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    Nada de Medo baixar PDF. Unknown 22 de setembro de Esse fato pode ser correlacionado com o grande desenvolvimento das funções psíquicas do homem. Translated from the Russian by B. Joan Lazaro Gainza 2 de setembro de Anônimo 14 de setembro de As Figs. Estudos mais modernos, entretanto, mostram que uma pequena parte se forma a partir do epêndima das paredes ventriculares e dos vasos da leptomcninge. Lombada e capa com desgastes por tempo e uso. Lombada: brancoEscrita: preto.

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    Feixes de fibras amielínicas podem também constituir delicados nervos ou troncos nervosos amielínicos. No entanto essa barreira só é efetiva graças ao perineuro epitelial, que isola o interior do fascículo.

    Assim, temos medula óssea dentro dos ossos; medula supra-renal, dentro da glândula do mesmo nome, medula espinhal, dentro do canal vertebral.

    No homem adulto mede aproximadamente 45 centímetros, sendo um pouco menor na mulher. Cranialmente a medula limita-se com o bulbo, aproximadamente ao nível do forame magno do osso occipital. O limite caudal da medula tem importância clínica e no adulto situa-se geralmente na 2- vertebra lombar L2. A medula termina afilando-se para formar um cone, o cone medular, que continua com um delgado filamento meníngeo, o filamento terminal Fig.

    Na medula cervical existe ainda o sulco intermédio posterior, situado entre o mediano posterior e o lateral posterior e que continua em um septo intermédio posterior no interior do funículo posterior. Nervo espinhal T A substância branca é formada por fibras, a maioria delas mielínicas, que sobem e descem na medula e que podem ser agrupadas de cada lado em três funiculus ou cordões, Figs.

    Existem oito pares de nervos cervicais, mas somente sete vertebras. O primeiro par cervical Cl emerge acima da 1- vertebra cervical, portanto, entre ela e o osso occipital. Jâ o 8 par C8 emerge abaixo da 1- vertebra, o mesmo acontecendo com os nervos espinhais abaixo de C8, que emergem, de cada lado; sempre abaixo da vertebra correspondente Fig. Até o quarto mês de vida intra-uterina. Por isso, a medula ocupa todo o comprimento do canal vertebral, e os nervos, passando pelos respectivos forames intervertebrals, dispõem-se horizontalmente formando com a medula um ângulo aproximadamente reto Fig.

    Entretanto, a partir do quarto mês. O modelo esquemâtico da Fig. O fato é dc grande importância clínica para diagnóstico, prognóstico e tratamento das lesões vertebromedulares. Peripheral Nerve Injuries, W. Saunders and Co. Aos processos espinhosos das vertebras T i l e TI2 correspondem os cinco segmentos lombares.

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    E l a adere intimamente ao tecido nervoso da superfície da medula e penetra na fissura mediana anterior. Este filamento perfura o fundo-do-saco durai e continua caudalmente até o hiato sacral. Processo transverso da vertebra T3 Tecido adiposo no espaço epidural Fig. O espaço subaracnóideo é o mais importante e contém uma quantidade razoavelmente grande de líquido cérebro-espinhal ou liquor.

    Sabe-se que o saco durai e a aracnóide que o acompanha terminam em S2, enquanto a medula termina mais acima, em L2. Entre estes dois níveis, o espaço subaracnóideo é maior, contém maior quantidade de liquor e nele se encontram apenas o filamento terminal e as raízes que formam a cauda eqüina Fig.

    Certifica-se de que a agulha atingiu O espaço subaracnóideo pp. Entretanto, elas exigem uma habilidade técnica muito maior.

    O bulbo raquídeo ou medula oblonga tem a forma de um tronco de cone, cuia extremidade menor continua caudalmente com a medula espinhal. A superfície do bulbo é percorrida longitudinalmente por sulcos ora mais; ora menos paralelos, que continuam com os sulcos da medula. Ventralmente à oliva emergem do sulco lateral anterior os filamentos radiculares do nervo hipoglosso, XII par craniano.

