempre foi complicado pandeiro e cavaquinho. Depois ele virou roqueiro. O que significa o choro para você? Que nomes você admira nesse meio? Ao estudo. A gente conhecer as outras pessoas, a gente aprende olhando os outros tocarem.

    Você acha que a internet também contribui para isso? Eu acho que tudo contribui, Youtube, aquela coisa toda. Eu tenho um sobrinho que é craque, me ensinou. Como você tem observado o desenvolvimento do choro no Brasil? Antigamente era um solista e os outros acompanhando, também é bonito.

    Eu escuto umas coisas modernas, acho legal, mas o choro, eu quando escuto Vibrações [ o disco de Jacob do Bandolim ], com aquele [ conjunto ] Época de Ouro, eu fico arrepiado. Você se considera, a si e ao Pixinguinha, moderno, tradicional ou as duas coisas? Eu me considero tradicional. Eu passei um tempo com um caderno de partituras, tinha uma ideia, anotava. O que te inspira para compor? Eu penso num tema e vou desenvolvendo ele. Qualquer coisa.

    O projeto Clube do Choro [ Recebe ] deu um pontapé inicial na história. Tem um monte de gente tocando bem. Só aqui na Escola. Temos viajado por projetos da Escola para o interior. Eu mesmo estou procurando isso. Acho que sim. Paulo Trabulsi cursou até o nono período de engenharia mecânica e, por força do trabalho no banco, estudou processamento de dados.

    Como era o ambiente musical na casa, na família? Meu pai tinha um gosto musical extremamente apurado. Eu nesta época, muito jovem, cinco, seis anos de idade, nessa época o que papai ouvia era jazz americano e muito choro. Mais do que Waldir Azevedo? Mais do que Waldir Azevedo. Desde muito jovem. Jacob, para você, acaba sendo uma referência, mesmo você sendo cavaquinhista e ele bandolinista.

    Tenho muito mais referência no som de Jacob, que eu ouvi muito mais. Embora papai também tivesse discos de Waldir Azevedo. Era uma musicalidade muito grande. Eu me recordo que papai levava a gente para aqueles bailes de carnaval no Lítero, e eu ficava o baile inteirinho olhando pra banda tocar.

    Tive depois. Hoje você é reconhecido como um de nossos principais cavaquinhistas. Nessa época eu conheci Juca, Vadeco [ cavaquinhista do grupo Espinha de Bacalhau ] e nós praticamente começamos juntos.

    Isso era que ano? Isso foi , Quem você considera seu grande mestre do cavaquinho, quem mais te ensinou? Eu aprendi a tocar cavaquinho escutando Waldir Azevedo. Agora tu imagina aprender a tocar Brasileirinho , naquela velocidade que ele tocava, num disco de vinil. Eu aprendi a tocar dessa forma. Um belo dia o professor Ubiratan, maestro Ubiratan, me encontrou tocando numa dessas rodas. Eu estava bem no começo e fui chamado para fazer uma espécie de experiência.

    Você morava onde, nessa época? Aqui pelo Centro, também? Juca eu conheci no [ Colégio ] Marista. Exatamente, na mesma rua de Vieira. Eu cresci com Antonio Vieira por ali, influência musical. Pois bem, primeiro ensaio. E eu todo atrapalhado, só via as cabeças balançando assim negativamente. Quer dizer: mesmo errando você se sentiu em casa. Quer dizer: uma chance para aprender. A minha vertente musical é essa. Eles estavam muito na frente, eu estava começando.

    Mas rapidamente eu me dediquei, estudei. Teus pais sempre apoiaram? Sempre apoiaram. Ainda falando sobre o Tira-Teima, por que a minha história se confunde com a do Tira-Teima. Daí pra frente, tudo foi Tira-Teima.

    Em 79 eu entrei na Caixa e logo em seguida me jogaram pro interior, pra Bacabal. Esse grupo durou mais ou menos um ano. Eu ter participado deste disco foi uma coisa extremamente importante na minha carreira musical. Pitoco, no clarinete. Foi extremamente importante pra mim. Foi o primeiro disco de que eu participei. Depois eu participei de outros. Lances de Agora , pelo fato de ter sido gravado em uma igreja, é ainda um disco mais comentado que ouvido. A que você acha que se credita o desinteresse, o quase completo esquecimento e o que poderia ser feito para mudar este quadro?

    Musicalmente este disco tem uma qualidade muito grande. Você podia lembrar um pouco o clima das gravações? Era um aparelho pequeno, tipo rolo de fita daqueles carretéis. Errou, todo mundo começava de novo. Essa pergunta pode soar óbvia, boba até. Mas tem que ser feita: o que significa o Tira-Teima para você? O Tira-Teima é minha vida musical toda. É a minha referência musical, foi o que eu fiz a vida inteira. Se o grupo deixasse de existir você certamente sentiria muito.

    Iria sentir muita falta. Eu passei uma época da minha vida sendo violonista, acompanhando cantores e compositores. Mas a minha vida musical, a minha identidade musical é o Regional Tira-Teima, regional de choro. É um amor à primeira vista, um encantamento mesmo.

    A que você credita tanta demora para definir a feitura do primeiro disco? Por falta de consenso, as coisas foram atrasando, atrasando. E o que ficou definido, no final das contas? Eu acho extremamente pertinente justamente por este motivo: pelo fato de ele ter sido fundador do grupo.

    Ele participar dessa forma é fundamental. O que vai ter? Podes adiantar? Tem dois choros meus, Gente do Choro e Meiguice , um choro que eu fiz para minha filha. Gente do Choro vai ser cantada por Zé Carlos. Tem Companheiro , que é um choro meu e de Solano. E os ensaios também à noite. Além de Lances de Agora , de que outros discos você participou? E shows? Foi um negócio emocionante, o regional tocou, foi super aplaudido.

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    Nós participamos com duas atrações internacionais, Jerzy Milewski, um violinista polonês, que tocou com a esposa dele, Marcelo Bratke, um pianista, o Tira-Teima tocou com ele. Foi um show importantíssimo, em que participamos eu, Celson [Mendes, violonista], o pandeirista Lazico. Foi sucesso, um trabalho para mim extremamente importante.

    O que é o choro? No início da história do choro, Chiquinha Gonzaga, Antonio Calado, todo choro era maxixe. É um organismo vivo. Uma para a Igreja Católica, outra para a gurizada, que faz as festas pelas ruas, à cata dos bombons de promessa. Nascido em 27 de setembro de , Wendell Cosme Vieira Pires levou o nome do primeiro no batismo.

    O entrevistado de hoje assina o arranjo. O que te estimulou? Foi de onde eu comecei. Nesse samba do quintal de tua vó tinha algum parente que tocava? Meu tio. Tio Erinaldo. Mas eu ainda era muito criança. Dvd do PsriCo em SP. OBS: Somente audio do Dvd!!!!!!!!!!!!!

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