    Do sulco lateral posterior emergem os filamentos radiculares, que se unem para formar os nervos glossofaríngeo IX par e vago X par , além dos filamentos que constituem a raiz craniana ou bulbar do nervo acessório XI par , a qual se une com a raiz espinhal, proveniente da medula Fig. O sulco mediano posterior Fig. Este é formado por um grosso feixe de fibras que forma as bordas laterais da metade caudal do IV ventrículo, fletindo-se dorsalmente para penetrar no cerebelo Fig.

    J Corpo geniculado. Considera-se como limite entre a ponte e o braço da ponte o ponto de emergência do nervo trigêmeo, V par craniano Fig. Esta emergência se faz por duas raízes, uma maior, ou raiz sensitiva do nervo trigêmeo, e outra menor, ou raiz motora do nervo trigêmeo Fig.

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    Percorrendo longitudinalmente a superfície ventral da ponte existe um sulco, o sulco basilar Fig. O VI par, nervo abducente, emerge entre a ponte e a pirâmide do bulbo. O VIII par, nerjo vestíbulo-coclear, emerge lateralmente, próximo a um pequeno lóbulo do cerebelo, denominado flóculo. Continua caudalmente com o canal central do bulbo e cranialmente com o aqueduto cerebral, cavidade do mesencéfalo, através da qual o IV ventriculo, se comunica com o III ventriculo Fig.

    Estes recessos se comunicam de cada lado com o espaço subaracnóideo por meio das aberturas laterais do IV ventriculo forames de Luschka. Por meio destas cavidades o líquido cérebro-espinhal, que enche a cavidade ventricular, passa para o espaço subaracnóideo Fig. De cada lado, o sulco limitante se alarga para consumir duas depressões, a fóvea superior e a fóvea inferior, situadas respectivamente nas metades cranial e caudal'da fossa rombóide Fig.

    Neste caso, as suas bordas rotas permanecem aderidas às margens do ventrículo e aparecem como duas linhas, as tênias do IV ventrículo, que se unem por sobre o ângulo caudal da cavidade para formar uma pequena lâmina triangular, o óbex. Assim, o plexo corióide do IV ventrículo tem em conjunto a forma de um T, cujo braço vertical é duplo Fig 5. Os plexos corióides produzem o líquido cérebro-espinhal, que se acumula na cavidade ventricular passando ao espaço subaraenóideo através das aberturas laterais e da abertura mediana do IV ventrículo.

    É atravessado por um estreito canal, o aqueduto cerebral Figs. Aparte do mesencéfalo situada dorsal mente ao aqueduto é o tecto do mesencéfalo Fig. Do sulco mediai emerge o nervo oculomotor. III par craniano Fig. Na parte anterior do ramo longitudinal da cruz aloja-se o corpo pineal que, entretanto, pertence ao diencéfalo.

    Caudalmente a cada coliculo inferior emerge o IV par craniano, nervo troclear. Cada coliculo se liga a uma pequena eminência oval do diencéfalo, o corpo geniculado, através de um feixe superficial de Obras nervosas que constitui o seu braço. O fundo da fossa interpeduncular apresenta pequenos orifícios para a passagem de vasos e denomina-se substância perfurada posterior. O vermis é pouco separado dos hemisférios. Vêse assim que o cerebelo é constituído de um centro dc substância branca, o corpo medular do cerebelo, dc onde irradiam as lâminas brancas do cerebelo, revestidas externamente por uma tina camada de substância cinzenta, o córtex cerebelar.

    Os lóbulos recebem denominações di- ferentes no vermis e nos hemisférios. A cada lóbulo do vermis correspondem dois nos hemisférios Fig. Um bom sistema consiste em separar as fissuras com pedaços de cartolina. O folium consiste apenas de uma folha do vermis. A seguir, aparece a fissura prima, que divide o corpo do cerebelo em lobo anterior e lobo posterior Fig.

    O cerebelo surgido nesta fase se chama arquicerebelo, tem conexões vestibulares e é também denominado cerebelo vestibular; b 2- fase — o cerebelo da segunda fase surgiu com os peixes. A parte do cerebelo que surgiu nesta fase, adicionando-se ao arquicerebelo, é denominada paleocerebelo. O paleocerebelo tem conexões principalmente com a medula Tabela 6. Concomitantemente houve grande desenvolvimento do córtex cerebral, com o qual o cerebelo passou a manter amplas conexões.

    O neocerebelo relaciona-se com o controle de movimentos finos e, em vista de suas conexões com o córtex cerebral, é denominado também cerebelo cortical. Deste modo, a maior parte do neocerebelo se localiza nos hemisférios, enquanto o paleocerebelo é predominantemente vermiano.

    As Figs. Também aqui, como no IV ventriculo, quando se remove a tela corióide, suas bordas rotas permanecem aderidas às estrias medulares, constituindo as tentas do ventriculo. A parede anterior do III ventrículo é formada pela lâmina terminal, fina lâmina de tecido nervoso que une os dois hemisférios e se dispõe entre o quiasma óptico e a comissura anterior Fig.

    A luz do III ventrículo se evagina para formar quatro recessos Fig. A extremidade posterior, consideravelmente maior que a anterior, apresenta uma grande eminência, o pulvinar, que se projeta sobre os corpos geniculados lateral e medial Fig.

    Seu elemento mais evidente é d. Abase do corpo pineal prende-se anteriormente a dois feixes transversais de fibras que cruzam o plano mediano, a comissura posterior e a comissura das habênulas Fig. A comissura posterior situa-se no ponto em que o aqueduto cerebral se liga ao III ventrículo e é considerada como limite entre o mesencéfalo e diencéfalo. A comissura das habênulas interpõe-se entre duas pequenas eminências triangulares, os trígonos da habênula Fig.

    III ventriculo. Aesculapius i Capítulo 8 Anatomia Macroscópica do Telencéfalo 1. Os hemisférios cerebrais possuem cavidades, os ventrículos laterais direito e esquerdo, que comunicam com o III ventriculo pelos forames interventriculares. Cada hemisfério possui três pólos: frontal, occipital e temporal; e três faces: face superolateral, convexa; face mediai, plana, e face inferior, ou base do cérebro, muito irregular, repousando anteriormente nos andares anterior e médio da base do crânio e posteriormente na tenda do cerebelo.

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    Separa o lobo temporal, situado abaixo, dos lobos frontal e parietal, situados acima Fig. É ladeado por dois giros paralelos, um anterior, giro pré-central, e outro posterior, giro pôs-central.

    Assim, temos os lobos frontal, temporal, parietal e occipital. O lobo frontal localiza-se acima do sulco lateral e adiante do sulco central Fig. Na face medial do cérebro, o limite anterior do lobo occipital é o sulcoparieto-occipital Fig. Passaremos a seguir a descrever os sulcos e giros mais importantes de cada lobo, estudando sucessivamente as três faces de cada hemisfério.

    Acima do sulco frontal superior, continuando, pois, na face medial do cérebro, localiza-se o giro frontal superior. O giro frontal inferior do hemisfério cerebral esquerdo é denominado giro de Broca, e aí se localiza, na maioria dos indivíduos, o centro cortical da palavra falada.

    O sulco intraparietal separa o lóbulo parietal superior do lóbulo parietal inferior. Veja rodapé àp. Este afila-se para formar o rostro do corpo caloso, que continua em uma fina lâmina, a lâmina rostral, até a comissura anterior, uma das comissuras inter-hemisféricas.

    Entre a comissura anterior e o quiasma óptico temos a lâmina terminal, delgada lâmina de substância branca que também une os hemisférios e constitui o limite anterior do terceiro ventrículo Fig.

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    É constituído por duas metades laterais e simétricas afastadas nas extremidades e unidas entre si no trajeto abaixo do corpo caloso. As colunas do fornix terminam no corpo mamilar correspondente, cruzando a parede lateral do III ventrículo Fig. No ponto em que as pernas do fornix se separam, algumas fibras passam de um lado para o outro, formando a comissura do fornix Fig.

    IV71 — Historical aspects of cerebral anatomy. Oxford, Londres. O giro para-hipocampal se liga posteriormente ao giro do cíngulo através de um giro estreito, o istmo do giro do cíngulo. Medialmente ao sulco olfatório, continuando dorsalmente como giro frontal superior, situa-se o giro reto. O bulbo olfatório recebe os filamentos que constituem o nervo olfatório, I par craniano. Estes atravessam os pequenos orifícios que existem na lâmina crivosa do osso etmóide Fig.

    Os hemisférios cerebrais possuem cavidades revestidas de epêndima e contendo líquido cérebro-espinhal, os ventrículos laterais esquerdo 4. O corno anterior Fig. O e muito pronunciada que se dispõe acima do assoalho, inclinado, forma também a parede giro para-hipocampal. O hipocampo liga-se às Aparte central do ventriculo lateral Figs.

    O tecto da parte 4. Este plexo continua com o do dentro do lobo occipital e termina posteriorIII ventriculo através do forame interventricular mente em ponta, depois de descrever uma curva e, acompanhando o trajeto curvo do fornix e da de concavidade mediai. Os cornos anterior e posterior corpo caloso. O corno inferior Figs. Na extremidade da cauda cerebrais ou das cavidades ventriculares. A superfície ventricular do hipocampo é recoberta dc substância branca, o alveus, que continua com a fimbria.

    Este é parte do indusium grisium, fina lâmina dc substância cinzenta que reveste a face dorsal do corpo caloso. Neste ponto o aluno deve estar em condições de identificar todas as estruturas que se dispõem no interior de cada hemisfério cerebral vistas em um corte horizontal, passando pelo corpo estriado Figs. Faz uma discreta saliência no tecto da parte terminal do corno inferior do ventrículo lateral veja item 4.

    O corpo amigdalóide faz parte do sistema límbico e é um importante centro regulador do comportamento sexual e da agressividade. Situa-se na base do cérebro, entre a substância perfurada anterior Fig. Contém neurônios grandes, ricos em acetileolina. O fornix une o córtex do hipocampo ao corpo mamilar veja item 3.

    Contudo, a importância destas partes mudaram durante a filogênese. Em um vertebrado inferior, como um ciclóstomo ou um peixe, a parte mais importante do sistema nervoso central é o tecto do mesencéfalo, que integra quase todas as vias da sensibilidade e da motricidade.

    Deste modo, no homem o tecto é um centro relativamente sem importância, enquanto o cérebro, além de suas funções psíquicas, coordena toda a sensibilidade e motricidade. Nos anfíbios aparece um córtex mais avançado, o paleocortex, enquanto nos répteis surge o neocortex, que predomina nos mamíferos.

    No homem, o arquicórtex existe no hipocampo, o paleocortex no giro para-hipocampal, enquanto o neocortex reveste todo o resto dos hemisférios cerebrais. Quanto à presença de sulcos e giros, os animais podem ser lissencéfalos ou girencéfalos, conforme tenham o cérebro liso ou com giros. Contudo, existem diferenças, especialmente no lobo frontal. Entretanto, a freqüência de certas disposições especiais dos sulcos e giros pode variar em diferentes grupos raciais.

    Poderíamos considerar ainda o exemplo de dois animais de mesmo peso corporal como um homem e um gorila. No Pithecanthropus erectus, estudado por Dubois, ele é duas vezes menor que o do homem atual. Entretanto, como o peso corporal de alguns grupos pode ser muito menor que o de outros os pigmeus, por exemplo , o peso do encéfalo é também menor.

    Pelo mesmo motivo, o peso do encéfalo da mulher é, em média, um pouco menor que o do homem. Admite-se que no homem adulto de estatura mediana, o menor encéfalo compatível com uma inteligência normal é de cerca de gramas. Para maiores detalhes, veja Comiolly, C. Springfield, Charles C. Thomas publishers. No Capítulo 4 item 5. O folheto externo adere intimamente aos ossos do crânio e comporta-se como periósteo destes ossos. A tenda do cerebelo separa a fossa posterior da fossa média do crânio, dividindo a cavidade craniana em um compartimento superior, ou supratentorial, e outro infe- rior, ou infratentorial.

    Aborda anterior livre da tenda do cerebelo, denominada incisure da tenda, ajusta-se ao mesencéfalo. Termina próximo à protuberância occipital interna na chamada confluência dos seios, formada pela confluência dos seios sagital superior, reto e occipital e pelo início dos seios transversos esquerdo e direito Fig.

    Recebe em sua extremidade anterior o seio sagital inferior e a veia -cerebral magna Figs. Drena através dos seios petroso superior e petroso inferior, além de comunicar-se com o seio cavernoso do lado oposto através do seio intercavernoso. O seio cavernoso é atravessado pela artéria carótida cerebelo entre os dois hemisférios cerebelares Fig.

    O diafragma da sela isola e protege a hipófise, mas dificulta consideravelmente a cirurgia desta glândula. Uma delas é o cavo trigeminal de Meckel , ou loja do gânglio trigeminal, que contém o gânglio trigeminal Fig. Alguns seios apresentam expansões laterais irregulares, as lacunas sangüíneas, mais freqüentes de cada lado do seio sagital superior Fig. Nem sempre os seios encontram-se em um sóponhi, dcscrcvctuio-sc pelo menos quatro tipos de confluência. Assim, aneurismas da carótida interna ao nível do seio cavernoso comprimem o nervo ahducente e.

    Comunica-se com os seios petroso inferior e cavernoso, liga-se ao plexo do forame occipital e através deste ao plexo venoso vertebral interno Fig. A aracnóide separa-se da pia-mâter pelo espaço subaracnóideo Fig. Estas trabéculas lembram, em aspecto, uma teia dc aranha, donde o nome de aracnóide, semelhante à aranha. Continua caudalmente com o espaço subaracnóideo da medula e liga-se ao IV ventriculo através de sua abertura mediana Figs.

    No adulto e no velho, algumas granulações tornamse muito grandes, consumindo os chamados corpos de Pacchioni, que freqüentemente se calcificam e podem deixar impressões na abóbada craniana. Estudos realizados principalmente com microscópio eletrônico Fig. Desse modo, o liquor constitui um eficiente mecanismo amortecedor dos choques que freqüentemente atingem o sistema nervoso central.

    O estudo do liquor é especialmente valioso para o diagnóstico dos diversos tipos de meningites. Estudos mais modernos, entretanto, mostram que uma pequena parte se forma a partir do epêndima das paredes ventriculares e dos vasos da leptomcninge.

    Às vezes a hidrocefalia ocorre durante a vida letal, geralmente em decorrência de anomalias congênitas do sistema ventricular. Isso causaobliteraeào da veia central da retina, que passa em seu interior, o que resulta em ingurgitamento das veias da retina com edema da papila óptica.

    Formam-se desse modo hérnias intracranianas que podem causar sintomatologia grave. Assim, um tumor em um dos hemisférios cerebrais pode causar uma hérnia do giro do cíngulo Fig. Assim, lesões das artérias meníngeas, principaln. Assim, o consumo de oxigênio e gljrose pelo encéfalo é üiuito elevado, o que requer um fluxo sangüíneo geralmente intenso.

    Isso acontece, por exemplo, como conseqüência de paradas cardíacas que podem ocorrer acidentalmente durante anestesias gerais. Os processos patológicos que acometem os vasos cerebrais, tais como tromboses, embolias e hemorragias, ocorrem com uma freqüência cada vez maior com o aumento da vida média do homem moderno. O estudo dos fatores que regulam o fluxo sangüíneo é de grande importância clínica. Na base do crânio estas artérias formam um polígono anastomotic! Este é um fator que torna as artérias cerebrais especialmente propensas as hemorragias.

    Também contribui para amortecer o choque da onda sistólica a tortuosidade que apresentam as artérias carótidas internas e as artérias vertebrais ao penetrar no crânio, assim como as artérias que saem do polígono de Willis Fig. Irriga o bulbo ocular e formações anexas Fig. Percorrem a seguir a face ventral do bulbo Fig. Aesculapius 90 A.

    Círculo arterial do cérebro polígono de Willis. Neste trajeto a artéria basilar emite os seguintes ramos mais importantes Fig. E formado pelas porções proximais das artérias cerebrais anterior, média e posterior, pela artéria comunicante anterior e pelas artérias comunicantes posteriores, direita e esquerda Fig.

    A artéria comunicante anterior é pequena e Inastomosa as duas artérias cerebrais anteriores adiante do quiasma óptico. As artérias comunicantes posteriores unem de cada lado as carótidas internas com as cerebrais posteriores correspondentes. Deste modo elas anastomosam o sistema carotídeo interno ao sistema vertebral. Os ramos centrais emergem do círculo arterial do cérebro, ou seja. Este fator é mais eficiente no seio cavernoso, cujo sangue recebe diretamente a força expansiva da carótida interna, que o atravessa.

    Distinguem-se veias cerebrais superficiais superiores e inferiores. As veias cerebrais superficiais superiores Figs. A principal veia superficial inferior é a veia cerebral média superficial, que percorre o sulco lateral e termina, em geral, no seio cavernoso.

    A mais importante veia deste sistema é a veia cerebral magna ou veia de Galeno, para a qual converge quase todo o sangue do sistema venoso profundo do cérebro. A veia cerebral magna é um curto tronco venoso ímpar e mediano formado pela confluência das veias cerebrais internas, logo abaixo do esplênio do corpo caloso, desembocando no seio reto Fig. Pode, ainda, localizar processos expansivos das cavidades cranianas como, por exemplo, tumores cerebrais pelo desvio que determinam no trajeto normal dos vasos cranianos.

    Para o estudo das estruturas da fossa infratentorial e de parte do cérebro, indica-se a angiografia feita pela vertebral Fig. Neste caso, o contraste pode ser injetado indiferentemente de um ou de outro lado, pois as duas artérias unem-se para formar a basilar. Gentileza do Prof. Guilherme Fig. Gentileza do tecido nervoso pelo fundo da fissura mediana Prof. As artérias espinhais anteriores vascu- larizam as colunas e os funículos anterior e lateral da medula.

    As artérias espinhais posteriores vascularizam a coluna e o funículo posterior da medula. As artérias radiculares Fig. As artérias radiculares anteriores anastomosam-se com a espinhal anterior, e as artérias radiculares posteriores com as espinhais posteriores.

    Entretanto, sabe-se hoje que a maioria das artérias radiculares é muito pequena c vascularize apenas as raízes sem atingir a medula. Impedem também a passagem de neurotransmissores encontrados no sangue, como adrenalina, noradrenalina e acetileolina.

    Isto mostra que certos agentes farmacológieos. Isto tem sido correlacionado com o fato de que as iclcrícias do recém-nascido, como, por exemplo, as causadas por critroblastose fetal, podem ser mais graves que no adulto. Aparece, assim, um quadro de icterícia com manifestações neurológicas que os pediatras conhecem como Kernictcrus.

    Entretanto, o assunto é controvertido c outros fatores têm sido apontados para explicar o Kcrnicterus. Dois elementos do sistema nervoso central foram considerados importantes para o fenômeno da barreira: o ncurópilo c o capilar cerebral. Alguns dendritos D , axfmios Ax c sinopses S podem ser identificados.

    Gentileza do Dr. William Bondarçff, da Northwestern University, Chicago. Ao microscópio eletrônico verificou-se que o neurópilo é preenchido por um emaranhado de prolongamentos dos neurônios e das células neurogliais, sendo muito pequena a distância entre o citoplasma de uma célula e outra Fig.

    Este é formado pelo endotélio e por uma membrana basal muito fina. Por fora, os pés vasculares dos astrócitos formam uma camada quase completa em torno do capilar Fig. Injetou-se cm animais uma proteína, a peroxidase, que pode ser visualizada ao microscópio eletrônico. O epineuro envolve todo o nervo e emite septos para seu interior.

    O perineuro envolve os feixes de fibras nervosas. Por sua vez, cada fibra nervosa é envolvida por uma trama delicada de tecido conjuntivo frouxo, o endoneuro. Para maiores detalhes sobre a estruturados nervos veja o Capítulo 3, item 5.

    Durante o seu trajeto, os nervos podem se bifurcarou se anastomosar. Os nervos espinhais originam-se na medula e os cranianos no encéfalo.

    Costuma-se distinguir em um nervo uma origem real e uma origem aparente. A origem aparente corresponde ao ponto de emergência ou entrada do nervo na superfície do sistema nervoso central. Convém recordar que estes neurônios têm seu corpo localizado nos gânglios das raízes dorsais dos nervos espinhais e nos gânglios de alguns nervos cranianos.

    O prolongamento periférico é morfologicamente um axônio, mas conduz o impulso nervoso centripetamente, sendo, pois, funcionalmente um dendrito. Entretanto, verificou-se que, quando se enxerta um pedaço de nervo periférico na medula de um animal, os axônios seccionados da medula crescem por uma das extremidades do nervo enxertado, mas param de crescer quando atingem a outra extremidade e entram em contato com o tecido do sistema nervoso central.

    Muiinfrastructure Research, Ocorrem, por exemplo, em toda a pele, emergindo de redes nervosas subepiteliais e ramilicando-se entre as células da epidemic.

    Ao se transformarem em terminações livres, as fibras nervosas perdem sua bainha de mielina, mantendo seu envoltório de células de Schwann até as proximidades da ponta do axônio. Algumas terminações livres relacionadas com o tato enrolam-se na base dos folículos pilosos ou terminam em contato com células epiteliais especiais, constituindo os discos de Merkel.

    Durante muito tempo acreditou-se que seriam sensíveis ao calor. Isso ocorre, por exemplo, no reflexo patelar Fig. Graças sobretudo a pesquisas neurofisiológicas envolvendo a tomada de potenciais bioelétricos em fibras nervosas isoladas, a especificidade dos receptores é hoje geralmente aceita.

    Com base nesse critério, distinguem-se três categorias de receptores: exteroceptores, proprioceptores e interoceptores.

    Os impulsos nervosos originados nesses receptores, impulsos nervosos proprioceptivos, podem ser conscientes e inconscientes. Pode-se ainda dividir a sensibilidade em superficial e profunda, a primeira originando-sc em exteroceptores e a segunda em proprioceptores e interoceptores. Funcionalmente elas se assemelham às sinapses entre os neurônios e, na realidade, o termo sinapse no sentido mais amplo também se lhes aplica.

    O excesso de acetileolina liberado é inativado pela acetileolinesterase presente em grande quantidade na placa. Ao aproximar-se da fibra muscular, a fibra nervosa perde sua bainha de mielina, conservando, entretanto, o neurilema Fig. A ultra-estrutura da placa motora ao nível de um desses botões é bastante semelhante à da sinapse intcrneuronal descrita no Capítulo 3 item 2. As fibras terminais apresentam-se cheias de pequenas dilatações ou varicosidades Figs.

    A distância entre a varicosidade e o efetuador fibra muscular ou célula glandular , ou seja, a distância percorrida pelo neurotransmissor para que cie possa agir sobre o efetuador, varia de 2 nm musculatura do canal deferente a 3.

    Em alguns casos, a libra nervosa relaciona-se muito intimamente com o efetuador Fig. Essas ocupado porfibras musculares lisas.

    Seu grânulo contém noradrenalina e desaparece após tratamento com rcserpina. O excesso de noradrenalina liberado é captado novamente pela fibra nervosa e é armazenado nas vesículas granulares. Reproduzido dc Machado, —Stain Technology.

    A raiz ventral é formada por axônios que se originam em neurônios situados nas colunas anterior e lateral da medula. Como foi visto no item 2. E num mesmo nervo em um determinado momento podem existir fibras situadas lado a lado, conduzindo impulsos nervosos dc direções diferentes para estruturas diferentes, enquanto outras fibras podem estar inativas. Isto é possível pelo fato dc as fibras nervosas que constituem os nervos serem "isoladas" umas das outras e, portanto, de funcionamento independente.

    Como exemplo, apresentamos um esquema do plexo braquial Fig. Dc um modo geral, os nervos alcançam o seu destino pelo caminho mais curto. Entretanto, existem exceções explicadas por fatores embriológicos. O trajeto de um nervo pode ser superficial ou profundo. Do mesmo modo. Saunders Co. Entretanto, o aumento da força se deve também ao aumento da freqüência com que os neurônios motores mandam impulsos às fibras musculares que eles inervam.

    Por homologia com unidade motora conceituase também unidade sensitiva, que é o conjunto de um neurônio sensitivo com todas as suas ramificações e seus receptores.

    Aesculapius i Capítulo 12 Nervos Cranianos 1. Os nomes dos nervos cranianos, numerados em seqüência crânio-caudal, aparecem na Tabela O VII, nervo facial, compreende o nervo facial propriamente dito e o nervo intermédio, considerado por alguns como a raiz sensitiva e visceral do nervo facial.

    Alguns, entretanto, consideram-no associado ao nervo olfatório. A Tabela Estudaremos os componentes funcionais aferentes e eferentes. A chave abaixo resume o que foi exposto sobre as fibras eferentes dos nervos cranianos. É um nervo exclusivamente sensitivo, cujas fibras conduzem impulsos oífatórios, sendo, pois, classificados como aferentes viscerais especiais. Limitar-nos-emos agora a algumas conside- É constituído por um grosso feixe de fibras nervosas que se originam na retina, emergem próximo ao pólo posterior de cada bulbo ocular, lenetrando no crânio pelo canal óptico.

    O conhecimento dos sintomas que resultam dc lesões dos nervos abducente e oculomotor, além de ajudar a entender suas funções, reveste-se de grande importância clínica. Para estudar esses sintomas, consulte respectivamente os itens 5. O esquema mostra também os territórios sensitivos sensibilidade geral dos ncnos facial, glossofaríngeo c vago. A seguir, o nervo descreve nova curva para baixo, emerge do crânio pelo forame estilomastóideo Fig.

    Fato curioso é que o Vil par, apesar cie atravessar a parótida, onde se ramifica, formando o plexo parotídeo, inerva todas as glândulas maiores da cabeça, exceto a parótida, que é inervado pelo glossofaríngeo.

    As fibras destinadas à glândula lacrimal destacam-se do nervo facial ao nível do joelho, percorrem, sucessivamente, o nervo petroso maior e o nervo do canal pterigóideo, atingindo o gânglio pterigopalatino Fig. A seguir, passam para o nervo corda do timpano Fig. Para estudar os sintomas que ocorrem nesses casos, consulte o item 5. Compõe-se de uma parte vestibular e uma parte coclear, que, embora unidas em um tronco comum, têm origem, funções e conexões centrais diferentes.

    Nesse caso, aos sintomas acima descritos associam-se aqueles que resultam das lesões desses dois nervos.